PMDB quer maioria na Suíça
ZURIQUE – Reunidos no tradicional Hotel Baur au Lac – diárias a partir de 2769,21 reais, imposto municipal à parte–, dirigentes do PMDB se encontraram com membros da FIFA para traçar uma estratégia para a defesa de Eduardo Cunha. “Unidos seremos capazes de conseguir maioria na Suíça e acabar com esse espírito de neutralidade que atrasa a entrada desse país no século XXI”, defendeu o pastor Everaldo, abraçado a Joseph Blatter. Erguendo uma foto de Cunha, o pastor completou: “Nosso deputado merece respeito!”
No Brasil, o partido se articulou em duas frentes: a fim de estabelecer novas diretrizes para as relações fisiológicas e bancárias com a pátria do cuco, o PMDB abriu negociações para a indicação de Leonardo Picciani ao ministério das Relações Exteriores. Em paralelo, a pedido do deputado Celso Pansera, Adilson Laranjeira – assessor de imprensa de Paulo Maluf – foi integrado ao PMDB. Em sua primeira declaração pública sobre o caso, Laranjeira foi taxativo: “Eduardo Cunha não tem, nunca teve, nem nunca terá conta no exterior.”
No final da tarde, Eduardo Cunha prometeu colocar em pauta a legalização do financiamento suíço de campanhas políticas.
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