Cultura
CINELÂNDIA - Para marcar posição contra as Reformas de Base lideradas por biógrafos incendiários e editores comunistas, astros da MPB convocam simpatizantes para a Marcha da Família com Deus pela Privacidade. "A privacidade da família da MPB não pode ser invadida por encalhadas como a Monica Bergamo e lésbicas como aquela moça do Saia Justa", ponderou Paula Lavigne, atrás de um discreto véu.
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CINELÂNDIA – Para marcar posição contra as Reformas de Base lideradas por biógrafos incendiários e editores comunistas, astros da MPB convocam simpatizantes para a Marcha da Família com Deus pela Privacidade. "A privacidade da família da MPB não pode ser invadida por encalhadas como a Monica Bergamo e lésbicas como aquela moça do Saia Justa", ponderou Paula Lavigne, atrás de um discreto véu.
Caetano, Chico, Djavan, Gil e Roberto Carlos irão para as ruas cercados por uma área VIP móvel. "Dessa forma, ninguém invadirá a privacidade deles durante os protestos", explicou Lavigne, em coletiva na qual manteve-se a três metros de distância dos repórteres.
No final da tarde, correram boatos de que a NSA estava monitorando as ações da líder Paula Lavigne. Revoltada, a presidenta do Procure Saber disse que não concedeu autorização prévia para ser espionada.
Esforçando-se para se manter no páreo (em qualquer páreo), o candidato José Serra invocou a condição de ex-presidente da UNE para divulgar uma nota: "A passeata contra a guitarra elétrica é um retrocesso", disse. Informado por assessores de que a questão era outra, reagiu: "Ué, mudou?"
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