=igualdades
Amanda Gorziza, Renata Buono e Vitória Pilar Ago 2023 08h47
1 min de leitura
Digite o endereço de e-mail do presenteado e enviaremos uma mensagem com o link para abrir o artigo
O monitoramento eletrônico é propagado como uma alternativa ao encarceramento, principalmente durante e após a pandemia. Em 2019, 16,8 mil presos tinham monitoramento eletrônico, o que representava 2% da população prisional. Já em 2022, esse número aumentou para 91,4 mil (11% do total dos presos), mostram dados do Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Além do aumento do monitoramento eletrônico, houve a diminuição de presos em celas estaduais em 2022. “Uma redução importante tinha ocorrido entre 2019 e 2022, com a Recomendação n° 62 do CNJ, em decorrência da crise sanitária de Covid-19”, afirma o relatório.
Confira aqui o =igualdades completo desta semana, que faz um raio X nos dados do sistema carcerário no Brasil.