PF descobre que taxação desgovernada de Trump é esquema com família de Bruno Henrique
Seção de humor da piauí
ANOTHER PATAMÁ – “Aí, tio, dá pra tarifar a China hoje não? Se for rolar, liga nóis hein kkk.” Assim começa um diálogo por mensagens entre um sobrinho do jogador do Flamengo, Bruno Henrique, e o presidente americano Donald Trump, segundo investigação divulgada hoje pela Polícia Federal. Na conversa, o rapaz explica a Trump que faria uma aposta de 10 mil reais no terceiro cartão amarelo do seu tio em partida contra a OMC, e que poderia aproveitar a deixa para apostar mais 10 mil numa taxação de 145% sobre os produtos importados da China pelo governo americano. “Boua, investimento com sucesso!”, complementa.
“As bets estão acabando com o futebol brasileiro e com o sistema neoliberal da globalização”, declarou a PF, em nota. “Agora qualquer presidente americano inventa tarifas aleatórias e depois volta atrás, com o intuito único de beneficiar um sobrinho que precisa pagar um aluguel atrasado. Que bom que Margaret Thatcher não está mais viva para ver essa decadência moral.”
A parceria entre a família de Bruno Henrique e o clã Trump promete abalar o mercado da bola, as bolsas de valores e os valores de honorários advocatícios no mundo todo. “Vai ser tremendo. Ninguém entende de apostas como nós. E todo mundo sabe que a Casa Branca sempre ganha”, comemorou Trump, que aproveitou para anunciar que deve renomear o Canal do Panamá como Canal do Oto Panamá em homenagem ao atacante.
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