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Mensagens serenas anunciam o outono

| Edição 212, Maio 2024

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ABRIL

A piauí_211, abril, foi mais analítica, menos política, não sem entrar na sangrenta morte de Marielle Franco e Anderson Gomes (Arqueologia de um crime, por Chico Otavio) e com o alívio de ser possível tratar bem da própria morte (Por um último e sereno suspiro, por Angélica Santa Cruz). A escolha da palavra arqueologia em vez de arquitetura é fundamental para a sucessão de escaramuças, desvios e investigações por um longo, muito longo tempo. Por outro lado, ainda que fundamental para nos aceitarmos como seres mortais, a eutanásia continua sendo palavra e atitude tabu, junto com o aborto. Saúde deveria vir primeiro, antes de dogmas religiosos, não acham?

Outro dogma institucional é o do poder para certos setores. Para o mal e para o pior, a Globo faz parte da história da tevê brasileira e de suas circunstâncias. Ali Kamel é um capítulo à parte, muito bem retratado por Ana Clara Costa (O cardeal Três). Parece que não mais chamam os herdeiros do império global como se referiam ao dono original, Roberto Marinho: colega de trabalho. E chamou minha atenção que nessa atualização das últimas décadas da história televisiva não foi mencionada a alcunha Vênus Platinada. Outros tempos, outros líderes.

 

Por fim, outro retrato de um artista, só que quando jovem, foi o desenhado em Chico Buarque aos olhos da irmã menor. O cantor já é bem documentado há muito tempo, por isso eu gostaria de saber o que Ana de Hollanda se lembra do meio-
irmão alemão, resgatando o artigo de Fernando de Barros e Silva, O irmão brasileiro (piauí_100, janeiro de 2015).

ADILSON ROBERTO GONÇALVES_CAMPINAS/SP

BOTAFOGO

 

O testemunho do torcedor botafoguense João Moreira Salles é emocionante, pois até hoje também não entendo por que sofro tanto pelo futebol (O que eu tenho a ver com tudo isso, piauí_210, março). Ele descreve situações que também passo. Afinal, se ele acha que é fácil ser palmeirense, é porque não ficou dezessete anos na fila durante o período em que nós, moleques, mais jogávamos futebol na escola e na rua. Afirmo para todas as torcedoras e torcedores: você pode mudar de cônjuge, cidade, profissão, religião e gênero, mas jamais muda de time! Vai entender nossa paixão.

É um dos artigos mais emocionantes que li recentemente.

MARCELO FRONTINI_SÃO PAULO/SP

 

 

Li revoltado o artigo O que eu tenho a ver com tudo isso (piauí_210, março). Eu tenho tudo a ver com isso! Afinal, sou o único caso no Brasil de torcedor que foi escolhido pelo clube. Sou paulistano, corintiano e aos 9 anos de idade não conhecia o Rio de Janeiro, e ninguém que fosse botafoguense. Um dia, sem saber por que, acordei botafoguense. Pensei comigo mesmo: “Que diabo de coisa estranha! como é que eu virei torcedor desse time carioca se sou paulistano e nada sei dessa cidade?”

Bem, aos poucos fui me informando sobre esse clube. Adorei o escudo, a estrela solitária, as cores alvinegras, como a do Corinthians, e as meias cinza, ao que eu saiba, únicas nos alvinegros.

Agora ostento vez ou outra a camiseta com a estrela solitária, alternando com a do Timão!

JOSÉ EDUARDO BANDEIRA DE MELLO_ITU/SP

 

HERMANOS

A piauí, desde o nascedouro, parecendo homenagear o estado brasileiro mais fragilizado, tinha um objetivo bem pretensioso. Do nada aos píncaros.

Reportagens informativas e investigativas, assuntos os mais diversos, trechos de outras fontes e ainda nos traz o necessário para afastar a vontade de dar baixa na matrícula de brasileiro, tendo em vista o momento reinante tão adverso ao país e ao Botafogo. Quanto ao Piauí, conseguiu alcançar o estado de Minas Gerais que está onde sempre esteve. A revista, por sua vez, despacito, ultrapassou o objetivo inicial. E isso se deu com a publicação da correspondência trocada entre os grandes da literatura Cortázar, Carlos Fuentes, Gabriel García Márquez e Mario Vargas Llosa (Carta dos compadres, piauí_211, abril). Foi um grande alento a raça humana ainda produzir elementos que exaltam a amizade, o amor à pátria e principalmente a dignificação da literatura. E, todos eles, sem declarar, incentivam a resistir.

SEBASTIÃO MAURÍCIO DUARTE PESSOA_RIO DE JANEIRO/RJ

NOTA DECEPCIONADA DA REDAÇÃO: Só agora chegamos aos píncaros, Sebastião? Mas e os diários da Dilma? Do Geraldo? A troca de mensagens entre Jair e o diplomata Araújo no BolsozApp Herald? Aquilo não era literatura o suficiente?

 

FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS

O Judiciário brasileiro é um poder que já nasceu falido, que nunca cumpriu ou raramente cumpre o objetivo para o qual foi criado: aplicar a punição contra violação da lei proporcionalmente com a gravidade do fato jurídico.

O histórico do Judiciário civil brasileiro é de impunidades ou de punições aquém da gravidade do fato jurídico.

A existência do Judiciário militar brasileiro, que é uma aberração institucional, é ainda pior porque se trata de um espetáculo de corporativismo e impunidades.

Há inúmeros exemplos que vemos ou lemos com frequência nos noticiários e em reportagens e que comprovam essas afirmações.

A reportagem “Um poder político extraordinário” (piauí_210, março) é mais uma prova disso. Em vez de o Judiciário servir à busca por punir exemplarmente a violação da ética, a ilegalidade e a violação dos direitos humanos, este se serve para proteger poderosos da sociedade que violam a lei, que violam a ética e que violam os direitos humanos.

A estrutura historicamente falida do Judiciário brasileiro precisaria ser refundada em novas bases e sem corporativismo. Proponho uma edição especial sobre o Judiciário brasileiro (o civil e a aberração militar).

É preciso acabar com a regra de o próprio juiz decidir se considera estar impedido para julgar um caso específico.

Quem tem de dizer se o juiz está impedido de julgar ou não um caso são unicamente os colegas do colegiado ou um colegiado/tribunal superior.

Magistrado que estiver de má-fé num julgamento nunca vai se dizer impedido, porque o juiz de má-fé vai querer fazer valer seu interesse particular e por isso vai continuar a julgar o caso.

FÁBIO FREITAS_RIO DE JANEIRO/RJ

 

OPERAÇÃO LAVA JATO

Inspirado pela piauí_210, março (O messiânico e cartuns do Mickey ao longo da revista), criei minha contribuição sobre a “liberdade” pretendida pelos Mortimers:

RAFAEL CAMARGO_CURITIBA/PR

 

TER OU NÃO TER ANTROPOCENO

Muito oportuno o artigo de Bernardo Esteves (O Antropoceno já era, piauí_211, abril) sobre a votação que, em princípio, descartou a criação de uma nova época para caracterizar o tempo no qual vivemos. Como bem apresentado na matéria, a proposta era de instituir a época do Antropoceno, sucedendo o Holoceno, este iniciado há aproximadamente 11,7 mil anos, ao final da última glaciação. O grupo de trabalho designado para estudar a questão sugeriu que o Holoceno teria se “extinguido” em torno de 1952, quando rochas passariam a registrar evidências das explosões das primeiras bombas atômicas. A proposta da criação do Antropoceno foi recusada por uma subcomissão da Comissão Internacional de Estratigrafia da União Internacional de Ciências Geológicas, o que tem causado protestos de alguns pesquisadores.

Mas, sinceramente, será que essa recusa importa? O problema principal se resume a um fato: como distinguir no registro geológico (rochas e camadas) faixas de tempo da ordem de décadas ou séculos diante da história do nosso planeta, surgido há cerca de 4,57 bilhões de anos? É muito comum que a margem de erro das distintas divisões do tempo geológico seja de milhares ou mesmo milhões de anos! O que representam, assim, os últimos 72 anos que seriam os primeiros da nova época? Nem vale a pena destacar que, no momento, não temos a menor possibilidade de um refinamento de toda a história da Terra na escala de séculos. Resumindo: mesmo que fosse verdade, precisaríamos que milhares de anos se passassem para no futuro poder estar seguro desse tipo de medida. Quem alega questões políticas, sociais ou de marketing para um problema que é técnico (envolvendo, sobretudo, conhecimentos ligados à geologia) está forçando a barra.

O que temos que fazer é conscientizar as pessoas sobre o efeito da espécie humana no nosso planeta, que tem promovido poluição e extinções em grande escala – o que a introdução de uma nova época não fará. É a difusão desse alerta em escolas e instituições culturais e científicas, como museus, que poderá contribuir para essa conscientização. Por isso mesmo, essa questão do Antropoceno será um dos pontos de destaque nas novas exposições do Museu Nacional da UFRJ, que tem o objetivo de ser aberto ao público no primeiro semestre de 2026. Isso, naturalmente, se alguns milhões de reais – e não de anos – forem encontrados para finalizar as obras.

ALEXANDER KELLNER_DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA E PALEON­TOLOGIA_MUSEU NACIONAL DA UFRJ_RIO DE JANEIRO/RJ

 

CARDEAL TRÊS

Em novembro do ano passado recusei o convite para ser entrevistado para o perfil que a piauí preparava sobre mim (O cardeal Três, piauí_211, abril). Na ocasião, decidi também não comentá-­lo quando fosse publicado. Abro aqui uma exceção. Fui subordinado a Carlos Henrique Schroder de 2001 a 2021, primeiro quando foi diretor-geral de Jornalismo e Esportes por onze anos e, depois, quando se tornou diretor-geral da própria TV Globo. Naqueles vinte anos, vi nele um jornalista de alto nível, preparado, criativo e com forte capacidade de liderança. Essas características, nos dois mais altos cargos que ocupou, permitiram a ele preparar a tv Globo para a transição digital, com a criação de g1, ge e gshow e, ainda mais importante, o Globoplay. Com ele sempre pude aprender desde o início algo novo nas inúmeras coberturas que liderou. Foi sempre uma relação profícua e transparente de companheirismo que se transformou em amizade. Schroder teve uma trajetória rica e única, que fala por si. Diante dela, são lamentáveis e injustas as opiniões de terceiros sobre ele publicadas pela piauí.

ALI KAMEL, COORDENADOR DO CONSELHO EDITORIAL DO GRUPO GLOBO_RIO DE JANEIRO/RJ

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