Brasil
BRASÍLIA - Aturdida com a velocidade de Rubens Barrichello que o Congresso imprime na aprovação da Reforma Política, Dilma Rousseff resolveu alterar sua proposta inicial: "Vamos propor um programa nacional batizado Reforma Político", anunciou a mandatária, após se reunir com Lula, João Santana, José de Abreu, Zezé Di Camargo e Slavoj Zizek.
1 min de leitura
Digite o endereço de e-mail do presenteado e enviaremos uma mensagem com o link para abrir o artigo
BRASÍLIA – Aturdida com a velocidade de Rubens Barrichello que o Congresso imprime na aprovação da Reforma Política, Dilma Rousseff resolveu alterar sua proposta inicial: "Vamos propor um programa nacional batizado Reforma Político", anunciou a mandatária, após se reunir com Lula, João Santana, José de Abreu, Zezé Di Camargo e Slavoj Zizek.
Entre as medidas, há um projeto de lei que obriga todos os aspirantes a cargos legislativos e executivos a gerir uma unidade do SUS por dois anos antes de se eleger. "Caso não haja quantidade suficiente de políticos qualificados na próxima eleição, importaremos legisladores e gestores do Sudão do Sul e da Coreia do Norte", explicou o porta-voz da presidência, Aloizio Mercadante.
O programa também estipula que os candidatos tenham frequentado o ensino público por dois anos, morado por pelo menos seis meses numa residência do Minha Casa Minha Vida e andado de ônibus cinco vezes na vida.
Solidário, Sérgio Cabral colocou a frota de helicópteros do Rio de Janeiro à disposição dos candidatos que quiserem otimizar suas agendas no cumprimento de suas novas funções no SUS.
Leia também
Dilma contrata 30 mil jornalistas cubanos