=igualdades
Amanda Gorziza, Renata Buono e Vitória Pilar Ago 2023 08h39
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Entre 2002 e 2022, o número de presos saltou de 239 mil para 832,3 mil. Em 2012, quantidade de presos chegava a 548 mil.
A superlotação carcerária gera uma série de consequências negativas, como a violação dos direitos humanos e a precarização das condições de vida. Atualmente, as mais de 830 mil pessoas com a liberdade cerceada e sob a tutela do Estado estão distribuídas no sistema penitenciário, custódias policiais e prisões domiciliares.
Segundo o Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, ainda há mais de 230 mil pessoas privadas de liberdade além do que o sistema comporta, o que faz com que ele opere quase 40% acima de sua capacidade. Em outros números, há 1,4 preso por vaga disponível.
Confira aqui o =igualdades completo desta semana, que faz um raio X nos dados do sistema carcerário no Brasil.