=igualdades

PROPORÇÃO DE NEGROS E INDÍGENAS NAS UNIVERSIDADES TRIPLICOU EM 21 ANOS NO BRASIL

Imagem Proporção de negros e indígenas nas universidades triplicou em 21 anos no Brasil

1 min de leitura

Presentear este artigo

Digite o endereço de e-mail do presenteado e enviaremos uma mensagem com o link para abrir o artigo

O percentual de estudantes pretos, pardos e indígenas nas universidades brasileiras  era historicamente muito baixo. Em 1999, eles eram apenas 15 a cada 100 estudantes, embora representassem quase metade da população brasileira. A partir de 2000, a participação de negros e indígenas só aumentou, graças a políticas públicas de ação afirmativa e democratização do ensino superior. A Lei de Cotas, instituída em 2012, foi decisiva para esse processo ao reservar para negros, indígenas e alunos da escola pública pelo menos 50% das vagas disponíveis no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), principal porta de entrada na universidade. Com isso, a parcela de alunos negros e indígenas nas universidades triplicou em 20 anos no Brasil: em 2019, eles eram 46 a cada 100. 

Até hoje, porém, que a democratização do acesso à universidade não se deu de forma igual em todos os cursos.  Estudantes negros e indígenas ainda estão sub-representados em cursos considerados “de elite”, como medicina, direito e as engenharias. Para especialistas, questões estruturais, como a qualidade do ensino básico e a altíssima competitividade nos exames de ingresso nas universidades, acaba atrapalhando uma distribuição igualitária das vagas em todas as áreas.

Fonte: Caderno de Estudos e Pesquisas em Políticas Educacionais do Inep


Ícone newsletter Piauí

A revista piauí garante a privacidade dos seus dados, que não serão compartilhados em nenhuma hipótese. Você poderá cancelar a inscrição a qualquer momento.


Jornalista e autora de Memórias Interrompidas: testemunhos do sertão que virou mar. Foi estagiária de jornalismo na piauí e também já contribuiu com Universa Uol, G1 Ceará e Diário do Nordeste.

Foi produtor do Foro de Teresina e repórter na piauí.

É designer e diretora do estúdio BuonoDisegno