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Roberto Kaz e Afonso Capellaro

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Supervisão: Olegário Ribamar


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Internacional

Lula atribui morte de Bin Laden a sucesso de seu governo

CAJAZEIRAS – No intervalo de uma palestra para a Associação de Produtores de Roscas do Baixo Paraíba, o ex-presidente Lula declarou que o sucesso da operação norte-americana que matou Osama Bin Laden é uma prova do sucesso de suas políticas sociais.

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CAJAZEIRAS – No intervalo de uma palestra para a Associação de Produtores de Roscas do Baixo Paraíba, o ex-presidente Lula declarou que o sucesso da operação norte-americana que matou Osama Bin Laden é uma prova do sucesso de suas políticas sociais.

“Herdei um país quebrado do Fernando Henrique”, declarou o ex-presidente. Segundo Lula, a repercussão global da herança maldita dos anos FHC impedia o presidente norte-americano de se concentrar na captura do terrorista número um do planeta. “Foi só depois da implementação do Bolsa-Família que a CIA pode voltar a trabalhar com seriedade, pois, como eles mesmo disseram num relatório secreto, nunca na história dos serviços de inteligência americanos viu-se um programa de distribuição de renda tão extraordinário.”

Antes de se encaminhar para a próxima palestra, a quarta do dia, numa empresa de consultoria de pescados, Lula ainda teve tempo de fazer algumas observações sobre o caso. “Minha Casa Minha Vida deixou claro que Osama talvez não estivesse mais morando numa gruta. O programa era tão bom que até ele, usando mecanismos de financiamento semelhantes, podia por um teto em cima da sua cabeça. Dito e feito. Osama morreu dentro da sua casinha, que é um direito de cada brasileiro.”

Lula disse ainda que o programa Luz para Todos sem dúvida facilitou a pontaria dos soldados americanos que participaram da ação.

Em nota, Marco Aurélio Garcia e Celso Amorim confirmaram que a atuação diplomática brasileira junto ao governo do Paquistão foi essencial para permitir que os comandos americanos entrassem no país sem permissão e em absoluto segredo: “Nem nós sabíamos”, disse Amorim, “o que é uma grande prova de como a nossa diplomacia é sutil.”

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