=igualdades
Amanda Gorziza e Renata Buono Jun 2023 08h34
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Dos 20,9 mil bolsistas do CNPq em 2022, 65% são homens e 35% mulheres (13,5 mil são homens e 7,4 mil são mulheres). Já no nível 1A, o mais alto, a discrepância de gênero é maior. Dos 1,4 mil bolsistas, 73% são homens e 27% são mulheres (1 mil são do gênero masculino e 385 do gênero feminino). Os dados são do CNPq e foram organizados pelo Parent in Science.
Pela primeira vez na história brasileira, mulheres comandam dois dos órgãos mais importantes para a ciência no país: Luciana Santos é a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, e Mercedes Bustamante preside a Capes. Além disso, a presença feminina na docência aumentou 13,5% em dezesseis anos. Apesar desses avanços, as mulheres ainda estão sub-representadas nos postos mais elevados da pesquisa científica no país. Elas são 55% no mestrado e 53% no doutorado – mas apenas 42% do corpo docente.
Confira aqui o =igualdades completo desta semana, que faz um raio X nos dados de mulheres na ciência no Brasil.