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RIO DE JANEIRO - Duas enfermeiras ucranianas que trabalhavam com Muammar Kadafi aderiram à revolução e abandonaram o ditador. "Eu quero mais é beijar na boca e ser feliz daqui pra frente", declarou Galina Kolotnitska.
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RIO DE JANEIRO – Duas enfermeiras ucranianas que trabalhavam com Muammar Kadafi aderiram à revolução e abandonaram o ditador. "Eu quero mais é beijar na boca e ser feliz daqui pra frente", declarou Galina Kolotnitska.
Galina e Olga Kukurukuku, que eram fiéis ao ditador desde antes da maioridade, resolveram passar o carnaval no Rio de Janeiro. "O pessoal da Ucrânia é muito conservador", explicou Olga.
Após uma noite praticando o mais intenso jornalismo gonzo no albergue onde as ucranianas estão hospedadas, a intrépida reportagem piauí herald conseguiu algumas fotografias com exclusividade.

Em um bloco de carnaval, Galina exasperou-se com "Alala-ô". Teve que ser acalmada por um estudante de medicina de 22 anos.

Na fila para pegar uma ducha no piscinão de ramos, Galina e Olga capricharam no blondor. Em seguida, brincaram de rolar na areia.

As ucranianas não resistiram a um pagode regado a funk, pagode e cerveja.

No final do dia, ainda tiveram fôlego para comemorar o título do Flamengo