=igualdades
Amanda Gorziza, Eduardo Chaves e Renata Buono Ago 2022 09h23
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Ao mesmo tempo que o número de movimentações da aviação de negócios voltou a aumentar após o primeiro ano de pandemia, em 2021, a aviação comercial continuou abaixo dos resultados observados em 2019. No ano passado, o número de voos executivos cresceu 4% em relação a 2019, já na aviação comercial, as movimentações caíram 37% em relação ao período pré-pandemia.
Em 2021, a frota executiva realizou 350,2 mil pousos e decolagens, contra 281,3 mil em 2020 e 337,9 mil em 2019. Já as companhias aéreas fizeram 599,7 mil voos em 2021, 466,2 mil em 2020 e 948,2 mil em 2019, mostram dados da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag), que analisa as movimentações de 34 aeroportos no país.
“Em um primeiro momento, as pessoas procuraram a aviação executiva porque a malha aérea havia sido reduzida ao mínimo com a pandemia, depois porque queriam viajar em segurança, com menor risco de contágio. Agora, vemos que mais pessoas estão recorrendo à aviação de negócios para garantir produtividade e chegar onde querem de forma mais rápida”, afirmou Flavio Pires, diretor da Abag.
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