=igualdades
Mar 2023 09h10
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O Brasil tem hoje 1,7 milhão de pessoas trabalhando na informalidade como motoristas de aplicativo, taxistas e entregadores. É o dobro de seis anos atrás, quando havia 843,3 mil trabalhadores nessas profissões. São, em sua maioria, homens jovens e negros, que trabalham sem vínculo empregatício e, portanto, com poucas garantias trabalhistas. Apenas um quinto desses informais contribui com a Previdência Social, segundo dados do Ipea.
A categoria que mais cresceu nos últimos anos foi a de entregadores de moto: de 33 mil, em 2016, passaram a 383 mil no ano passado. Esse crescimento foi impulsionado pela pandemia, quando a demanda por aplicativos de entrega aumentou – e também aumentou o desemprego, empurrando muitos brasileiros para a informalidade. Confira os dados completos na seção =igualdades, que traça um retrato da “uberização” do Brasil.