“A obra de Antonio Candido, esse manancial de crítica literária atravessada por um país injusto com o qual o mestre nunca se conformou, é uma lição de agudeza e urbanidade, espírito inquisitivo e delicadeza, originalidade e leveza”. Leandro Sarmatz, editor da Todavia, fala da gentileza do crítico literário e sociólogo, morto na madrugada desta sexta aos 98 anos. Em 2008, a piauí publicou trecho do livro “Antonio Candido e a Menina”, de Ana Luisa Escorel, filha do intelectual, sobre a infância ao lado do pai, que à época escrevia “Formação da Literatura Brasileira” e “Os Parceiros do Rio Bonito”.
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Julia Duailibi conta a história do flerte entre o Partido Novo e Luciano Huck para lançá-lo candidato à Presidência. A reportagem completa está
aqui.
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Às vésperas do depoimento do ex-presidente Lula ao juiz Sérgio Moro em Curitiba, alugamos um Airbnb no edifício Solaris, que ficou conhecido nacionalmente pelo ‘tríplex do Lula’, no Guarujá, litoral sul de São Paulo. O repórter
Leandro Demori hospedou-se por 36 horas no prédio e narrou a rotina do condomínio. Leia
aqui a reportagem.
FOTO: LEANDRO DEMORI
A propósito do depoimento de Lula, na última quarta-feira, 10 de maio, em Curitiba, relembramos a
reportagem sobre a moradora da capital paranaense que ganha dinheiro alugando sua varanda para emissoras de tevê e jornais. Localizado no terceiro andar de um pequeno prédio na esquina da Avenida Garibaldi com a rua São Pio X, o espaço de pouco mais de um metro de largura tem vista privilegiada para o edifício onde trabalha Moro.
Adiantamos trecho inédito do livro do jornalista Olímpio Cruz Neto sobre os últimos dias de Dilma Rousseff na Presidência da República. Ele foi secretário de imprensa de Dilma e deve lançar a obra neste ano.
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Como uma ex-vendedora da Mary Kay ocupou quatro cargos – até o de prefeita – em Foz do Iguaçu em apenas dois dias?
Roberto Kaz foi atrás de Inês Weizemann, a vereadora que, após o colapso da política local, virou a
“Designated Survivor” do Paraná.
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“Filmar na Rússia é pegar um facão e ir cortando os galhos no meio do caminho de uma selva dantesca. É guerrilha”. Assim descreveu para a
piauí Martha Nowill, atriz e autora do diário que levou ao filme “Vermelho Russo”.
No relato, ela comenta sua relação com o país.