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Supervisão: Olegário Ribamar


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Brasil

Polícia Federal investiga a origem do nome Delcídio

CARTÓRIO - A Polícia Federal deu início nesta manhã à Operação Epíteto Tétrico para escarafunchar a origem do nome Delcídio. "A alcunha não tem lastro em raízes latinas, no mandarim ou no esperanto", reconheceu Sérgio Moro

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CARTÓRIO – A Polícia Federal deu início nesta manhã à Operação Epíteto Tétrico para escarafunchar a origem do nome Delcídio. “A alcunha não tem lastro em raízes latinas, no mandarim ou no esperanto”, reconheceu Sérgio Moro, enquanto assinava mandados de busca e apreensão em todos os cartórios de Corumbá. “Até agora só descobrimos que ele foi batizado com óleo. Não sabemos se é óleo de peroba ou óleo aditivado Petrobras”, completou.

Investigadores renomados argumentaram que alguns filhos costumam ser batizados a partir da fusão dos nomes do pai e da mãe. “Mas que nomes seriam esses?”, rebateu Moro. “Delacir e Eucídio? Improvável”, disse. Na sequência, com um ar de suspeição, Sérgio Moro lembrou que a segunda suplente de Delcídio se chama Zonir Freitas Tetila. “Tem alguma coisa errada aí”, suspirou, coçando o queixo. Moro também descartou as hipóteses de que Delcídio tenha sido batizado por Djavan, Carlinhos Brown, Arnaldo Antunes ou Bela Gil. “Temos que reconhecer que nem todas as operações da PF têm êxito”, concluiu.

Procurado pelo piauí Herald, Delcídio do Amaral disse que seus pais escolheram esse nome “por razões humanitárias”.


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