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Nossas regras de semântica e sintaxe para textos sobre o Botafogo

| Edição 222, Março 2025

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FEVEREIRO

Não se pode dizer que Fernando de Barros e Silva seja noveleiro, mas o paralelismo que ele elaborou entre a nova versão de Vale tudo e o Brasil de ontem, de hoje e de sempre, é um primor (Yes, nós temos banana, piauí_221, fevereiro). Vi-me também assistindo à peça O berço do herói, de Dias Gomes, encantado pela semelhança com a novela Roque Santeiro, que conheceria algum tempo depois. A teledramaturgia um dia foi importante como formadora – e também reflexo – de tecidos sociais. Mesmo com o belo ensaio e profunda análise do Fernando, não voltarei a ver tais produções. E olha que a conexão com Assistindo ao luxo (piauí_221, fevereiro), de Alejandro Chacoff, é imediata. A vida nos canais de notícia e nas páginas da piauí já basta, pedindo perdão a Ferreira Gullar.

O choque de realidade continua na mesma edição da revista, sem esquecer a capa, com sua metáfora (ou seria meta dentro de tudo?). Só não concordo com o ano da morte do Facebook na lápide, uma vez que a rede antissocial continua vivíssima – e mortífera, sim, mas isso faz parte da metadentro, certo?

 

Creio que nunca vi uma edição tão cheia de artigos baseados em notícias ruins, salvando apenas o necrológio de Jimmy Carter (O antípoda de Trump, piauí_221, fevereiro), elaborado por Consuelo Dieguez. O centenário ex-­presidente norte-americano foi uma bolha de esclarecimento em relação à política global, administrando um país que nem sabe localizar-se em um mapa. Antes que reclamem, fiel a Lima Barreto, no meu termômetro bom/ruim não estou considerando alusões ao futebol, mesmo cutucando o “dono”.

ADILSON ROBERTO GONÇALVES_CAMPINAS/SP

NOTA NOVELEIRA DA REDAÇÃO: Isso é porque você ainda não viu os paralelismos que Fernando de Barros e Silva faz com Betty, a feia, Carrossel e A usurpadora.

 

QUESTÕES INDÍGENAS

A matéria A suspensão do outro (piauí_221, fevereiro) é aquele texto do Bernardo Esteves para colocar post-it e ser revisitado. Transita entre a importância da anuência (ou o significado que isso tenha para os korubos) dos registros audiovisuais realizados com os povos indígenas e a produção documental com essa temática como ferramenta para garantia de direitos aos povos originários. O visionário Bruno Pereira faz falta, inclusive para arbitrar esse conflito e intermediar o diálogo entre korubos, Funai e o cineasta Bruno Jorge. A despeito da qualidade do documentário e da sua importância inequívoca, são marcantes as perspectivas etnocêntricas das justificativas do cineasta, em especial ao achar que os korubos “não entenderiam” suas imagens produzidas em território. O mesmo Bernardo, lá em 2023, na matéria Sangue ancestral (piauí_205, outubro de 2023), trouxe questões éticas significativas sobre o uso de materiais biológicos sem autorização prévia dos indígenas. Sangue ou imagens podem estar bem demarcados na cultura ocidental, mas podem existir outras 305 visões distintas sobre o tema.

PAULO ABATI_CAMPINAS/SP

 

 

Gostei muito da edição de fevereiro, e fiquei curioso com o filme A invenção do outro (retratado na reportagem A suspensão do outro). Queria aprender mais sobre saúde com os povos isolados. O que eles comem, quais seus hábitos culturais e sua visão do mundo. Quero temer o que eles temem. E se temem as câmeras, talvez as câmeras não sejam uma coisa tão boa quanto pensamos.

Uma fala transcrita no texto deu a entender que algum tempo depois do contato conosco os povos isolados começaram a comer arroz e as nossas porcarias. Ficaram fracos e doentes. O arroz tá mais caro que a mandioca…

A reportagem que trouxe a “chave mestra” (Chame o ladrão, piauí_221, fevereiro) foi muito instrutiva também (e o texto, apesar do conteúdo entristecedor, escrito de forma tão bela). De um lado, a polícia brincando de tropa de elite; de outro, o povo sofrendo; do outro lado a gente vendo tudo isso acontecer. Vai ver, se a gente parasse de imaginar que estamos em guerra e fizéssemos o que um país que está em paz costuma fazer – usar o braço forte pra cultivar a terra –, a gente não teria que relatar e ver na tela da tevê esse terror. Seríamos mais felizes na hora de comer comendo algo diferente do que faz mal pros nossos parentes. Resolveríamos uma dúzia de problemas.

Quanto ao artigo O novo obscurantismo (piauí_221, fevereiro) eu só digo: venha. Acredito que toda essa teatralidade pseudoespiritual, superficial e maliciosa seja o contraponto à busca pela reconexão com o espírito. É uma busca ancestral que de tempos em tempos sobe ao palco. Talvez seja a deixa para Iansã e Xangô instilarem coragem e senso de justiça em um filho de Ogum.

UBIRACY DO AMARAL JUNIOR_MACAPÁ/AP

 

CARTA SOBRE A CARTA

Em comentário à carta de Dirceu Luiz Natal, na piauí_221, fevereiro, “… num populismo rasteiro que prevalece nos rincões, onde vivem os mais necessitados, dependentes das benesses governamentais. Enquanto nos centros urbanos, mais dinâmicos e com a população devidamente conectada, o povo exige melhores respostas às suas necessidades”.

Necessitados e dependentes de quê, que não são os muitos que vivem em áreas de “centros urbanos”, capitais ou não? Energia elétrica, moradia e transporte de qualidade, alimentos, água limpa, todos por um preço acessível? “Devidamente conectados”, “mais dinâmicos”, “melhores respostas”, como se o povo que vive fora do formato das grandes cidades não se informasse, colaborasse, produzisse cultura e ciência, se reunisse em coletivos e lutasse pelas demandas pertinentes à sua maneira de viver. Na sociedade conectada, multirracial e complexa em que vivemos, conceitos de zona rural, urbana, dinamismo, centro, interior e periferia parecem mudar de sentido, e problemas e soluções têm múltiplas raízes.

RICARDO ALEXANDRE_CRATO/CE

 

FÃ-CLUBE

Sou uma jovem assinante (jovem em todos os sentidos!!) e senti a necessidade de tirar um tempinho do meu dia para agradecer a vocês. É visível o excelente trabalho de todos os envolvidos na elaboração das edições mensais da piauí.

O cuidado e a atenção se tornam nítidos na leitura das excelentes matérias, sempre muito bem escritas e muito pertinentes, e nas ilustrações, sempre tocantes e muito bem executadas. Converti minha família, e em casa somos todos leitores. Espero que reconheçam o serviço essencial que vocês prestam, sempre nos presenteando com jornalismo verdadeiro e de qualidade, algo raríssimo nos dias atuais, nessa tumultuada república nossa.

Desejo todo o sucesso e felicidade do mundo para todos!

LUIZA ZORZI_SÃO PAULO/SP

 

BOTAFOGO
Li a excelente saga do Sandro Aurélio Jr. pelo Botafogo (A saga da glória eterna, piauí_220, janeiro) – que eliminou meu time na Libertadores (São Paulo, nas quartas) e mesmo assim simpatizei com o time pra ganhar o caneco.

Porém, na edição impressa (creio que no site também está, então seria legal atualizar), há um pequeno erro. Na parte do canto do hino no ônibus está escrito “Botafogo, Botafogo, campeão desde 1907”, mas o correto seria “desde 1910”.

Acho que se no site estiver também, vale a pena a atualização. No mais, a matéria é excelente e parabéns pelo trabalho de todas e todos na revista.

Saudações tricolores!

DANILO MENDONÇA_CAMPINAS/SP

NOTA ERUDITA, ACADÊMICA, HISTÓRICA, PEDAGÓGICA E CIVILIZATÓRIA DA REDAÇÃO: “Em 1907, o Botafogo terminou o campeonato em primeiro lugar, ao lado do Fluminense. O regulamento previa um jogo de desempate, mas o Fluminense não topou, virou a mesa e o campeão ficou indefinido até 1991, quando o Botafogo conseguiu, no Tribunal da Federação, a expressiva marca de 11 votos a 0. Assim, o título de 1907 foi proclamado ao seu verdadeiro merecedor: o Botafogo.” In: borges filho, João Nascimento. Cultura botafoguense: histórias do Botafogo & títulos. Macapá: Universidade Federal do Amapá, 2010. Admirável artigo acadêmico que, ao destacar o placar de 11 a 0, demonstra para além de qualquer dúvida a notável integridade do Judiciário brasileiro.

 

Como torcedor do Clube Atlético Mineiro, quero negociar abatimento proporcional da minha assinatura da piauí (está em nome da minha esposa, foi presente dela). Receber seis páginas sobre as conquistas do Botafogo na edição de janeiro (A saga da glória eterna, piauí_220, janeiro) e outras oito na edição de fevereiro (Nós, tão iguais e agora tão diferentes, piauí_221, fevereiro) foi um claríssimo exagero. A propósito, também pode ser incluída na negociação um grampo mensal que sou obrigado a usar nas minhas revistas, para que as folhas do meio não se soltem. Sim, na polêmica do terceiro grampo, eu me antecipo, grampeando as revistas por conta própria para não perder nenhuma página, mesmo as que falam da vitória do Botafogo sobre o Atlético.

NOTA NEOLIBERAL DA REDAÇÃO: Parabéns pela solução empreendedora do terceiro grampo. É a isso que a Faria Lima se refere quando fala em menos Estado e mais iniciativa privada.

 

Estou começando a achar que esta revista tem algum esquema de orçamento secreto com o Botafogo. Como não sou muito inteirado no futebol, só lendo a piauí estou achando que o time ganha um título por mês.

Além disso, queria deixar registrado aqui o meu apoio ao time do grampo extra. Creio que a verba do Botafogo seja suficiente para cobrir os custos.

MATHEUS COELHO ANDRIES_CAMPINAS/SP

 

nota sincera da redação: Você já leu o Manual de redação da piauí? Você sabia que ele tem um capítulo inteiro dedicado às regras de semântica e sintaxe para textos sobre o Botafogo?

 

Será que alguém aí da piauí pode perguntar ao João Moreira Salles – que primeiro publicou o livro Arrabalde para conclamar o mundo a ter a Amazônia em seu imaginário e depois Nós, tão iguais e agora tão diferentes (piauí_221, fevereiro) para relatar nossa transição botafoguense de Gloriosos apenas para Gloriosos Eternos – se ele considera aceitável que o Tapetinho do Niltão seja sintético, de plástico? Bom, de grama vegetal tampouco poderá ser, que remete demais aos pastos do agro. O jeito vai ser o Textor cultivar uma serrapilheira no Engenho de Dentro, e que Barboza, Marlon, Gregore, Savarino e companhia pisem fofo. A bola não vai correr como em 2024, o Igor Jesus vai ter que se especializar em golear de cabeça. A temporada de 2025 que nos aguarde!

LUIS CAMPAGNOLI_SÃO PAULO/SP

 

NOTA HESITANTE DO AUTOR: Consultado, João Moreira Salles foi pego no contrapé. Passada uma eternidade durante a qual teria sido possível ler Guerra e paz, finalmente balbuciou uma resposta: “Na Amazônia, estamos trocando a floresta mais rica do mundo por pastos vagabundos. Sendo assim, melhor substituir aquela graminha rala pelo tapetinho artificial do Nilton Santos. Sairiam os bois e entraria o esquadrão alvinegro, um uso mais civilizatório de tanta terra devastada. E o melhor: ao contrário das vacas, Savarino, Gregore e Igor Jesus não contribuem para o aquecimento global. Lucram o planeta, o bom futebol e a estrutura do Botafogo, que ganharia espaço para se expandir (o Lonier é bacana, mas pequeno). Sobre espalhar uma boa serrapilheira no Nilton Santos, sim, sou a favor. Do jeito que o time vem jogando, nossa esperança é atrapalhar a vida dos adversários. Quanto mais troncos, galhos, cipós e folhas perto do nosso gol, melhor.”

 

APOCALIPSE

Na matéria O enigma do voto (piauí_220, janeiro), o fator humano deveria ser mais aprofundado e tem que ser completado com o aspecto da natureza.

Existe o fator limitador que impede que uma espécie prolifere; são dois mecanismos: predador e falta de alimento. Ao eliminar os dois, já somos uma praga. Foi exacerbado um aspecto que sempre existiu em todos os povos e em todas as épocas: o bolsonarismo. Dado nosso poder de destruição, é certeza que o processo sairá do controle. A opção racional é diminuir a população onde o impacto é maior e equalizar a distribuição da riqueza, o que é totalmente impossível. A natureza seguirá seu curso, reequilibrará o sistema eliminando o desequilíbrio, pois não existe nenhuma espécie privilegiada.

DJALMA ROSA_SÃO SIMÃO/SP

 

ERRATA
No texto O lado B do Barão (piauí_220, janeiro), a Convenção de Paris, entre dom João VI e Luís XVIII, foi assinada em 1817 e não em 1841, como estava indicado.

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