questões patronais

FIESP SE REAPROXIMA DOS PETISTAS

Depois do flerte com o bolsonarismo, industriais paulistas se acomodam ao novo governo
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A presença do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), no começo deste ano, teve especial significado para Josué Gomes, o novo presidente da entidade. A visita da maior autoridade econômica do país era uma maneira de demonstrar o prestígio político de Gomes, neutralizando os dissidentes que tentaram derrubá-lo do comando da entidade em janeiro, conta o jornalista Ricardo Balthazar, na piauí nº 200, de maio.

A capacidade de diálogo de Gomes com o governo petista o ajudou a vencer a oposição interna. Pragmáticos, os industriais, depois do longo namoro com o bolsonarismo, não querem criar uma relação conflituosa com o governo eleito, o que poderia obstruir o acesso deles aos corredores de Brasília. No entorno de Lula, por sua vez, não há ninguém interessado em ter um adversário no comando da Fiesp, ainda que a entidade tenha perdido muito da influência de outros tempos. 

Os assinantes da piauí podem ler a reportagem na íntegra neste link.


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