=igualdades
Eduardo Chaves, Luigi Mazza e Renata Buono Nov 2022 08h27
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Pela primeira vez desde a redemocratização, em 1989, o segundo turno da eleição presidencial de 2022 no Brasil teve abstenção menor que o primeiro turno. O número de eleitores aumentou em 570 mil de uma votação para a outra. É o equivalente à população de Juiz de Fora (MG) – cerca de 577 mil habitantes.
A polarização entre Lula e Bolsonaro fez com que a eleição registrasse o menor índice de votos brancos e nulos desde 1994. Apenas 4,6% dos eleitores – em números absolutos, 5,7 milhões de pessoas – não quiseram escolher nenhum candidato no segundo turno. É metade do índice registrado em 2018, quando 9,6% dos eleitores – 11,1 milhões de pessoas – preferiram o voto nulo ou branco do que escolher entre Bolsonaro e Haddad.
Confira os dados completos na seção =igualdades desta semana.