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O coração aos pulos de um torcedor apaixonado

| Edição 187, Abril 2022

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MARÇO

Queria parabenizar e agradecer a vocês pela piauí_186, março. Fiquei impressionado com a história de Eleonora R. Meinberg (A fazedora tem pressa). Se essa moça conseguiu ajudar tanta gente basicamente no seu tempo livre, fico imaginando o que ela poderia fazer se comandasse uma ONG bem financiada.

Notei que as seções não jornalísticas da revista são frequentemente negligenciadas (com exceção da eventual contribuição de Olegário Ribamar – que, aliás, não deixa de ser jornalismo) por nós, missivistas – talvez por não apresentarem muita oportunidade para polêmicas. Justamente por isso, quero registrar meu apreço pela dose mensal básica de ficção e poesia (Ronald Augusto estava assombroso na edição de fevereiro, e fiquei surdo com o silêncio de Miriam Alves na edição de março) que a revista me fornece – e reclamar que ainda não acredito que Reinaldo Figueiredo fez 22 cartuns sem qualquer menção ao jazz.

 

Enfim, também me tocou a história dos congoleses que abandonaram o Brasil pela “rota da morte” – pelos quais estou torcendo (“Sei quando um país está em crise”). Mas me chamou atenção uma lacuna: Matheus de Moura menciona o genocídio em Ruanda, o assassinato de Kabila e a existência de conflitos na África Central, sem se referir às duas guerras do Congo (1996-97 e 1998-2003), que são consequência direta do genocídio tútsi e constituem um dos conflitos mais brutais que tivemos depois da Segunda Guerra Mundial. Desculpem a péssima analogia ludopédica, mas é um pouco como se alguém dissesse que, na Copa de 2014, o Brasil sofreu uma goleada vexatória de 3 a 0 para a Holanda – o que é verdade, mas deixa de fora o “elefante na sala”, sabe?

(Não, não superei isso, e sequer gosto de futebol. E ainda sou gremista, que cada vez mais parece um “Botafogo do Sul”.)

Pode soar como erudição desnecessária, e entendo que é um assunto tão complexo que seria difícil tratar numa menção passageira, mas estima-se que morreram pelo menos 5 milhões de pessoas nesse conflito totalmente ignorado pelo resto do mundo. Considero relevante destacar isso não apenas pela gravidade do fato, mas porque esse desconhecimento às vezes enseja lacunas bizarras na formação intelectual. Certa vez, vi um pesquisador que admiro dizer que seria bom analisar e emular o que Ruanda fizera para ter um crescimento econômico tão superior a seus vizinhos após 1994 – revelando assim não só desconhecimento da história recente da região, mas uma provável deficiência em seu pensamento econômico.

 

Isso não é uma crítica: nós missivistas estamos aqui justamente para ter a empáfia de lembrar o que vocês deixaram passar. De nada!

RAMIRO PERES_SÃO PAULO/SP

 

NOTA DURA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE IMPRENSA (ABI): Tratar Olegário Ribamar de jornalista é uma das mais sérias injúrias já lançadas contra a profissão. E olha que não chegamos aqui ontem. Podemos dizer sem qualquer sombra de dúvida que nem nos piores momentos da ditadura vimos coisa parecida. Vamos além: até mesmo Jair Bolsonaro não teria coragem de ofender destarte o mister jornalístico. A sociedade brasileira se queda perplexa diante de tão grave agressão.

 

NOTA DURÍSSIMA DO BOTAFOGO INC.(BINC): Da CNN ao New York Times, do Der Spiegel ao Le Monde, do Asahi Shimbun à BBC, do Pravda ao Correio de Pyongyang – não há vivente que não tenha acompanhado com o coração aos pulos a recente transformação do Botafogo em potência econômico-desportiva planetária. Desde que fomos adquiridos pelo grande capitão de indústria John Textor, nome da estirpe dos Vanderbilt, Astor, Rockefeller e Carnegie, repudiamos qualquer comparação com agremiações ao Sul do Equador. Sugerimos, portanto, que o leitor passe a dizer que o Grêmio se parece cada vez mais com um “Íbis do Sul”.

 

A OUVIDORA DOS INVISÍVEIS

A piauí_186, março, premiou seus leitores com uma série de artigos analisando nosso contexto político, entre os quais destaco A eternidade brasileira, de Fernando de Barros e Silva; O antifenômeno, de Ana Clara Costa, centrado na figura controversa de Sergio Moro; O irmão húngaro, de João Gabriel de Lima, que constata a mediocridade de Bolsonaro comparado ao líder da extrema direita Viktor Orbán. Há, também, uma matéria esclarecedora sobre a controversa questão da desestatização da água no Rio de Janeiro, Abrindo a torneira, de Camille Lichotti. No entanto, o texto que mais me sensibilizou foi o da jornalista Angélica Santa Cruz, A fazedora tem pressa, a primeira matéria da seção Esquina. A jovem funcionária da Receita Federal, Eleonora Rigotti Meinberg, é um exemplo de dedicação radical no exercício da cidadania, ao exigir dos órgãos e autoridades públicas a necessária ação para minorar o sofrimento dos marginalizados, sem teto e sem a mínima possibilidade de se reintegrar à sociedade sem ajuda. Eleonora é uma mulher notável, pois ao mesmo tempo em que detecta um problema busca imediatamente sua solução, questionando os órgãos inoperantes que deveriam cuidar dessas questões, pois existem para isso e recebem recursos públicos. No mês de março, em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, a piauí acertou ao publicar tal matéria, uma digna homenagem a essa autêntica ouvidora dos invisíveis.

DIRCEU LUIZ NATAL_RIO DE JANEIRO/RJ

 

MACHISMO

Faço parte do Bike Anjo, um coletivo de ciclistas presente em todo o Brasil que ensina gratuitamente pessoas de qualquer idade a andar de bicicleta.

A maioria dos nossos atendimentos é a mulheres, e o motivo de elas não saberem pedalar é o mesmo que as impede de aprender muitas outras coisas: o machismo e o patriarcado.

Impactante a história da Maninha (A dor como herança, piauí_186, março). Vejo histórias parecidas no meu cotidiano quando ensino mulheres da terceira idade: só ao ficarem viúvas é que conseguem realizar alguns sonhos banais que tiveram a vida inteira, como viajar com as amigas, ir a bailes e andar de bicicleta.

Só depois de enterrarem o último homem que as dominava (primeiro o pai, depois o marido) é que elas podem, enfim, viver.

P.S.: Se um dia quiserem fazer uma esquina sobre o Bike Anjo, será um prazer recebê-los.

NORTON TAVARES DA SILVA_RIO DE JANEIRO/RJ

 

NOTA CELEBRATÓRIA DA REDAÇÃO: Além de leitor e missivista, pauteiro! Piauienses de todo o Brasil, mirem-se no exemplo do Norton! Não basta ler, tem que dar ideias (e não cobrar por elas)! Norton: pauta anotada. Aguarde contato.

quase ficção

Na leitura de O irmão húngaro, de João Gabriel de Lima (piauí_186, março), foi inevitável a lembrança de Chico Buarque e de seu personagem colocado para aprender húngaro e ser escritor de aluguel, no livro Budapeste. O escritor-compositor também teve um irmão europeu – esse de verdade – e sobre ele falou, mas que tinha o gentílico de outro país (O irmão brasileiro, piauí_100, janeiro de 2015). Um contraste com o aluno-presidente, que é displicente até no aprendizado da guerrilha da manipulação dos fatos do professor Orbán e daí ter levado na visita uma grande comitiva, incluindo sua descendência. A necessidade de dominar essas técnicas de geração e divulgação de mentiras será ainda maior neste ano, se realmente for se submeter à reeleição. Uma quase ficção se depreende do texto de Ana Clara Costa sobre a tentativa de construção de outra candidatura, a do parcial ex-juiz Sergio Moro (O antifenômeno). O contraponto com Bolsonaro que ele apregoa é de fachada, pois, feito o personagem de Mary Shelley, Frankenstein, tenta trocar a criatura pelo criador. O “despresidente” atual não existiria sem o marreco de Curitiba ter prendido o principal candidato na eleição de 2018. No mais, o destino do pré-candidato poderá ser o ostracismo ou a cadeia, à semelhança de outros apoiados pelo MBL do mesmo naipe, feito o deputado estadual Arthur do Val (sem partido-SP).

ADILSON ROBERTO GONÇALVES_CAMPINAS/SP 

 

Sou leitor da piauí há anos, desde que estudava jornalismo na ECA e ainda pensava em ser jornalista. Um caso que sempre aparecia na boca dos professores era o crime da Rua Cuba, que foi um escândalo à sua época, e praticamente todos os jornais só falavam nisso por semanas a fio, repórteres e editores tiravam leite de pedra para preencher tempo e espaço com um assunto sobre o qual, em muitos momentos, não tinham nada a acrescentar. Essa situação chegou ao extremo na manchete de segunda de manhã em algum diário de São Paulo: Nada de Novo no Crime da Rua Cuba. Se não tem nada de novo, não tem notícia; a manchete de uma não notícia sobre algo que não aconteceu, um filler do jornalismo que me lembra muito o texto O antifenômeno: a piauí usaria melhor seu papel dando espaço a fenômenos de fato e esquecendo nanicos de popularidade e conteúdo.

EDUARDO NASCIMENTO_SÃO PAULO/SP

 

Em relação à reportagem O antifenômeno (piauí_186, março), a Warde Advogados esclarece que o ex-ministro da Justiça Sergio Moro não foi sondado para integrar os quadros do escritório, seja como contratado ou como associado.

FELIPE PATURY, ASSESSOR DE IMPRENSA DA WARDE ADVOGADOS_SÃO PAULO/SP

 

RACISMO

Eu, como leitora e admiradora do trabalho de vocês, devo sinalizar que o artigo O paraíso do racismo (piauí_186, março) traz referência à frase “racismo sem racistas” usado como metáfora ao Brasil sem dar o devido crédito a Eduardo Bonilla-Silva, criador do termo, do conceito e de um livro com esse mesmo título.

SIDIANE ZANIN_CAMAÇARI/BA

 

CRISTINA PERI ROSSI

Cão de província é assim: sai da província, mas nunca deixa de fazer parte da matilha. Cão de província fica todo feliz quando vê os amigos nas capas (e nos miolos) das revistas. Eu fiquei todo contente quando vi a Rosana Paulino muito bem acompanhada no time que forma a cabeleira da Elza Soares (piauí_185, fevereiro). E também me senti vingado quando li a história do trágico cancelamento do meu chapa Allan Sieber (Sim, eu fui cancelado!), único cara que conheço que não tem reticências pra peitar as gentilezas cariocas. E paga um preço bem alto por isso. E pra completar, eu terminei de ler a edição de fevereiro apaixonado pela Cristina Peri Rossi (O longo exílio). Caramba! Vai escrever bem assim lá no Uruguai! Engajamento sem panfleto em poemas pra lá de lindos. Fui indagar meu amigo Ricardo Casas, documentarista paisano sobre o que ele achava da moça, e pra me humilhar ele me mandou uma foto dele em Barcelona, há poucos anos, jantando na companhia da poeta e de mais duas guapas. Já fui correndo pra biblioteca Viriato Corrêa, na Vila Mariana, para ver o que eles tinham dela por lá. Quase nada. De qualquer forma, valeu a descoberta. No fim das contas, a piauí serve pra isso: pros cães de província se gabarem de ver os amigos publicados. E pros cães de província descobrirem coisas novas!

P.S.: Parabéns a Anita Rivera Guerra, que escreveu a matéria sobre a Peri Rossi.

FABIANO MACIEL_SÃO PAULO/SP

 

CAPA

Fantástica a capa da piauí_185, fevereiro. Sintetiza uma pessoa extraordinária e uma das melhores cantoras do país, Elza Soares. Talento e humanidade. Nunca precisamos tanto.

Mas como era esperado, muitas pessoas discordaram da seleção dos homenageados na capa. O mais lembrado, como era de se esperar, foi o Pelé. Sua ausência na capa é compreensível, já que ele teve força e motivos para ser contra o racismo: adolescente, foi recusado no São Paulo por ser negro, e já no auge foi humilhado mundialmente ao ser recusado pelo Country Club no Rio de Janeiro. Mas a opção dele [de não ser ativista] tem que ser respeitada, assim como a nossa de cobrar, pois, com a força que teve, Pelé poderia ter ajudado muito.

DJALMA ROSA_SÃO SIMÃO/SP

 

Se na seção de cartas da piauí_186, março, o leitor Christiano Leme classificou a capa do mês anterior como “o mais grave erro de vocês nesta já longa jornada”, mal sabia ele o que nos aguardava na própria edição em que sua carta foi publicada.

Uma revista como a piauí, mensal, cuja leitura exige fôlego e determinado distanciamento do factual, não poderia, jamais, resumir um conflito complexo como o da Rússia versus Ucrânia como foi feito na capa de março. Este sim, um dos grandes erros da bela jornada de quase duzentas edições da revista.

JOÃO ALCÂNTARA_BELO HORIZONTE/MG

 

ANÁLISE DO CRIME

O Brasil dos últimos três anos se transformou numa terra de ninguém (A conexão, piauí_185, fevereiro), onde qualquer criminoso chega, viola, corrompe, frauda documentos descaradamente com a cumplicidade de órgãos que existem justamente pra coibir e defender as áreas que ainda abrigam as últimas florestas e que deveriam estar sob a proteção das leis, porém, mais do que nunca, estão ao alcance das mãos dos exterminadores do futuro. Esses criminosos conseguem amealhar sua fortuna sem grandes embaraços porque é só chegar na mata e encher os caminhões de tora de madeira de lei porque, afinal, o Brasil está à venda mesmo e a boiada está passando a galope. A esperança é de que esse pesadelo acabe em outubro porque o Brasil não suporta mais quatro anos desse terror. E nos resta torcer para que o futuro governo consiga reconstruir esse país em ruínas.

VALÉRIA VIEIRA BORDIN_FLORIANÓPOLIS/SC

 

BESOUROS E FOGO NO MUSEU

Muito oportuna a matéria Besouros teutônicos (piauí_185, fevereiro), na qual Emily Almeida fala de uma importante doação realizada por um museu da Alemanha para o Museu Nacional da UFRJ, que sofreu um incêndio de grandes proporções em setembro de 2018, justamente no ano em que a instituição científica mais antiga do Brasil estava comemorando 200 anos de existência. Essa doação, aliada a outras que temos recebido, são um grande estímulo a todo trabalho de reconstrução, que passa pela questão da recomposição do acervo, sendo fundamentais as parcerias internacionais.

Na edição seguinte (piauí_186, março), um leitor, ao comentar a matéria, procurou atribuir a culpa do incêndio a questões partidárias da UFRJ, afirmando que estas eram filiadas a um determinado partido e que haveria uma verba anual “carimbada” de cerca de 9 milhões de reais destinada ao Museu Nacional. Entendendo a revolta do leitor, com a qual profissionais ligados à área museal do Brasil e do exterior se identificam, é fundamental, nestes tempos de notícias falsas, deixar claro: 1) A direção do Museu não tem filiação partidária; 2) Nesses 25 anos que trabalho na instituição que passei a dirigir a partir de 2018, nunca houve qualquer questão relativa a partidos ou política que interferisse na administração; e, sobretudo, 3) Nunca ouvi falar de verba de 9 milhões carimbada para o museu. Se tal verba existisse, talvez a maior tragédia cultural do país poderia ter sido evitada. De toda forma, contamos com o apoio da sociedade para abrir o museu o quanto antes. Mais informações estão no site do Projeto Museu Nacional Vive, que acaba de publicar o relatório anual das atividades.

ALEXANDER KELLNER_DIRETOR DO MUSEU NACIONAL/UFRJ_RIO DE JANEIRO/RJ

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