Brasil
1 min de leitura
Digite o endereço de e-mail do presenteado e enviaremos uma mensagem com o link para abrir o artigo
Seção de humor da piauí
TRANSIÇÃO ENERGÉTICA – A privatização da presidência da Câmara dos Deputados, que teve suas ações vendidas à joint venture formada pelo PL e pelo Centrão, levou a mais um apagão na autoridade do deputado federal Hugo Motta. A Enel nega envolvimento. “É um caso complexo, que precisa de um grande acordo nacional, com o Supremo, com tudo, para ter a luz reestabelecida”, explicou o ex-presidente da Câmara, Arthur Lira, que presidia a casa num modelo mais feudal. O caso, que resultou na absolvição política de uma deputada condenada pela Justiça, deixou 200 milhões de brasileiros num escuro legislativo. Nos bastidores, o apagão foi visto como uma homenagem de Motta ao governador Tarcísio de Freitas, que tenta lidar com mais um apagão que deixou a cidade de São Paulo nas trevas. Correligionários ligados a Tarcísio afirmam, porém, que o gesto não foi bem visto pelo governador, pois o Palácio dos Bandeirantes se encontrava sem luz.