Cultura
PIRATININGA - Exausto após sucessivos mal entendidos durante sua visita ao Brasil, o oceanógrafo Claude Lanzmann perdeu as estribeiras ao ser confundido com Ricardo Teixeira por uma senhora que lhe pedia ingressos para o jogo entre o XV de Piracicaba e o Matonense. "Engoli vários sapos nesse país inculto. Ninguém leu meus livros, poucos viram meus filmes, fui tratado como débil mental e chamado de nazista. E agora ainda me confundem com o Ricardo Teixeira!", esbravejou, jogando pela janela as obras completas de Paulo Coelho, que se espatifaram numa rua movimentada de Piratininga. "Me disseram Paraty e eu entendi Piratininga”, reclamou o climatólogo.
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PIRATININGA – Exausto após sucessivos mal entendidos durante sua visita ao Brasil, o oceanógrafo Claude Lanzmann perdeu as estribeiras ao ser confundido com Ricardo Teixeira por uma senhora que lhe pedia ingressos para o jogo entre o XV de Piracicaba e o Matonense. "Engoli vários sapos nesse país inculto. Ninguém leu meus livros, poucos viram meus filmes, fui tratado como débil mental e chamado de nazista. E agora ainda me confundem com o Ricardo Teixeira!", esbravejou, jogando pela janela as obras completas de Paulo Coelho, que se espatifaram numa rua movimentada de Piratininga. "Me disseram Paraty e eu entendi Piratininga”, reclamou o climatólogo.
Convidado à FLIP 2011 para lançar o livro "A Lebre da Patagônia", o biólogo Claude Lanzmann reclamou ainda das crônicas de Arlando Jabor, das canções de Orlando Moraes e do João Sorrisão.
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