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Mais tapas do que beijos

| Edição 153, Junho 2019

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PERDEDORES DA MERITOCRACIA
Mais uma vez parabenizo a equipe editorial da piauí pelo jornalismo investigativo e pela publicação de textos de especialistas altamente preparados e qualificados. O texto de Miguel Lago, na piauí_152, maio, “Procura-se um presidente”, é cirúrgico, lúcido e visionário. Atrevo-me a dizer: assustador. O cientista político faz um raio X completo da direita brasileira e das manobras políticas, favorecidas pela hiperconectividade de quem manuseia celulares com mais afinco que livros (sic). Acredito que o maior erro da nossa história foi não termos feito o dever de casa, após o fim da ditadura militar. Ao contrário da Alemanha, que enfrentou com dignidade a vergonha nacional do nazismo e do Holocausto, o Brasil permitiu que militares e seus apoiadores ocupassem cargos em instituições públicas, partidos políticos e até universidades federais. Essa injustiça com a qual convivemos desde a redemocratização do país, criou vácuos morais. Hoje pagamos o preço dessa insensatez. Na perfeita definição de Lago, “os perdedores da meritocracia” ganharam espaço e poder. Sigo, incansavelmente, procurando meu país.
DANIELA CESTAROLLO_BRASÍLIA/DF

O CORINGA DOS LIBERAIS
A reportagem de Rafael Cariello na piauí_152, maio (“Peixe grande”) chama a atenção para um político que demonstrou, ao longo de seus mandatos, rara capacidade de gestão. Por ter governado um estado pequeno, nunca teve grande projeção nacional, no entanto, tirou o Espírito Santo de situações críticas, combatendo a corrupção e impondo uma política fiscal rigorosa, ao contrário do que ocorreu nas demais unidades da federação, onde a maioria dos governadores descumpriu a Lei de Responsabilidade Fiscal, principalmente distribuindo benesses para o funcionalismo, entregando-se a um populismo desenfreado.

Paulo Hartung é um dos raros políticos que tem moral para liderar um movimento de centro, capaz de contrapor a atual polarização extrema direita/esquerda, absorvendo setores consequentes da direita de cunho liberal e da social-democracia. Apesar de sua volatilidade partidária, o que demonstra uma personalidade individualista, tem fibra de sobra e sabe formar equipes competentes que poderão ajudar nosso país, infelicitado pela mediocridade política reinante, a trilhar um caminho virtuoso.
DIRCEU LUIZ NATAL_RIO DE JANEIRO/RJ

 

MAIS TEMPERANÇA
Depois de receber a edição de maio, só tenho a dizer o seguinte: está demais!

Está demais, escancarada até, a tendência de tentar desconstruir um governo que mal começou. Não sou bolsonarista, mas é insuportável receber a revista mês a mês e constatar isso.

Que puta falta de competência em achar outras pautas!

 

Só vou esperar terminar o prazo de minha assinatura, e piauí nunca mais!
ARTUR APPOLINÁRIO_SÃO BERNARDO DO CAMPO/SP 

A sarcástica resposta à carta de José Ronaldo Melo, na edição 152, escancara o posicionamento político da piauí. Uma lástima. Mais um meio de comunicação adotando a regra de bater no governo de plantão, hoje e sempre, seja de direita ou de esquerda. Numa sociedade com infindáveis problemas, falta de autoridade, carente de esperanças, com desemprego, tendências autodepreciativas, elevado grau de agressividade (o número de assassinatos comprova), consumo crescente de ansiolíticos, antidepressivos, consequências da desesperança, do medo, da ausência de paradigmas, a mídia insiste em denegrir mais esse quadro, corroborando o aprofundamento da crise política, social e econômica.

A piauí vem trazendo reportagens de excelente qualidade e conteúdo. Poderia nos isentar da insistência no enfoque das mazelas consequentes da disputa pelo poder (a maior parte da mídia já faz isso), e levar o leitor a debates de cunho mais científico, cultural e artístico, a exemplo dos artigos de Annie Ernaux, Tom Whyman, Vanessa Barbara, Paula Ramón, Brooke Jarvis. Não estimulem a fuga, de si mesmos ou de sua terra natal. Já há pessoas demais tentando fugir da América Latina e da África. Abram as portas das fronteiras dos Estados Unidos e teremos milhões querendo buscar as benesses do maldito capitalismo. Lembrem-se de que as baterias líricas de Nero esquentaram com o incêndio de Roma. Pois, José, se você não quer escuridão, nem noite fria congelante, por favor, acenda a luz.
ANTONIO BATTISTELLA_CONCÓRDIA/SC

 

 

CAPA
“Homofobia do bem”? Querem atacar o presidente da República usando a imagem de um relacionamento homossexual de forma pejorativa e caricata (Capa, piauí_152, maio)? E se eles fossem mesmo gays, qual seria o problema? Desespero? Falência? Obrigado por nos mostrarem que estamos no caminho certo.
GAYS COM BOLSONARO_Fortaleza/CE

Detalhe para a bituca do cigarro do Olavo. Será que já é a previsão do fim desse governo já brocha? Que capa!
EMMANUEL LOPES_Fortaleza/CE

Vocês não poderiam ter pensado em outra forma de criticar essa aliança? Penso que existem diversas maneiras de criticar discursos hipócritas, comportamentos esdrúxulos e figuras autocratas, sem insinuar que eles sejam gays. É preciso parar de uma vez por todas de colocar a homossexualidade nesse combo.
ROD SEVERIANO_RECIFE/PE

Um pouco repetitivo, não? Já fizeram com Temer e Eduardo Cunha, Putin e Snowden… essa temática homossexual é para chocar alguém ainda? Atualizem-se! Se faz necessário no atual momento e no que esse país está se tornando… homofóbico, racista, preconceituoso. É papel de vocês propor alguma mudança!
CAROLINA D’AVILA _PORTO ALEGRE/RS

Não aguento mais a homofobia internalizada tentando associar o afeto e carinho sexual entre dois homens como algo pejorativo que deve ser razão de escárnio e usado como ofensa.

Dois homens se beijando não é humilhação. Quando vão entender?
SERGIO MARTORELLI_VIA INSTAGRAM

Há tempo venho “namorando” a revista piauí. Decidi tomar uma atitude política, assiná-la.
PAULO PMRTASE_SALVADOR/BA

Porra, capa ousada! Porém, bicho, por que vocês usam homossexualidade como uma ferramenta de crítica?! Vocês foram muito infelizes ao usar a opção sexual como se fosse uma ofensa. Tanta forma mais inteligente para criticar esse bosta que é o Bolsonaro!
THALYS CARDOSO_BELÉM/PA

Essa capa não diz nada sobre o presidente e Olavo. Mas DIZ MUITO sobre quem a fez.
FERNANDA NOETHEN_VIA INSTAGRAM

Sabe o que o presidente vai fazer quando vir isso? Vai rir muito. Afinal, quem é a favor da censura é o PT. Bolsonaro é super-relax. Agora façam uma imagem como essa do Dias Toffoli. Vamos, façam.
LUCIA PAVÃO BENITES_LAGUNA CARAPÃ/MS

Se a capa do mês passado fez meu carteiro bolsonarista passar vergonha, essa aqui acho que ele nem me entregará!
TIAGO HENRIQUE_VIA FACEBOOK

COCA-COLA DA CHINA
Quando João Goulart foi à China na década de 60, foi procurar mercados para os produtos brasileiros, coisa que logo chamaram de comunista. Em 1972, Nixon, numa jogada de mestre, fez isso também e não foi chamado de comunista. O Brasil nunca mudou. Já pensou num chinês tomando uma Coca-Cola por dia?
ROGERIO CARDOZO_TUBARÃO/SC

ZAP
A equipe do Piauí Herald entra em estresse depois de tanto trabalho com o grupo maluco que comanda o governo. As gafes são inúmeras, a cada minuto, e a diretoria não consegue jornalistas suficientes para dar conta do recado. José Simão também pediu arrego.
EDUARDO GIULIANI_SÃO PAULO/SP

Vocês precisam contratar uns humoristas. Valeu a tentativa, mas que coisa sem graça.
SERGIO BESSA_VIA FACEBOOK

Em primeiro lugar, adoro The BolsozApp. No meio de tantas críticas que ele recebeu, precisava dizer isso.

Na matéria “Duas meninas” (piauí_150, março), sobre o quadro de Renoir, está escrito que o Museu J. Paul Getty fica em Paris. Na verdade, está no alto de uma colina, em Los Angeles.
ANDRÉA BRUNETTO_CAMPO GRANDE/MS

NOTA ENCABULADA E ALGO EXTENSA DA REDAÇÃO: Já sabíamos da barrigada desde o dia em que recebemos a revista. Imediatamente corrigimos no site e nos afastamos da cena como quem não quer nada, assobiando com ar distraído, na torcida para que ninguém percebesse. Não contávamos com a tua leitura atenta. O que aconteceu foi o seguinte: numa primeira versão, o quadro aparecia como pertencente ao Museu Marmottan Monet. Nossa checagem identificou o deslize, fez o quadro cruzar o Atlântico e o continente norte-americano, e o depositou na sua morada real. Cumprida a tarefa, nossos valorosos e sub-remunerados checadores seguiram adiante na faina incessante de nos livrar de constrangimentos. Exaustos com a dimensão da empreitada, desmaiaram antes de reparar que o trabalho não estava concluído. Como diz Lorenzo Mammì, autor do excelente ensaio, parafraseando Rick Blaine (googlem), “sempre nos resta Paris”.

MESTRANDA
Todo apoio à colega pesquisadora (esquina “No inferno, com Foucault”, piauí_152, maio). E as contribuições de Foucault são cada vez mais essenciais para tentar analisar o contexto assustador da realidade brasileira.
MÔNICA WALDHELM_SÃO JOÃO DE MERITI/RJ

Pessoas que nem sabem quem foi Foucault ou o que ele defendia, tampouco entendem que “meme” é uma linguagem. Posso arriscar que tampouco sabem o que é linguagem. Apenas deduzem que a pesquisa vai contra os interesses de Bolsonaro, que é quem mantém a suposta virilidade de seus seguidores em pé. Acho que Freud explica melhor que Foucault.
ROSELI BREGANTIN_VIA FACEBOOK

É absurdo não poder pesquisar o que se propõe. Perder a liberdade por causa de uma pesquisa não faz parte da democracia.
LEANDRA CONTESSOTO_ATIBAIA/SP

BRASIL PARALELO
Eduardo Escorel trata com profundidade essa peça de propaganda (“A direita na tela”, piauí_152, maio), demonstrando suas omissões e falsificações. Escorel tem uma produção documental de qualidade, como os filmes sobre a Era Vargas. Tem conhecimento e gabarito, garantindo uma ótima análise.
CLAUDIO SOUSA_VIA FACEBOOK

O texto é ótimo. Consegue atrair a atenção para o documentário sem fazer a gente ter a mínima vontade de assisti-lo.
GILSON CHARLES DOS SANTOS_BRASÍLIA/DF

#MENOS NADIA
Gente, na boa, já deu essas capas da Nadia Khuzina, não é? Torço para que vocês incentivem a diversidade visual, os ilustradores nacionais ou outros artistas russos radicados nos Estados Unidos. Não me entendam errado, o trabalho dela é incrível, mas está cansando o olhar e criando uma imagem engessada para a revista. A impressão que passa é das duas uma: ou vocês sacaram que essas capas vendem mais e não querem largar o osso, ou vocês viciaram em pautar minuciosamente o ilustrador. Torço para que vença a diversidade.
RAFAEL SARAIVA_RIO DE JANEIRO/RJ

NOTA DESALENTADA DA REDAÇÃO: Quem dera essas capas vendessem mais.

#MAIS NADIA
Gosto demais da piauí, pois graças a vocês pude conhecer e admirar jornalistas como Malu Gaspar (o livro dela sobre o Eike Batista é imperdível), Reinaldo Moraes (O rei da baixaria: não percam os livros Pornopopéia e Abacaxi… e tem um novo que comprei, mas ainda não li) e outros como Alejandro Chacoff, Roberto Kaz, Consuelo Dieguez e nosso eterno estagiário Tiago Coelho. Os zaps do Bozo são sensacionais. Me emocionei demais com os relatos de Paula Ramón (que dona Paulina descanse em paz!). Mas é lógico que não há somente flores, vamos aos pequenos espinhos: 1) A sessão de poesia é uma delas (existe cota a ser cumprida?). 2) Tem também um chato da USP com nome de máquina de costura que sempre tem espaço na revista para afirmar que seu molusco em cativeiro é o novo messias. (Há cotas também?) 3) Mas a maior xaropada sem dúvida são os desenhos da Nadia Khuzina, ela só desenha homem pelado e/ou se beijando… essa mulher… ei, pera aê… dei uma googada aqui para lembrar as edições em que ela fez isso… ei, pensei que ela fosse uma velha comunista, mas qual o quê!!! Bem, eu ia reclamar dos desenhos dela, mas vi seu autorretrato no índice da edição 111 da piauí, então mudei de opinião, então em vez de menos Nadia eu quero mais Nadia, desde que ela desenhe a sua experiência com a perestroika e como ela vê a Chechênia, tudo em formato selfie.
MARCOS ROBERTO CARVALHO_SÃO PAULO/SP

NOTA ESCLARECEDORA DA REDAÇÃO: Tiago Coelho não é estagiário desde 2016, quando passou a integrar o nosso reportariado, fato que pode ser facilmente comprovado pela melhora geral da nossa fatura (e pelo novo expediente aqui ao lado). Quanto à Nadia, pedimos que os leitores cheguem a um consenso. Mais Nadia? Menos Nadia? Nadia só em selfie? Nadia sim, mas só se ela evitar homem pelado ou homem se beijando? Nadia só se não estiver mais radicada nos Estados Unidos? (Não está! Salvo engano, ela hoje vive na Armênia!) Obramos para agradar o leitor, mas o leitor tem que facilitar um pouco…

PINGUIM DE CARTEIRINHA
Sou o assinante mais longevo dessa magnífica revista? Se não estou enganado, iniciei minha trajetória na de número 2. Penso que um automóvel já deixei por aí. Quem poderia ter um feito melhor? Aguardo meu pinguim. Um abraço.
JOÃO BATISTA NONOHAY_PORTO ALEGRE/RS

NOTA GENEROSA DA REDAÇÃO: Se você fosse assinante desde o primeiro número, não receberia um pinguim, mas o tal automóvel que deixou por aí. Isso para você ver como somos dadivosos. Já assinante desde o segundo número merece toda a nossa gratidão. Isso vale muito. (Aviso aos espertinhos: não adianta escrever dizendo que assinaram a revista no dia seguinte à chegada das caravelas de Cabral, minutos depois da Primeira Missa. Antes de distribuirmos brindes, pedimos à Abin que confirme a informação.)

DIREITO DE RESPOSTA
Em nota, a Construtora Calper esclarece, quanto à esquina publicada na piauí_152, maio (“Água nas galerias”), sobre o alagamento provocado pelas fortes chuvas no Museu Casa do Pontal, que até a presente data, a construtora já arcou com o pagamento de 5 929 864,74 reais para a instituição, muito embora esteja atravessando um momento financeiro extremamente delicado dada a grave crise econômico-financeira que afetou todo o país e mais diretamente o estado do Rio de Janeiro, e em especial, o mercado imobiliário. Ainda assim, a Calper, em meio às dificuldades de mercado que enfrenta, busca alternativas para manter-se em funcionamento e transformando a vida de seus parceiros, investidores, clientes e amigos.

FERNANDA BARBOSA, ADVOGADA DA CONSTRUTORA CALPER_RIO DE JANEIRO/RJ


Por questões de clareza e espaço, piauí se reserva o direito de editar as cartas selecionadas para publicação. Somente serão consideradas as cartas que informarem o nome e o endereço completo do remetente.

Cartas para a redação:
redacaopiaui@revistapiaui.com.br

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