Economia
RIO DE JANEIRO - Após gastar seus últimos trocados em um almoço de dia dos pais no restaurante Vulcão das Massas, o desempresário Eike Batista resolveu se mudar para a casa Fora do Eixo. "Falei para o Thor não pedir sobremesa. Mas ele é teimoso demais!", disse, resignado, enquanto tentava convencer Sérgio Cabral a fazer o mesmo.
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RIO DE JANEIRO – Após gastar seus últimos trocados em um almoço de dia dos pais no restaurante Vulcão das Massas, o desempresário Eike Batista resolveu se mudar para a casa Fora do Eixo. "Falei para o Thor não pedir sobremesa. Mas ele é teimoso demais!", disse, resignado, enquanto tentava convencer Sérgio Cabral a fazer o mesmo.
Logo nos primeiros instantes com Pablo Capilé, Eike teve uma epifania: "É possível pegar 900 mil reais do BNDES e criar um sistema colaborativo para gerar ainda mais dinheiro?", perguntou, estupefato. Capilé respondeu batucando versos de Beleza Pura: "Não me amarra dinheiro não!/ Mas a cultura/ Dinheiro não!/ A pele escura/ Dinheiro não!/ A carne dura". Em seguida, a dupla elaborou um fluxo multicolaborativo que se retroexplorará o Pré e o Pós-sal.
Até o final da tarde, Eike ainda não havia compreendido completamente o sistema de desmonetização proposto pelo Fora do Eixo. Pablo Capilé tampouco conseguiu decifrar a relação do empresário com o BNDES.
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