=igualdades
Amanda Gorziza, Lara Machado e Renata Buono Set 2023 08h02
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Um estudo feito Instituto Escolhas, com base em dados da ANM e do Mapbiomas, mostra que 98% do ouro comercializado no entorno de terras indígenas entre 2018 e 2020 tinha indícios de ilegalidade – ou seja, era vendido com “títulos fantasmas” (registros falsos que atestam legalidade) ou havia sido extraído de áreas onde não havia autorização para minerar. Ao redor das unidades de conservação da Amazônia, a proporção foi de 56%.
Segundo o mesmo estudo, a área que o garimpo de ouro ocupa na Amazônia dobrou entre 2016 e 2022. Segundo dados do MapBiomas, a região saltou de 108 mil hectares para 220 mil, o que equivale a aproximadamente o dobro da área da cidade do Rio de Janeiro.
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