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=igualdades

A dança das filiações partidárias

Luigi Mazza, Plínio Lopes e Renata Buono | 28set2020_10h46

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Os dados de filiação partidária sinalizam uma tendência para as eleições municipais deste ano: partidos tradicionais encolheram de tamanho, enquanto partidos mais jovens dispararam em número de filiados. No campo da direita, PSDB e DEM perderam, somados, 158 mil filiados de abril de 2019 a abril de 2020. Já PSL e Novo, representantes da “nova” direita, ganharam 172 mil filiados nesse mesmo período. Na esquerda, a tendência é similar: o PT perdeu 64 mil filiados desde o ano passado, enquanto PSOL e Rede ganharam 41 mil novos membros. O MDB, que na eleição de 2018 sofreu forte abalo, elegendo pouco mais da metade dos deputados que elegera em 2014, continua encolhendo. Desde o ano passado, perdeu 229,3 mil filiados – tanta gente que daria para lotar três estádios do Maracanã. O =igualdades faz um retrato da maré de filiações partidárias na corrida eleitoral de 2020.

O PSDB e o DEM, dois expoentes da “velha” direita brasileira, perderam 158 mil filiados de abril de 2019 até abril de 2020. Já o PSL e o Novo, representantes da “nova” direita, ganharam 172 mil filiados no mesmo período. O maior salto foi do PSL, que cresceu 60%, passando de 271,7 mil para 435,8 mil filiados. O Novo cresceu 24%, saltando de 33,8 mil filiados para 42 mil.

De abril de 2019 a abril de 2020, o PT perdeu 64,8 mil filiados. Essa queda se deu no mesmo momento em que partidos menores ligados à esquerda e à centro-esquerda tiveram crescimento expressivo. Juntos, Psol e Rede ganharam 41 mil novos filiados nesse período. O Psol cresceu 20%, passando de 155,3 mil filiados para 186,6 mil, enquanto a Rede cresceu 41%, passando de 23,4 mil filiados para 33,2 mil.

 

O PSL, apesar do desembarque de Bolsonaro, foi um dos partidos que mais cresceu desde o início de 2020. De janeiro a agosto, ganhou 88,9 mil filiados. É quase o triplo de pessoas que tiveram a assinatura validada para a criação do partido Aliança pelo Brasil até o final de setembro (foram 32,9 mil assinaturas). Uma das possíveis explicações para essa migração é o fato de que o PSL é o segundo partido com maior volume de recursos recebidos do Fundo Eleitoral – terá R$ 199 milhões para gastar nas eleições deste ano.

O MDB foi o partido que mais perdeu filiados nos últimos anos. Vem perdendo desde 2017, mas a queda se acentuou no ano passado. De abril de 2019 a abril de 2020, o partido perdeu 229,3 mil filiados – quantidade suficiente para lotar três estádios do Maracanã.

O Novo é, proporcionalmente, o partido político com o menor número de mulheres entre seus filiados. De cada 100 filiados ao partido, só 21 são mulheres. Mesmo no segundo partido com menor participação de mulheres, o PSL, essa proporção já é muito maior: são 35 mulheres a cada 100 filiados.

 

O MDB é atualmente o partido mais idoso do Brasil. A cada 10 filiados, 4 têm 60 anos de idade ou mais. No extremo oposto da pirâmide etária está a Unidade Popular (UP), partido criado no final do ano passado – a cada 10 filiados à UP, só 1 tem 60 anos ou mais.

A cada 100 eleitores filiados ao PT, 13 têm sobrenome Silva, um dos mais comuns do Brasil. No Partido Novo, essa proporção é bem menor: só 5 a cada 100 filiados são Silva.

Fonte: Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 
Luigi Mazza (siga @LuigiMazzza no Twitter)

Editor do site da piauí. Foi repórter da revista em Brasília e diretor do podcast Foro de Teresina

Plínio Lopes (siga @Plluis no Twitter)

Repórter freelancer, trabalhou na Agência Lupa e é especializado em jornalismo de dados e fact-checking

Renata Buono (siga @revistapiaui no Twitter)

É designer e diretora do estúdio BuonoDisegno

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