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Mais Jeremias e menos Khuzina pedem os leitores

| Edição 133, Outubro 2017

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JEREMIAS

Fazia tempo que eu não encontrava uma reportagem tão redondinha como a de Armando Antenore na edição de setembro (“Meu guri”, piauí_132, setembro). A apuração, o texto e a edição são vibrantes – a matéria é de tirar o fôlego do leitor, ao mesmo tempo que não nos deixa desviar os olhos do papel. Senti falta somente de saber um pouco mais sobre o que aconteceu com o menor que também participou do crime com Jeremias, e que foi enviado à Vara da Infância e da Juventude.

RAFAEL RAMOS RIBEIRO_GUARULHOS/SP

 

 

Quero cumprimentar a piauí e Armando Antenore pela emocionante reportagem publicada na edição de setembro, revelando um drama que atinge 250 mil brasileiros. Tenho especial atração por histórias de presídios e presidiários. Já li alguns livros de Drauzio Varella, que me possibilitaram conhecer o cotidiano daqueles que caem na desgraça dessas engrenagens. Também o texto de Antenore nos mostra o inferno em que se pode cair por causa de um ato irresponsável em uma noite de bebedeira.

XIKITO AFFONSO FERREIRA_SALVADOR/BA

 

Armando Antenore expõe em detalhes o drama de uma família negra, humilde, da Baixada Fluminense, e a batalha inglória da mãe, empregada doméstica, para resgatar o filho de 21 anos das mãos da Justiça por ter cometido, com um comparsa menor de idade, o roubo de um celular barato e ter sido preso em flagrante. O minucioso relato mostra como a Justiça castiga impiedosamente os pobres, sem recursos para pagar sua defesa, num processo arrastado que culminou na condenação pesada do réu. Causa revolta a pena desproporcional (seis anos, dois meses e vinte dias) aplicada a um jovem que tinha emprego fixo e que cometeu a infração embriagado. Tanta severidade arruinou de vez sua vida futura: na cadeia, com certeza ele se alinhará a alguma das facções em que se dividem os presidiários e fará seu mestrado na rota do crime.

 

Os caminhos sinuosos do Poder Judiciário rendem bons dividendos para os grandes escritórios de advocacia, assim como beneficiam uma casta privilegiada instalada no aparelho do Estado, em detrimento do restante da população. Infelizmente, a Justiça costuma ser cega e injusta em situações como a do jovem Jeremias.

DIRCEU LUIZ NATAL_RIO DE JANEIRO/RJ

 

HADDAD E LISBOA

 

Queria dar os parabéns à revista. Reclamei do debate entre Ruy Fausto e Samuel Pessôa, e preciso admitir que o nível da discussão subiu muito na troca de textos entre Fernando Haddad e Marcos Lisboa (“Vivi na pele o que aprendi nos livros”, piauí_129, junho; “Outra história”, piauí_131, agosto; “(Des)ilusões liberais”, piauí_132, setembro).

O lado liberal desse embate continua míope, de toda forma. Assim como Pessôa, Lisboa comete o erro de focar demais no aspecto orçamentário, vendo uma continuidade exagerada entre Fernando Henrique Cardoso e o primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva. Ora, algumas políticas sociais de vulto custam muito pouco, mas são impactantes: o programa de construção de cisternas no semiárido nordestino levou água a um milhão de famílias, liberando-as da falta de um recurso essencial e de seu uso clientelista. E isso a um custo que não chega a uma fração de um ano do Bolsa Família. O ProUni trocou dívidas que muito provavelmente não seriam pagas por acesso à universidade. Por fim, um caso mais dramático são as cotas sociais e raciais em universidades federais. Com zero real gasto, foi aberta uma grande avenida de democratização da universidade, invisível a quem olha somente o orçamento. Poderia elencar outros exemplos: segurança alimentar, crédito rural, Sistema Único de Assistência Social. Foram todos cavalos selados que passaram por FHC e foram solenemente ignorados, como também aconteceu com o Bolsa Família.

THOR RIBEIRO_SÃO PAULO/SP

 

É muito importante e esclarecedor para os leitores o debate inteligente entre aqueles que têm ideias diferentes, principalmente nas questões políticas e econômicas – especialmente se o debate é feito por meio de artigos bem escritos. Parabéns, piauí. O artigo de Marcos Lisboa comentando texto anterior de Fernando Haddad (“Outra história”) e outros anteriormente publicados são muito bem-vindos.

JOSÉ DIEGUEZ_SÃO CARLOS/SP

 

Acompanhei atentamente o debate entre Marcos Lisboa e Fernando Haddad nas últimas edições da revista. Concordo em linhas gerais com Lisboa, quando ele diz que os governos de Fernando Henrique Cardoso e de Lula, em seu primeiro mandato, produziram o que mais se aproxima de uma agenda social-democrática no Brasil. Também concordo com o economista – e com Haddad – que “não houve ruptura” entre um governo e outro. Isso prova que boas políticas podem ter continuidade.

Entretanto, creio haver lacunas em ambos os artigos. Seria interessante analisar a guinada política de FHC a partir das necessidades de aprovar a emenda sobre a reeleição, em 1997, bem como avaliar as mudanças da política de Lula não tanto pela crise externa, mas a partir da denúncia do mensalão em 2005, que colocaria em risco sua reeleição. Não seria essa a verdadeira causa por trás da “ruptura”? Será que isso não é parecido com o que estamos vivendo hoje, com Temer?

RENATA VIEIRA_BRASÍLIA/DF

 

UM SERVIÇO INESTIMÁVEL

Apesar de triste, a seção Despedida de setembro (“Inútil paisagem”, piauí_132), sobre a morte do porta-aviões São Paulo, presta um inestimável serviço ao Brasil. O artigo de Cláudio Goldberg Rabin prova, por A + B + 12 milhões de dólares + 287 milhões de reais de conserto, que os militares não são mais competentes que os civis para presidir nossa nação. Se não conseguiram escolher um navio que durasse mais de cinco anos, não merecem administrar um país.

MARCELO DUNLOP_RIO DE JANEIRO/RJ

 

DELÍCIA

Textos inteligentes, cultos, pernósticos, prolixos, informativos: a piauí tem de tudo. Mas a edição de setembro já vale pelo “Memórias coloniais: Minha infância em Moçambique”, de Isabela Figueiredo. Delícia, delícia.

MARCO ANTONIO GAY_RIO DE JANEIRO/RJ

 

TRISTEZA

Parabéns ao Bernardo Esteves, pela esquina “Aterrissagem forçada” (piauí_132, setembro). É triste saber que o mais potente computador do país recebeu pouco mais que a metade da verba de 16 milhões necessária para tocar o projeto e manter a operação de um equipamento de excelente serventia para todos os cientistas brasileiros. Eu me pergunto: qual será o futuro do Brasil? Formação de fundamentalistas religiosos e moralistas radicais de mídias sociais? Está na hora de o governo brasileiro investir mais na pesquisa.

LUÍS DELCIDES RODRIGUES DA SILVA_SÃO PAULO/SP

 

NADIA KHUZINA E MAIS NADA

Nada contra a Nadia Khuzina – pelo contrário, tenho até amigos que curtem –, mas acho que sua cota de capas da piauí já foi estourada há algum tempo. Não custa variar um pouco, como até recentemente se fazia, franqueando-se o espaço a outros artistas igualmente hábeis e espertos.

ÍTALO ALVES_PORTO ALEGRE/RS

 

Acabei de ler a piauí de setembro, no caminho para o trabalho. Estava simplesmente deliciosa. Todas as matérias, sem exceção, me fizeram grudar na revista (em especial “Pureza e poder”, “#charlottesville” e “Memórias coloniais”). Há muito tempo não lia uma edição tão completa e interessante como essa.

Uma crítica a ser feita, no entanto. De novo uma capa da Nadia Khuzina? A oitava seguida, para ser mais exato. Por algum acaso ela tomou conta da seção de capas da revista? Não me levem a mal, ela produziu, ao longo de sua colaboração com a revista, capas excelentes, como por exemplo a da Tropicália, na piauí_117 (junho de 2016), mas talvez o que eu mais goste na revista sejam as capas pensadas e, principalmente, feitas por diferentes artistas a cada mês.

P.S.: Como fã incondicional do cartunista Angeli e admirador de seus pinguins, ficarei chocado se na edição do mês de outubro (11 anos de aniversário da revista) a tradição de suas capas for quebrada.

GUILHERME NUNHO_SÃO PAULO/SP

 

NOTA CONCILIADORA DA REDAÇÃO: Guilherme, como você, somos todos fãs do Angeli aqui na Redação. Mas, como a Nadia também é ouro da casa, nossa edição de aniversário não poderia ficar sem ela, que comparece ilustrando a reportagem de capa. Até o Ítalo, da carta acima da sua, vai nos perdoar por isso. A propósito, nosso implacável Departamento de Checagem avisa que a Nadia assinou seis capas seguidas até setembro, e não oito.

 

LETRINHA

Adquiro com frequência a revista piauí nas bancas, mas infelizmente acabo tendo dificuldade em ler os textos, dado o tamanho minúsculo das letras. Não tenho dificuldade pessoal adicional, razão pela qual imagino que outros leitores tenham esse mesmo problema (repito: pelo tamanho das letras). Quanto ao mais, parabéns pela qualidade dos textos.

LÁSARO CÂNDIDO DA CUNHA_BELO HORIZONTE/MG

 

NOTA CEGA DA REDAÇÃO: Prezado Lásaro, pedimos desculpas, mas não conseguimos ler sua mensagem até o fechamento desta edição.

 

ATRASO

Escrevo para registrar que foi apenas hoje, no 12º dia de setembro, que a piauí chegou a Belém. Devo dizer que infelizmente já passei pela mesma tortura em Florianópolis, em Brasília e em Santos. De o exemplar chegar só lá pelo dia 8. Pior ainda quando tem feriado! Vocês não sabem a frustração que é chegar na banca, ver a Veja lá, e a piauí não.

Ah, como eu queria poder assinar a piauí e recebê-la toda linda em casa ou no meu celular, mas não tenho nem casa nem celular no momento. Por ora, a piauí é a única estabilidade na minha rotina. Meu vício mensal. Não me privem disso!

Enfim, foi realmente bem triste ter que esperar até o dia 12 para ler a palavra do mês de frente para o rio Guamá, enquanto me refrescava com um sorvete de açaí com tapioca. Que sufoco… Não desejo para ninguém essa vida.

ANDRESSA SANTA CRUZ_BELÉM/PA

 

NOTA MÉDICA DA REDAÇÃO: Querida Andressa, falaremos com o carteiro, de forma a remediar o seu vício. Mas, caso você esteja em estágio de dependência avançada da revista, recomendamos entrar em contato com os Piauióticos Anônimos.

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