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Um missivista contumaz e a censura

| Edição 210, Março 2024

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PIAUÍ_208

Escrevo para falar que não curti a caricatura do Flávio Dino aliada à palavra “animal” no subtítulo (O espalha-brasas, piauí_208, janeiro). Fora isso, a edição de janeiro foi ótima por se aprofundar em questões tão revoltantes quanto a manipulação do Kwai (Central de manipulação) e os horrores promovidos pelo governo de El Salvador (O método Bukele) e aqueles cometidos contra mulheres em Dubai (As princesas fugitivas de Dubai). Senti um misto de revolta e tristeza com tanta matéria pesada…

JÉSSICA BARBOSA DE ARAUJO_SÃO PAULO/SP

 

 

Excelente entrada em 2024. Parabéns múltiplos e infinitos pela piauí_208, janeiro. Parei todas as minhas leituras para me concentrar nessa edição. Com um destaque superespecial para a reportagem de Heidi Blake, As princesas fugitivas de Dubai. Como conhecer a verdade pode ser um ato profundamente exasperante. Sufoquei inúmeras vezes. Afinal, qualquer forma de injustiça é muito dolorida, mas nesse caso estamos falando do poder exercido pelo dinheiro com um manancial incontrolável de falta de escrúpulos. Latifa se transforma em uma questão de preocupação para todos nós. Parabéns a vocês por nos revelarem esse submundo macabro oculto sob o véu de progresso e tecnologia de Dubai.

AUREO GUILHERME MENDONÇA_RIO DE JANEIRO/RJ

 

EXPEDIENTE

 

Já passou da hora do nome do “leitor” Dirceu Luiz Natal constar no Expediente da piauí.

PAULO FERNANDO TEIXEIRA_SÃO PAULO/SP

NOTA QUÂNTICA DA REDAÇÃO: Mas caso isso ocorra, será que Dirceu Luiz Natal continuará a enviar suas cartas? Um Dirceu pode habitar dois espaços – o dos leitores e dos autores – ao mesmo tempo? Estaríamos, nesse caso, diante de um fenômeno quântico, o chamado Dirceu de Schrödinger?

 

 

A RÉPLICA

O artigo O ressentimento é real (piauí_209, fevereiro) está correto na leitura que o ódio ao PT não vem dos seus erros, que a rigor são cometidos há 500 anos sem nenhuma censura, mas dos seus acertos. O exemplo está na matéria anterior, O vale-tudo, a qual mostra que os irmãos Batista de modestíssimos açougueiros passaram de repente a dominar a pecuária do Brasil, desencadeando o ódio visceral do agronegócio contra o PT. Já tivemos esse fato localizado quando os senhores de engenho de Olinda provocaram a Guerra dos Mascates ao não aceitarem conviver com outra elite que nascia.

Nossa elite não se importa em manter o país limitado e feudal, desde que sejam vistos como nobres; por outro lado, o país nunca será uma grande nação se prescindir do talento, criatividade, esforço e inteligência da grande maioria do seu povo.

Nós, que não somos elite e estamos imunes a narrativas e engodos, temos que achar caminhos. Afinal, tem espaço para todos e dignidade é inegociável.

DJALMA ROSA_SÃO SIMÃO/SP 

 

A matéria sobre o policial da PF infiltrado no crime organizado é digna de um filme de Scorsese ou do que há de melhor na literatura policial (O infiltrado, piauí_209, fevereiro). Meus cumprimentos ao Allan de Abreu pela escrita e apuração, e tiro meu chapéu à coragem do policial infiltrado de codinome Jardim Filho. Quanto ao texto de Alejandro Chacoff na mesma edição (O mago), sempre revigorante e informativo, ressinto ter iniciado a leitura da matéria somente após ter voltado de Buenos Aires para o Brasil depois de uma visita turística. Pela diferença de uma matéria, não li o texto a tempo de conhecer e me interessar pelo autor argentino César Aira, e de deixar sua terra com um livro dele em mãos, no original em espanhol. Terei de rever a ordem crescente com que leio a revista para a edição de março.

LEONARDO CADIÑANOS_PORTO ALEGRE/RS

NOTA DEFERENTE DA REDAÇÃO: Sua próxima viagem a turismo é para onde, Leonardo? E mais importante: quando exatamente? Vamos pautar o Alejandro Chacoff a partir desse critério, de tal modo que você nunca mais volte de um país sem um livro no original.

 

O VALE-TUDO

O exaustivo trabalho do repórter Breno Pires na piauí_209, fevereiro, ocupou praticamente um décimo da publicação, detalhando todas as peripécias do embate entre a J&F, holding da família Batista, e a Paper Excellence, do empresário sino-indonésio Jackson Wijaya, na negociação da empresa de celulose Eldorado, localizada em Três Lagoas (MS). Trata-se de uma autêntica briga de cachorro grande, como se diz popularmente. É uma disputa bilionária que faz a alegria dos grandes escritórios de advocacia envolvidos, pois as voláteis decisões judiciais, favorecendo um ou outro grupo, permitem ganhos astronômicos aos mesmos.

Acho que o mais importante resultado da descrição minuciosa do andamento desse processo cabeludo, como bem qualificou a revista, é que não há inocentes nesse imbróglio, aliás, uma característica do capitalismo selvagem, quando envolve grupos poderosos, com enorme poder de fogo para influenciar as decisões judiciais em todas as instâncias, até na Suprema Corte.

Parece que a disputa continuará, é muita grana na jogada, e poderão ocorrer outras reviravoltas no processo, pois conforme alguém já afirmou, acho que foi o ex-ministro Malan: “No Brasil até o passado é incerto.”

Gostaria de destacar na mesma edição o cinematográfico relato de Allan de Abreu, O infiltrado, mostrando o primoroso trabalho de inteligência da Polícia Federal, que sem dar um tiro frustrou o modus operandi de quadrilhas internacionais de drogas, colocando na cadeia seus agentes locais e ainda lucrando com os expressivos pagamentos em dólares ao corajoso Edmilson Lincoln Jardim Filho, depositados nu­ma conta judicial.

DIRCEU LUIZ NATAL_RIO DE JANEIRO/RJ

 

O MISSIVISTA CONTUMAZ

Primeiramente, cabe esclarecer ao colega missivista Felipe Bernardo (Cartas, piauí_209, fevereiro) que, de minha parte, existo fora da redação e com ela não tenho nenhuma outra relação a não ser a de, como ele, enviar minhas singelas cartinhas na esperança de vê-­las publicadas. Mas não é verdade que ignoramos o suposto “editor de cartas”, como consta na resposta ao Felipe. Já respondi ao editor de cartas algumas vezes para esclarecer ou contra-argumentar seus comentários, que oscilam entre pertinentes e sarcásticos. Nessa seara, porém, convém pedir desculpas à redação, pois não quis ofendê-la com minha correção de concordância, reconhecendo que, na verdade, as construções usadas por Juliana Faddul não estavam erradas, mas, sim, dão outro enfoque ao sujeito das frases. Ambas são permitidas (singular e plural), segundo a boa e moderna norma culta. Por sorte, tal questão não caiu nos concursos públicos abertos em profusão. Eu erraria!

Seguindo no atendimento ao pedido feito por nosso desprezado editor de cartas, deixarei de comentar as coincidências que beiram o plágio da obra de Monteiro Lobato por George S. Schuyler, apresentadas por Tom Farias (Afrofuturismo e racismo, piauí_209, fevereiro), caso semelhante, com outro viés, ao de Carolina Nabuco e seu romance A sucessora, que teria sido plagiado por Daphne du Maurier em Rebecca, um assunto que pode ser explorado em matérias vindouras.

Também deixarei de indicar um pitoresco projeto de lei proibindo chuvas, enchentes e raios na cidade, proposto pelo então prefeito de Aparecida (SP), no início de 2007, a fim de ilustrar parte da preocupação política com a interação entre o homem e suas consequências ambientais, apresentada por Fernando Tadeu Moraes (Tormentas brasileiras, piauí_209, fevereiro). Não por menos, o ex-alcaide José Luiz Rodrigues tem a alcunha de Zé Louquinho.

Assim, finalizando a resposta ao editor de cartas, com o devido pedido de desculpas à “Nota de Nariz Arrebitado da Redação” já feito, há que se esclarecer que a carta publicada na piauí_209, fevereiro, é um misto de duas enviadas – e isso vocês não informaram (!).

ADILSON ROBERTO GONÇALVES_CAMPINAS/SP

NOTA INDIGNADA DA REDAÇÃO: Espanto. Assombro. Revolta. É com um sentimento de perplexidade que o editor de cartas lê e relê a sua resposta, meu caro Adilson. Diz você, em sua missiva, já ter endereçado cartas diretamente a este editor. Pois bem: a realidade, dura e triste, é que estas cartas jamais chegaram ao destinatário. Sim, cabe fazer com que o mundo saiba a verdade – e ela dói: o editor de cartas é um sujeito em eterno estado de ignorância, um reles respondedor, que vive em sua masmorra intelectual, sem acesso à totalidade de cartas enviadas à redação. revelada a censura! É preciso que o mundo se manifeste, que a ONU emita uma nota de repulsa, que o Merval Pereira escreva uma coluna! (E claro, é preciso também que você continue enviando seus comentários, combinado?).

 

ERRATA

A reportagem Duas faces da moeda (piauí_208, janeiro) informou erroneamente que o projeto de lei nº 1185/2023, do deputado Noraldino Júnior (PSB-MG), propõe incorporar ao Monumento Natural Estadual Serra da Moeda um trecho de terras em troca de liberar outro trecho em favor da Gerdau. Na verdade, o projeto propõe apenas a incorporação de terra à Serra da Moeda, sem a troca. A correção também foi inserida na versão digital da reportagem.

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