Economia
INTERLAGOS - Após meses crescendo a uma velocidade menor do que trânsito paulista, o PIB brasileiro acabou sendo ultrapassado por Rubens Barrichello, Eduardo Suplicy e cinco formigas reumáticas. "Não contávamos com a queima maior de combustível na subida da inflação e com o hiperaquecimento da máquina pública. Entramos no "S" do setor de serviços com o freio da indústria puxado e com o câmbio estourado", defendeu-se Guido Mantega
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INTERLAGOS – Após meses crescendo a uma velocidade menor do que trânsito paulista, o PIB brasileiro acabou sendo ultrapassado por Rubens Barrichello, Eduardo Suplicy e cinco formigas reumáticas. "Não contávamos com a queima maior de combustível na subida da inflação e com o hiperaquecimento da máquina pública. Entramos no "S" do setor de serviços com o freio da indústria puxado e com o câmbio estourado", defendeu-se Guido Mantega.
Com a vitalidade de um cágado dopado, o ministro da Fazenda anunciou uma medida drástrica para retomar o crescimento. "Durante um jantar de comida japonesa, o prefeito Eduardo Paes propôs uma nova versão do Plano Cruzado. Aplicou-o logo ali, no cantor Peninha, que jantava sozinho na mesa ao lado. Pudemos constatar que já no segundo semestre a inflação cairá mais do que Neymar em jogos decisivos", afirmou o ministro, ligando o pisca-alerta e caindo para a direita de modo a deixar uma charrete ultrapassá-lo.
No final da tarde, Mantega enviou um ofício à FIFA reconhecendo que a economia brasileira não estará a pleno gás na Copa das Confederações. "Não interessa o tamanho do PIB. O que importa é o prazer que ele proporciona", justificou, com um galanteio.
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