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MARANHÃO - Nova rodada de informações vazadas a conta gotas pelo dissidente Edward Campos Snowden revelou que a NSA formou uma comissão de agentes graduados da alta cúpula para vasculhar empresas públicas brasileiras que não tivessem funcionários com o sobrenome Sarney. "Foi a tarefa mais árdua da organização", garantiu o porta-voz Peter Samsonite Elias. "Encontrar armas químicas na Síria, usinas nucleares na Coreia do Norte ou cabelos na cabeça de José Serra passaram a ser missões triviais", acrescentou, esbaforido.
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MARANHÃO – Nova rodada de informações vazadas pelo dissidente Edward Campos Snowden revelou que a NSA formou uma comissão de agentes graduados da alta cúpula para vasculhar empresas públicas brasileiras que não tivessem funcionários com o sobrenome Sarney. "Foi a tarefa mais árdua da organização", garantiu o porta-voz Peter Samsonite Elias. "Encontrar armas químicas na Síria, usinas nucleares na Coreia do Norte ou cabelos na cabeça de José Serra passaram a ser missões triviais", acrescentou, esbaforido.
Após vasculharem pessoalmente empresas públicas por 50 anos, entrevistarem funcionários e desenvolverem a mais alta tecnologia de bigodes postiços para camuflar seus agentes, o relatório apontou que uma empresa de energia no sul do Acre estava livre de parentes de Sarney. "Infelizmente, a corporação foi fechada no mesmo dia. Apresentava em sua folha de pagamento apenas um funcionário: Ascânio Collor Calheiros, que sumiu misteriosamente", assegurou Elias.
A próxima missão da agência, segundo Edward Campos, será uma investigação detalhada em busca de uma boa ação de José Dirceu. "Parece que no outono de 1978 Dirceu deu ‘bom dia’ a um taxista. Vamos investigar", teria dito um telegrama de Elias.
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