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O deleite de um texto longo e emocionante de um autor conciso

| Edição 218, Novembro 2024

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RIO DE JANEIRO

A matéria Sete mil páginas de espanto (piauí_217, outubro) lembra o gibi do Bolinha; sempre que surgia um mistério ele se disfarçava de alguma coisa, assumia o detetive Aranha e antes da investigação já dava o diagnóstico: o culpado era o pai da Luluzinha, o que ele sempre provava.

No Rio de Janeiro é a mesma coisa. Com exceção daquelas pessoas que vivem de pequenos golpes, todas as grandes falcatruas, crimes, roubos, corrupção etc., antes de iniciar as investigações, a gente já sabe aonde vai chegar.

 

É sempre aquela meia dúzia de indivíduos, estão envolvidos em tudo.

DJALMA ROSA_SÃO SIMÃO/SP

NOTA LÚDICA DA REDAÇÃO: E volta e meia ainda aparece um Cebolinha com um “plano infalível” pro estado.

 

 

ÉDOUARD LOUIS E EU

Parabéns ao Thallys Braga (Nosso mundo, piauí_217, outubro) por compartilhar sua história conosco, leitores dessa revista que estimo tanto. Realmente, a piauí ocupa lugar de destaque nesse mar de informações observado nos nossos tempos. Fiquei fascinada com seu esforço e espero que dias melhores venham vislumbrar sua vida. Sempre digo para meu filho: “Mire na Lua, se errar estará entre as estrelas.” E foi assim com você. Como nossas diferenças nos aproximam: embora meu filho não seja gay, ele é disléxico e sofreu muito até terminar o ensino médio. Sentir-se diferente gera uma solidão e um entendimento que só os artistas compreendem, ser isolado ou não convidado para festas, a introspecção vem como forma de defesa. Só agora na faculdade de direito, ele está se soltando e encontrando seu lugar no mundo. Está no segundo semestre e trabalha voluntariamente no fórum. Sinta-se abraçado por essa mãe que lutou muito por seu filho. Espero ter notícias cada vez mais felizes de seus passeios e viagens, experiências. Esquecer o passado não há como, mas podemos fazer um novo futuro. Brindemos a isso.

RAQUEL COSTA_SANTA MARIA/RS

 

LITERATURA

Sou assinante da piauí e acompanho a revista desde o número 1. Gostaria de perguntar: por que a revista não traz mais os grandes textos, ensaios sobre literatura como os que o Alejandro Chacoff escrevia?

O que a piauí tem feito é publicar poemas e contos mensalmente – o que não é ruim. Mas aqueles textos literários analíticos nunca mais foram publicados depois que o Alejandro se tornou editor de literatura. Vocês promoveram o Chacoff e perderam um grande crítico literário[?!]. Quem perde é o leitor.

Lamentável…

WELLINGTON MACHADO_BELO HORIZONTE/MG

NOTA COMPADECIDA DA REDAÇÃO: A ausência prolongada de Alejandro Chacoff nas páginas da revista se deve ao ambicioso projeto de analisar os dezesseis livros publicados pelo escritor Pablo Marçal nos últimos três anos. Trata-se de um problema prático: a cada vez que o texto fica pronto, um novo livro é lançado.

 

OUTUBROS

Há exato um ano comecei a ler a piauí, com a edição comemorativa aos seus 17 anos. Quando comparo as revistas dos últimos “outubros” não posso deixar de reparar nas semelhanças, como a capa em alusão ao calor indigno (É, aqueceu, piauí_205, outubro de 2023; Em chamas, piauí_217, outubro de 2024, ambas de Vito Quintans) a investigação da trajetória de políticos (A loba solitária, sobre Simone Tebet, e A peça de reposição, sobre Nikolas Ferreira), e a dominação bancária (Está tudo dominado, sobre o jornalismo de economia, e Alta tensão, sobre o Banco Master), sem falar dos gramas extras que pesam nos braços enquanto se lê. A edição passada foi sem dúvida cativante, eu não conseguia parar de ler todas as matérias, em especial o comovente relato da Leila Salim (Desde que cheguei aqui, piauí_217, outubro). Me fez pensar como a percepção de uma guerra se dá de formas tão diferentes em um país pequeno como o Líbano, imagina quando transportado para os conflitos e realidades sociais tão complexas como os do Brasil, de dimensões continentais. Vida longa à piauí.

MATHEUS COELHO ANDRIES_CAMPINAS/SP

 

No aniversário de peso – e, agora, com responsabilidade civil –, apesar da capa em chamas, a piauí não é fogo-fátuo. Edição recheada, comemorativa, sem pedantismo e com muito realismo nos textos, realçando a literatura jornalística, a boa marca da revista desde sua origem.

Surpreende a semelhança dos protagonistas e do enredo das histórias contadas por João Batista Jr. em A peça de reposição (piauí_217, outubro) e por Bernardo Esteves em A tropa da mentira (piauí_217, outubro). Admiro que haja excelente documentação da ascensão de Nikolas Ferreira e congêneres, mesmo porque tudo hoje parece estar escondido na deep web. As duas reportagens até tentam botar fogo no parquinho da extrema direita, tecendo os pontos comuns, desde as marchas das fogueiras de Junho de 2013 até os dias de hoje, que antecedem as eleições municipais. Big techs estão virando sinônimo de fake news.

A torcida por quebra desta calorosa distopia ficou por conta do livro de Marcelo Rubens Paiva, Ainda estou aqui, em sensível resenha de Fernando de Barros e Silva (Mas onde é aqui?, piauí_217, outubro), convertido em filme para ser premiado além do que já foi. O Oscar de ficção, desta vez, pode ser nosso, ainda que baseado em tristes fatos reais. No âmbito literário, tenho apenas a observar a ausência de citação a Itamar Vieira Junior como um dos finalistas do International Booker Prize de 2024 na reportagem de Matheus Lopes Quirino sobre Stênio Gardel, o primeiro brasileiro a ganhar o National Book Award (A carta que resta, piauí_217, outubro). Ainda que premiações distintas na natureza e na importância, o escritor que frequenta as páginas da piauí poderia ao menos ter sido citado, tão carentes que somos de falantes do português reconhecidos mundo afora.

ADILSON ROBERTO GONÇALVES_CAMPINAS/SP

 

VULTOSAS

É um deleite ler um texto longo e tão emocionante daquele condutor sóbrio e conciso do Foro de Teresina que acompanho religiosamente todas as sextas.

O texto (Mas onde é aqui?, piauí_217, outubro) transborda emoção e revolta, apesar do tom melancólico. Lê-lo faz sentir o retrogosto amargo da ingestão forçada dessa democracia azeda.

Apesar disso, repito: é um deleite lê-lo.

Comecei minha vida cívica pouco antes da Comissão da Verdade, mas já consigo enxergar nesse pouco tempo a deterioração do ambiente político e do nosso bem-estar civil. Vejo como estamos descambando para um clima cada vez mais negativo, desesperançoso e excludente. Sim, “é forçoso admitir que o país fracassou” – porém, questiono, será que não é exatamente isso que nos falta: assumir que acabou?

Como num divã, nós (aqueles que resistem em assumir o fim, a derrota, a perda) precisamos aceitar que essa ideia bolorenta e purulenta nos deixou respirar por três décadas, mas voltou a nos asfixiar com o seu odor em 2015, cada vez mais forte.

Só enxergando que perdemos, talvez, poderemos morrer para renascer em um movimento que, enxergando de fora para dentro, poderá analisar o mal que batalha e renovar suas armas e estratégias.

Como após tomar o santo chá, precisamos expurgar de nós mesmos as ideias ultrapassadas (que, sim, temos muitas) e estratégias que não mais funcionam. Morrer, para poder voltar com mais força.

GABRIEL SABADIM_RIO DE JANEIRO/RJ

 

LABORATÓRIO

Sobre a reportagem A tropa da mentira (piauí_217, outubro), acredito que o primeiro passo a ser tomado visando inibir a propagação de desinformação em ambiente virtual seja desestimular o anonimato, obrigando as plataformas a vincularem os perfis de seus usuários a um número de telefone mediante sistema de confirmação. Vale lembrar que tal medida dispensa a edição de lei, visto que a própria Constituição Federal veda o anonimato: bastaria uma ação efetiva de órgãos reguladores, incluindo o Ministério Público Federal. Ainda que a medida valha apenas a usuários brasileiros, ao limitar sua eficácia, penso que inibiria o engajamento.

PEDRO LEMOS_FLORIANÓPOLIS/SC

 

Ao parabenizar a piauí por seus 18 anos completos, volto a este espaço como um leitor contumaz e orgulhoso – sempre tenho uma agradável sensação de cumplicidade ao encontrar outro colega leitor pelo mundo. Justamente por ter tanta milhagem aqui é que fiquei um pouco atordoado com a reportagem A tropa da mentira.

Ela contém dois textos dentro de si. Um denuncia, com propriedade e no tom certo, a indústria avassaladora de anúncios irresponsáveis que alimentam as redes sociais. O outro, porém, é uma perigosa diatribe, que parece defender o status de “intocável” de um grupo.

As irritantes postagens que poluem nossas telas com notícias falsas, discurso de ódio, balelas de coaches e golpes generalizados, sinceramente, tiraram minha alegria de frequentar os espaços virtuais. Portanto, é ótimo que existam pessoas e grupos dedicados a estudar e a enfrentar essa realidade. Agora, não dá para confundir isso com uma espécie de infalibilidade ou superioridade moral absoluta.

Ao citar os pedidos de informação acerca do emprego de recursos públicos feitos por parlamentares, a matéria parece sugerir que há algo de errado em solicitar “cópias de todos os contratos e convênios feitos pelo laboratório com entidades públicas e privadas” – ora, esses dados são de notório interesse público; o estranho é que já não estivessem à disposição.

O problema, logo se entende, é que quem apresentou tais pedidos foram parlamentares bolsonaristas. Mas se o trabalho que é feito é correto e merece o financiamento que recebe, o NetLab tem mesmo o direito de lamentar ter de “reunir listas de nomes, projetos, publicações e dados contábeis”? Acho que não. E acho que, independentemente da coloração de quem foi perguntar, o laboratório precisa responder, assim como qualquer pessoa física ou jurídica beneficiada por recursos do erário.

O que eu quero dizer, em suma, é que, com uma reportagem como essa, o mérito desse debate importante – quais devem ser os limites impostos às redes sociais e o que elas devem ser obrigadas a fazer, enquanto empresas, para evitar que continuem a acelerar o fim do mundo – fica esmaecido pela fragilidade formal dos argumentos e do tom geral do texto.

Mas, como se diz na Argentina: ¿Qué sé yo? Sou só um advogado, tradutor e bon vivant. Talvez eu também seja um louco de palestra (O louco de palestra, piauí_49, outubro de 2010) majestático, que lê a piauí com ar de superioridade e acha tudo uma grande e gorda estultice.

GABRIEL CORDEIRO_SÃO PAULO/SP

 

FELIZ ANIVERSÁRIO

Parabéns, piauí!!

Parabéns a toda equipe que produz a melhor revista do país!

Parabéns ao João Moreira Salles, que criou e conseguiu uma maneira de perenizar a revista!

Sou assinante e leitor desde o número 1.

Começo a leitura pela seção de cartas. Depois devoro a revista da primeira até a última página.

Tenho 85 anos e todos os meses tenho o prazer de aprender muito com a variada e competente pauta da revista. Aleluia!

PERSIO PISANI_SÃO PAULO/SP

NOTA NARCISISTA DA REDAÇÃO: O editor de cartas agradece a preferência.

 

NIKOLAS

Enquanto estudante de jornalismo e amante da revista piauí, gostaria de parabenizar profundamente pelo irretocável perfil escrito por João Batista Jr. na última edição (A peça de reposição, piauí_217, outubro). Confesso que talvez tenha sido o melhor perfil que tive o prazer de ler.

Admito que, por ainda não possuir condições econômicas de assinar mensalmente a revista, tive que descer para a biblioteca da minha faculdade para poder ler. Esta atitude pouco acadêmica me rendeu duas faltas, que valeram a pena!

Espero que um dia eu tenha a capacidade de escrever um perfil com tamanha habilidade e deslumbre como João Batista Jr. fez.

GUILHERME LOUREIRO_SÃO PAULO/SP

NOTA INDIFNADA DA REDAÇÃO: A revista piauí tem um amante??? Alô, Nikolas Ferreira, cadê a patrulha dos bons costumes???

 

ANTONIO CANDIDO

Muito informativo e delicado o artigo sobre Antonio Candido (Memórias póstumas de Antonio Candido, piauí_216, setembro), esse intelectual com importante contribuição ao nosso conhecimento.

Pela terna leitura, o leitor agradece.

MENDEL REISMANN_RIO DE JANEIRO/RJ

 

ERRATA

Na matéria Alta tensão (piauí_217, outubro), o texto informa erroneamente que Augusto Lima arrematou em leilão as 49 lojas da rede de supermercados Cesta do Povo. Na realidade, Lima comprou o Credcesta, um programa de crédito consignado vinculado ao Cesta do Povo.

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