Política
1 min de leitura
Digite o endereço de e-mail do presenteado e enviaremos uma mensagem com o link para abrir o artigo
Seção de humor da piauí
TAPETÃO – Não teve para Bia Kicis, Ricardo Salles, Damares Alves, Eduardo Pazuello, Ciro Nogueira ou Sóstenes Cavalcante. Jair Messias Bolsonaro ganhou, pelo voto popular, o título de parlamentar mais produtivo do ano. A votação – não impressa e não auditada – foi organizada por um pool formado por entidades de grande prestígio, como o jornal Gazeta do Povo, a empresa Paraná Pesquisas e a milícia de Rio das Pedras.
“Mesmo não pisando na Câmara, o parlamentar Jair teve força para fazer o Congresso aprovar o projeto de lei que altera a dosimetria das sentenças prisionais”, escreveu o pool responsável pela votação, em release enviado à imprensa. “Isso reafirma o compromisso do parlamentar com a bandeira dos direitos humanos e da diminuição da população carcerária, temas que sempre foram caros à extrema direita.”
Polivalente, sem rabo preso com nenhum lado do espectro político, o parlamentar Jair também teve participação ativa no movimento que levou à cassação dos mandatos dos deputados Carla Zambelli, Alexandre Ramagem e, claro, Eduardo Bolsonaro. “Trata-se de um estadista, um homem público capaz de sacrificar o próprio filho em nome de um parlamento que pareça funcional”, disse na GloboNews o comentarista Joel Pinheiro da Fonseca. “E depois ainda dizem que não existe bolsonarismo moderado.”
O prêmio – quinze maços de cigarro – já foi enviado à carceragem da Polícia Federal em Brasília.