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A SEMANA NO SITE DA PIAUÍ

Os patrocínios de Itaipu a eventos de magistrados, o perfil de Alfredo Kaefer, a disputa pela indústria da maconha nos EUA e outras histórias
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O Instituto Brasiliense de Direito Público, empresa do qual Gilmar Mendes é sócio, levou 900 mil reais em patrocínios de Itaipu só nos últimos quatro anos.  Na reportagem Cataratas de dinheiro, Rafael Moro Martins investiga a escalada exorbitante dos patrocínios da estatal na área jurídica: em menos de dez anos, Itaipu aumentou em 3.378% o apoio financeiro a eventos de magistrados.

Rafael Moro Martins conta quem é Alfredo Kaefer, que se aproximou de Temer para se tornar a estrela dos nanicos. Deputado do Partido Social Liberal, Kaefer e a bancada da qual é líder votaram, em sua maioria, para salvar o presidente de um processo de corrupção passiva. Agora, a conta da ajuda chega em forma de projetos de lei que os beneficiam diretamente. Um deles pode salvar a vida empresarial de Kaefer — o deputado deve 40 milhões de reais à União e quer mais prazo para a rolagem de dívidas de empresas com a Receita Federal. 

Ex-investidores de Wall Street e os herdeiros de Bob Marley disputam os bilhões da cannabis legalizada nos Estados Unidos. Em cinco anos, a indústria da maconha no país será comparável à da cerveja artesanal. Em dez, à de vinhos — isso se a legislação não embaçar. O repórter Denis Russo Burgieman conta essa história na reportagem Lucrativa como chocolate.

Escritor e diplomata, o potiguar João Almiro tomou posse da Cadeira 22 da Academia Brasileira de Letras em 28 de julho, oito dias após a comemoração dos 120 anos da entidade. Na reportagem É noite de fardão, Alexis Parrot narra a inauguração de uma  nova imortalidade na ABL e conta os bastidores da confraria em que, como já disse o dinamarquês Karl Erik Schøllhammer, “até escritor entra”.

Situado entre 1948 e 1952, o filme Afterimage trata da resistência individual de um artista ao autoritarismo do regime comunista. “É um embate duro e sofrido entre vanguarda e realismo socialista, com desfecho trágico”, avalia Eduardo Escorel. Para o crítico, o longa de despedida do diretor polonês Andrzej Wajda demonstra sua convicção inabalada de que a experiência histórica de seu país tinha interesse universal. 


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