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Jul 2017 10h09
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Amigos-ocultos. A repórter Julia Duailibi narra um encontro entre parlamentares na casa do presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), em Brasília, para discutir “saídas para a crise”. Eles querem a volta do dinheiro das empresas nas eleições, propõem o parlamentarismo e debatem sobre uma PEC salva-Temer. O relato na íntegra aqui.
A Agência Lupa checou o discurso do presidente Michel Temer da última terça-feira, 27. Ele errou ao dizer que laudo tornou ilegal gravação de Joesley Batista, dono da JBS. A Polícia Federal concluiu que “não foram observados elementos que indiquem a existência de adulterações” no áudio. Leia a checagem na íntegra.
Pelo Twitter, as jornalistas da piauí Julia Duailibi e Malu Gaspar comentaram o pronunciamento.
Códigos de Brasília 1: tanta necessidade de demonstrar apoio, juntando um grupo grande de deputados, periga surtir efeito contrário — malu gaspar (@malugaspar) 27 de junho de 2017
Códigos de Brasília 2: Rodrigo Maia não estava dando apoio a Temer no Palácio — malu gaspar (@malugaspar) 27 de junho de 2017
Qdo Dilma fez pronunciamento sobre abertura de impeachment por Cunha, secretárias do Planalto telefonaram p ministros convocando-os pro ato https://t.co/wtCFne3Wx9 — Julia Duailibi (@juliaduailibi) 27 de junho de 2017
Uma delas perguntou ao então ministro Jaques Wagner: ‘Chamo o vice?’ Wagner: ‘Deixa ele no Jaburu. Mto longe. Nao chega ao Planalto a tempo’ https://t.co/8BLyWGmafP — Julia Duailibi (@juliaduailibi) 27 de junho de 2017
Os contraventores do Carnaval carioca ajudaram a eleger o prefeito Marcelo Crivella. Agora estão arrependidos, mostra o repórter Bruno Filippo nesta reportagem. Os sonhos de campanha que uniam as escolas de samba e os evangélicos ruíram na Sexta-Feira Gorda: sem avisar, Crivella não foi ao Sambódromo para abrir oficialmente a festa. Nem deu as caras nos dias dos desfiles. Chiquinho de Carvalho, deputado e presidente da Mangueira, se rebelou: “Ele não sabe do que somos capazes.”
O cinema brasileiro está tendo a capacidade de interagir com o público através de filmes que reflitam a gravidade da crise que o país atravessa? É o quer pergunta o crítico de cinema Eduardo Escorel no texto da semana. “Enredado na teia de um modo de produção dependente do Estado, o cinema brasileiro persiste, não apenas querendo participar de uma festa na qual não é bem-vindo, mas fingindo desconhecer seu alto grau de rejeição. Caso essas circunstâncias persistam – e nada sugere que virão a se alterar –, faltariam requisitos mínimos para que possa haver cinema político no Brasil”, escreve.