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NA PIAUÍ_202

A capa e os destaques da edição de julho
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Arthur Lira está de volta à capa da piauí – desta vez com menos roupa. Mutretas com kits robótica inspiraram a ilustração O rei quase nu, de Caio Borges. O desenho faz referência à célebre foto do deputado Edmundo Barreto Pinto (1900-72), que posou de terno e cueca para a revista O Cruzeiro, em 1946.

O leitor atento verá na capa deste mês um aviso: “EXCLUSIVO! Nenhuma linha sobre a inelegibilidade de Bolsonaro.” Decidimos navegar outros mares – não menos turbulentos.

Sylvia Colombo faz o perfil do líder da ultradireita argentina, Javier Milei, que concorre nas eleições presidenciais deste ano. Milei está em terceiro lugar nas pesquisas até aqui, mas o alcance de sua candidatura já é um fenômeno inédito para a extrema direita da Argentina.

Robert P. Baird tenta descobrir por que o americano Timothy Snyder se tornou um analista tão arguto da geopolítica mundial, em Um historiador em tempos sombrios. Enquanto isso, o repórter Bernardo Esteves conta como cientistas brasileiros, depois de uma barulhenta campanha nas redes sociais, conseguiram que a Alemanha devolvesse ao Brasil o fóssil do dinossauro Ubirajara jubatus, guardado há muitos anos em um museu de Karlsruhe.

Duas reportagens orbitam o mundo da cultura: Thallys Braga faz uma investigação minuciosa sobre as astúcias de Wilma Petrillo, víuva de Gal Costa; e Angélica Santa Cruz mostra como e por que o Theatro Municipal de São Paulo vive uma crise interminável.

Por fim, quem estava ansioso, não fique mais: a revista deste mês traz mais uma edição saborosa do diário de Geraldo Alckmin (“Agora minha companheira é Libelu Alckmin”).


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