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WASHINGTON, BEIJING, LAUSANNE – A China foi surpreendida ontem à tarde por uma ação conjunta do FMI e da World Anti-Doping Agency (WADA), entidade ligada ao Comitê Olímpico Internacional. Técnicos disfarçados de Warren Buffet, Steve Jobs e Celso Amorim entraram nos ministérios da Fazenda, do Comércio e das Relações Exteriores e flagraram o país crescendo a taxas de 13% ao ano.
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WASHINGTON, BEIJING, LAUSANNE – A China foi surpreendida ontem à tarde por uma ação conjunta do FMI e da World Anti-Doping Agency (WADA), entidade ligada ao Comitê Olímpico Internacional. Técnicos disfarçados de Warren Buffet, Steve Jobs e Celso Amorim entraram nos ministérios da Fazenda, do Comércio e das Relações Exteriores e flagraram o país crescendo a taxas de 13% ao ano. “Eles ainda tentaram reagir”, contou um médico que preferiu não se identificar. “Para começo de conversa, disseram que não tinham como encaixar o pessoal fantasiado de Celso Amorim na agenda, e eles foram barrados. Já os sete Warren Buffets e os doze Steve Jobs foram imediatamente recebidos. Quando os chineses se deram conta que havia algo errado, jogaram pelo menos sete fábricas e cinco sistemas de metrô pela janela, mas já era tarde.” O comentarista de economia Joelmir Beting aposta que é preciso aguardar as contraprovas, mas deu a entender que existem fortes indícios de que a economia chinesa está sob o efeito de anabolizantes desde meados da década de 90. “Se for confirmado”, declarou Beting, “o país terá que devolver todo o parque têxtil, além da fábrica que produz aquele chaveirinho meio mal feito que apita quando a gente perde a chave.” O Primeiro-Ministro da China, Wen Jiabao, garantiu que o país nunca empregou substâncias proibidas e que os hormônios detectados em resultados preliminares podem ser o efeito de um “cremezinho para bronzear que usamos no verão passado”. Em notícia paralela, o FMI anunciou que os disfarces de Celso Amorim não serão mais utilizados. “Eles só funcionam na Venezuela e em Cuba”, disse um economista que não quis se identificar.
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