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A Funai é aqui

| Edição 149, Fevereiro 2019

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O GENERAL DO CAPITÃO
Muito reveladora a matéria “O vice a cavalo” (piauí_147, dezembro) feita pelo excelente Fabio Victor.

Mostra a brutal segregação na entidade, se refletindo na visão de seus membros. Eles só veem as elites: do Judiciário, política, econômica. Pessoas em vagões e ônibus superlotados, comunidades educacionais públicas, saúde pública, pessoas que fazem funcionar a sociedade, enfim, o mundo da maioria das pessoas é totalmente desconhecido deles.

Como esperar melhoria social vinda dessa casta?
DJALMA ROSA_SÃO SIMÃO/SP

 

 

CONTRA O ESTABLISHMENT
O professor Marcos Nobre é um profundo conhecedor do processo político brasileiro, sendo um dos maiores especialistas do que era denominado peemedebismo. Após o retorno da democratização no país, realmente o PMDB, atualmente MDB, passou a ser o partido-chave na governança do país, mesmo alijado do governo central, papel condutor que coube à social-democracia nos últimos vinte anos, representada pelo PSDB e pelo PT. No curto ensaio publicado na piauí_147, de dezembro de 2018, Nobre faz uma análise sóbria do que ele denomina “a revolta conservadora”. Em entrevista recente (novembro) ao jornal El País, declarara que a eleição de Bolsonaro não foi de renovação, mas de destruição. E que precisa do colapso para se manter no poder.

A vitória da direita foi a quebra de um paradigma da política brasileira. Significou, também, que o eleitor cansou da mesmice e chutou o pau da barraca. Diante da desmoralização dos partidos então dominantes, criou-se um vazio, rapidamente ocupado por mensagens radicais exigindo mudanças, que predominaram no país como um todo, com exceção do Nordeste, onde o lulismo ainda comanda os governos estaduais. Mas, mesmo nos grotões, esse domínio se extinguirá, pois o poder mudou definitivamente de mão.
DIRCEU LUIZ NATAL_RIO DE JANEIRO/RJ

 

A FUNAI É AQUI
A revista piauí acostumou-me mal. Muito mal. Sempre vejo e leio grandes matérias. Confesso que a edição 148, de janeiro, não achei das mais brilhantes. Mas, e sempre tem um mas, duas matérias chamaram minha atenção e merecem totais encômios. A Consuelo Dieguez, para variar, fez uma ótima matéria intitulada “Juventude Bolsonarista”. Tivemos uma breve introdução de como pensa e age este enorme segmento que, sem dúvida alguma, saiu do armário e ajudou a eleger o presidente Jair Bolsonaro. Claro está que a repórter deixou escapar, entre as finas linhas de seu texto, diversas ironias em relação à mesma juventude. Pequenos pitacos que buscavam denegrir, de uma forma ou outra, a tal juventude. Mas, tudo bem. Faz parte do jogo.

 

Outra matéria bem interessante foi realizada pela Adriana Negreiros, sob o título de “Exército de uma mulher só”, na qual nos é mostrada a luta e o grande poder de resistência que a futura deputada, Joênia Wapichana, representante dos indígenas, possui. A futura parlamentar conseguiu seu objetivo, calcada em persistência, conhecimento  e um profundo sentimento de mostrar ao mundo todas as vicissitudes por que passam os indígenas neste país. Acho, no entanto, que ela será tragada pelo ambiente nada “silvícola” de Brasília. Mas isto é outro papo.

Queria mencionar, ainda, o artigo “Sofística e polícia política”, de Ruy Fausto. Confesso que a li, mas, como diria Nelson Rodrigues, rubro de modéstia, devo informar à tão vetusta redação que pouco entendi. A matéria estava muito elevada para o meu baixo qi.
A culpa é minha, não do Ruy. Por fim, queria dizer que a piauí estava parecendo uma revista da Funai. Nunca vi tanta matéria sobre índios, de uma só vez. Aumentou meu conhecimento sobre esta importante parcela de nossa população.
ANTONIO CARLOS DA FONSECA NETO_SALVADOR/BA

 

ESTRELA SOLITÁRIA
piauí
me fez tirar o pó das revistas guardadas em caixas plásticas há seis anos para localizar uma edição que já falava sobre sua preferência alvinegra. Ou exigência patronal, talvez. A errata da Redação da piauí_147, ocupando precioso espaço das cartas na edição de dezembro, fez afirmação quase idêntica à da piauí_78, de março de 2013, em comentário a uma carta sobre João Saldanha, realçando – ou melhor, reafirmando – o símbolo da estrela solitária ao final das reportagens. Minha memória não sumiu, apenas falhou para lembrar qual era aquela edição e tive que disputar com os gatos a primazia para folhear as revistas. E qual a importância disso? Precisava aplacar a angústia de saber se tinha lido ou imaginado o comentário. E ter assunto para esta seção, quiçá com direito à foto da Léia, também alvinegra, e admiradora do espaço.
ADILSON ROBERTO GONÇALVES_CAMPINAS/SP

 

NOTA LUDOPÉDICA DA REDAÇÃO: Além de atestar nosso deslumbramento com a erudição dos seus gatos, aproveitamos a oportunidade para informar na maciota (a chefia não pode saber) que, diante dos resultados recentes do tal clube alvinegro, Léia tem vaga certa no time titular.

CARTA SOBRE CARTAS
Já havia comprado algumas edições avulsas nas bancas e me surpreendi com a qualidade e posicionamento da revista! Agora, como assinante, chego à conclusão de que se trata de uma revista de primeiro nível. Provavelmente resultado da equipe que integra a Editora Alvinegra.

Parabéns a todos!

P.S.: Diferente de alguns leitores que mandam cartas e torcem para aparecer na seção, não é meu caso. Me manifesto apenas para elogiar uma editora com rara competência hoje em dia: a imparcialidade.
LUIS PAULO M. AMORIM_RIO DE JANEIRO/RJ

LIÇÃO DE MORAL DA REDAÇÃO: Aprendam, exibicionistas! Os discretos serão os mais vistosos. (Deles será o reino dos céus. Ou, no caso, a seção de Cartas.)


VOLTA, MESSIAS
Gosto muito dos artigos da revista, razão pela qual a assino, mas fico imaginando a razão para os desenhos desrespeitosos como as supostas mensagens entre os familiares e ministros do governo atual. Qual o objetivo? Não tem graça e demonstram apenas preconceitos e talvez ressentimentos.

Já as tirinhas Messias & Messias (piauí_147, dezembro) eram engraçadas.
HELENE SALIM_RIO DE JANEIRO/RJ

SAÍDA PELA TANGENTE DA REDAÇÃO: Xiii… Sugerimos pular as páginas 13, 14 e 15 da presente edição. Se for o caso, podemos descontá-las do preço de capa.

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