Brasil
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Seção de humor da piauí.
BOI NA LINHA – Revolta. Injustiça. Parcialidade. O senador Sérgio Moro (União-PR) tem reclamado aos quatro cantos do uso que a Polícia Federal e o Judiciário fizeram do instrumento da delação premiada para prender um miliciano envolvido no assassinato da vereadora Marielle Franco. O caso veio à tona ontem pela manhã, quando o ministro da Justiça, Flávio Dino, anunciou a prisão do miliciano Maxwell Simões Corrêa, o Suel, após delação premiada do também miliciano Élcio Queiroz.
“Cadê o lawfare? O due dilligence? O fair play? Todo mundo sabe que a delação premiada só existe no Brasil pra pegar empresário ligado ao Lula, ministro do Lula ou o próprio Lula”, reclamou Moro. “Agora o quê? Vai ser usado contra miliciano? Se ninguém frear esse justiciamento cego e raivoso, daqui a pouco o Judiciário pode até prender ministro que trabalhou pra miliciano.”
Com os novos desdobramentos do caso Marielle, Frederic Wassef, advogado da família Bolsonaro, anunciou obras de expansão em seu sítio particular. “Só não vai ter pedalinho porque o Carlos não gosta”, afirmou Wassef.