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Ler a piauí de forma irresponsável e pouco metódica também é válido

| Edição 166, Julho 2020

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PIAUÍ 165
Superfã de Consuelo Dieguez, agradeço pela matéria “Caçadores de mentiras”; muito me animou o trabalho da IFCN e seus princípios para um jornalismo confiável. Mas a dificuldade é a assimetria “defesa versus ataque”: é mais fácil espalhar fake news do que checá-las; isso poderia ser mitigado com a arregimentação de voluntários (como faz a Full Fact). Ainda, como frisa Rodrigo Mesquita em “Uma nova imprensa” – um apelo à adaptação do jornalismo (que me evocou The Revolt of the Public, de Martin Gurri) –, o problema é menos as pessoas que acreditam em uma determinada fake news, e mais o resultante contexto de incerteza e desconfiança geral, que faz as pessoas buscarem informações que confortem seus vieses e emoções prévias. Adicione a isso a formação de “bolhas”.

Como Consuelo, preocupo-me com governos despreparados chamando para si regular a circulação de informações; gostaria de ler mais sobre alternativas efetivas. Talvez uma “agência de rating” que classifique transmissores de informação de acordo com sua observância a princípios de confiabilidade (como os da IFCN); aliás, googlei e descobri que a Ad Fontes Media já o faz, há um livro de 2015 a respeito. Mas acho cada vez mais provável que haverá normas responsabilizando indivíduos por repassarem informações falsas ou imprecisas – e, se os jornalistas não começarem a pensar nisso, outros o farão.

Dedico a Cristina Tardáguila e à IFCN um soneto, Ode Alética, pelo qual já peço perdão:

 

Mundo Orwelliano: jornais/Acusados, enquanto a agências/Cabe espalhar mentira “inteligência”/E a cloroquina, aos generais./A liderança, por memes,/fala; de ivermectina, enrola./Assola a pandemia, e se teme/Que ao Congo volte o Ebola./Épica, mas inglória,/A batalha sobre a checagem,/Como mostra a reportagem,/É uma parcial vitória./Mais célere é a viagem/De quem perverte a história.

P.S.: Recentemente, reli “Data Venia, o Supremo” (piauí_47, agosto 2010). Meus profundos pêsames por Luiz Maklouf Carvalho.
RAMIRO PERES_PORTO ALEGRE/RS


NOTA TRISTE DA REDAÇÃO: 
Obrigado, Ramiro. Se nós tivéssemos o teu talento, também escreveríamos um soneto para o Maklouf. Ele foi um companheiro de trabalho maravilhoso.

 

 

Nessa robusta piauí_165, junho, com suas 94 páginas e matérias diversificadas para o gosto de todos os fregueses, destaco os emocionantes relatos sobre a quarentena: é a cubana contando as agruras do seu país, onde a pandemia está sob total controle, porém a questão básica é a escassez de alimentos; é a italiana que ficou confinada em Adis Abeba, na Etiópia; é o albanês revoltado com a derrubada de imóveis históricos (lembrando a passagem da boiada de um certo ministro do Meio Ambiente); são brasileiros e suas aventuras em países tão diversos como Islândia, Estônia e Vietnã, sendo que, neste último, mais uma vez os vietnamitas mostraram sua fibra no combate à Covid-19.
DIRCEU LUIZ NATAL_RIO DE JANEIRO/RJ

Aproveitando que a Terra ainda é redonda, creio ser permitido dar um giro pela piauí_165, junho, mês dos dez anos da morte de José Saramago e de aniversário para mim. Malu Gaspar nos relata um período em que as estruturas diplomáticas brasileiras funcionavam, ou melhor, existiam. É claro que ter estado “No parquinho das potências” nucleares teve um alto preço, revelando um pouco da euforia mesclada com ingenuidade, mas não se compara com os atuais lambe-botas, vassalos de norte-americanos. O chanceler Celso Amorim foi um expoente daquele tempo e é saudável ler e ouvir o que ele nos conta de sua experiência.

Já Marcos de Azambuja (“A geopolítica do ‘vírus chinês’”) escorrega ao aceitar como “acelerado crescimento econômico” o falseamento daqueles dados divulgados pela ditadura militar brasileira, ainda que o faça para comparar com o momento em que a economia de Estado chinesa está vivendo. Porém, seu texto segue em jornada dinâmica, migrando do Oriente Médio para ir mais a Leste. Como ele recheou seu artigo com comparações à ciência e menções a Júlio Verne e H. G. Wells, lembro que não é por menos que Perry Rhodan, protagonista da longeva série de ficção científica alemã homônima, fundou sua Terceira Potência no Deserto de Gobi, China, e, a partir dali, conquistou a galáxia. Agora com os pés no chão e completando minha volta, como sugestão, poderiam fazer uma matéria sobre a outra tradução de Memórias Póstumas de Brás Cubas, quase simultânea à de Flora Thomson-DeVeaux, que em “A gestação do menino diabo” nos encantou com seu périplo por dicionários, hemerotecas e até pelo Google para plasmar sua obra. Pena que na ilustração de Caio Borges que acompanha o artigo não apareça o gato da tradutora.
ADILSON ROBERTO GONÇALVES_CAMPINAS/SP

 

 

NOTA ABSOLUTAMENTE DISPENSÁVEL DA REDAÇÃO: Tentamos incluir o gato, Adilson, mas o bicho é discretíssimo. Não gosta de foto, não tem Instagram, vive recusando convites para participar de webinários no Zoom e já foi pego dizendo que Rubem Fonseca, Greta Garbo, J. D. Salinger e Thomas Pynchon eram borboletas sociais (ainda matou o Pynchon, coitado). É um caso sério. Pra você ter uma ideia, chegou a rosnar para o Caio, o que deixou todo mundo espantado porque não sabíamos que gato rosnava. Gato rosna?

 

BRINCANDO EM TEERÃ
Considero a Malu Gaspar uma das melhores repórteres do país. Entre outras coisas, me impressiona a sua coragem jornalística e a sua capacidade de apuração – além, é claro, de seu texto cristalino e sedutor. Com base nessa admiração, registro aqui uma pequena objeção à reportagem “No parquinho das potências” (piauí_165, junho), sobre a empreitada da diplomacia brasileira junto ao Irã. Ao relatar os bastidores do imbróglio, a edição final do texto comete o deslize de conferir maior protagonismo à perspectiva estadunidense. Além disso, embora a jornalista costume traduzir com muita qualidade resultados de pesquisa acadêmica, a conclusão dessa matéria não encontra respaldo nos argumentos mobilizados ao longo do texto. A meu ver, os elementos apresentados não permitem deduzir que o fracasso da Declaração de Teerã tenha configurado uma inflexão na posição brasileira diante da comunidade internacional. Talvez o esforço obstinado em deslocar a mitologia política do Lula (o que vejo como uma contribuição) tenha afetado a qualidade habitual do trabalho da Malu Gaspar.
RAMÓN CHAVES_RIO DE JANEIRO/ RJ

 

O AMANHÃ
Finalmente um texto que não fica apenas remoendo o passado. Rodrigo Mesquita escreve sobre o futuro (“Uma nova imprensa”, piauí_165, junho), instiga a percepção dos leitores sobre possibilidades para o jornalismo. Espero outros Mesquitas para discorrer sobre educação, cultura, sociedade, família. Por favor, piauí, nos ajude a contemplar o amanhã, nos dê a visão além do alcance.
MARCOS VINICIUS_JARAGUÁ DO SUL /SC

 

LUZ NO FIM DO TÚNEL
Todos os dias dedico uma hora à leitura da piauí, enquanto caminho e tomo sol na garagem do prédio (já que não se pode sair por enquanto). Sou encantada com a profundidade argumentativa dos autores, com a retrospectiva histórica que enriquece grande número de artigos. Aprendo demais com vocês, aplico o que aprendo e, como sou professora, passo adiante o assunto e o entusiasmo.

Todavia, por favor, minha gente, de vez em quando, apresentem uma luz no fim do túnel! As análises são muito lúcidas e lógicas, mas deixam uma angústia, uma dor no peito… Será que além da denúncia, unzinho de vocês poderia nos dar esperança?!
LÚLIA QUEIROZ SILVA_BELO HORIZONTE/MG

 NOTA CONTRATUAL DA REDAÇÃO: Entendemos a angústia e somos solidários. Não está mesmo fácil. Um companheiro aqui da redação vive dizendo que está felicíssimo porque o Botafogo está invicto desde março. Repete isso com os olhos vazados de luz. Pra você ver como cada um vai buscar onde pode o seu quinhão de esperança. A gente torce para que você se alegre com: (1) a reportagem sobre os cientistas brasileiros que, contra tudo e todos, seguem trabalhando valorosamente para vencer a pandemia; (2) a carta-desabafo de Ligia Lima sobre o racismo, que, sem deixar de dar nome aos bois, consegue ser delicada e esperançosa; e (3) o conto inédito de Hemingway, o que é sempre um bálsamo. Um trato: caso algum desses textos te dê algum alento, você retribui a graça nos ensinando como ler a piauí caminhando. Fechado?

 

O CERCO SE FECHA
Em relação ao artigo do Fernando Barros e Silva, “Dentro do pesadelo” (piauí_164, maio), concordo com tudo o que foi dito ali. A alucinação e a distopia que parecem intermináveis estão corroendo essa República e têm toda similaridade com o pesadelo de Raskólnikov. Na verdade, todos os setores contribuíram pra isso, desde os jornais, canais de tevê, igrejas etc. Na ânsia de apear o PT do poder nas últimas eleições, nos jogaram nos braços do demolidor da civilização. Como conseguiram fazer uma analogia entre Bolsonero e Haddad? Como conseguiram comparar civilização e barbárie e colocar os dois no mesmo balaio? Como ver alguma luz no fim desse túnel sombrio sem extirpar o bolsonarismo?
VALERIA BORDIN_FLORIANÓPOLIS/SC

Magistral o artigo “Dentro do pesadelo”, de Fernando de Barros e Silva, sobre o Brasil de Bolsonaro. Palmas, palmas. Leiam, leiam.
MARCO ANTONIO GAY_RIO DE JANEIRO/RJ

NOTA REITERATIVA DA REDAÇÃO: Leiam! Leiam! E mais: leiam!

 

A ROTINA NO BALCÃO
Gostaria de agradecer à piauí pela oportunidade de ler o diário de Sandro Aurélio na matéria “Tem Cloroquina?”, na piauí de maio. A princípio, por dar voz a todos os trabalhadores que não podem se dar ao luxo do isolamento social, aos trabalhadores de farmácias, supermercados, restaurantes, serviços de entrega. E ao trabalho precarizado dos serviços de aplicativo de delivery. Gostaria que houvesse mais reportagens assim. Mas também por nos permitir conhecer o Sandro Aurélio. Sua escrita honesta e emocionada me cativou muito, e fiquei com vontade conhecer mais. Por isso, faço o apelo: retirem o pó do diploma dele e botem Sandro Aurélio como colunista da piauí!
CAMILA ALVES_RIO DE JANEIRO/RJ

 

PIAUÍ 164
Quando ia me preparar para elogiar a edição 163 da piauí, eis que chega a edição 164 melhor ainda.

Primeiro, o excelente artigo de Fernando de Barros e Silva (“Dentro do pesadelo”). Não poderia ter havido melhor análise sobre o “pandebolsonaro” do que essa. Com a exemplificação das tempestades dostoievskianas, ele aprofunda sobre o nosso triste país.

Depois vem Roberto Kaz com sua análise científica sobre o vírus (“Uma biografia improvável”). Mereceu ser (re)lido com vagar, pela complexidade e importância do tema.

Sem esquecer da excelente seleção da Esquina/Quarentena.

Mas o fino foi a ficção de Martha Batalha (“Volta, Carlinhos”). Grande escritora. Fez-me lembrar de outros grandes escritores que fizeram a geografia do Rio de Janeiro brilhar em intensidade.
GERALDO MAIA_BELO HORIZONTE/MG

 

Nobres excelências responsáveis pelas cartas de seus pobres leitores, alvíssaras!

Observando a recomendação dessa egrégia publicação, acabo de concluir a leitura de capa a capa do exemplar de número 164.

Curiosamente, apesar de assinante, leitor assíduo e depositário de exemplares desde o número inicial, nunca tinha tido essa experiência.

Assuntos interessantes, textos em forma e conteúdo bem desenvolvidos, as usual, e, lógico, a quarentena, ajudaram no fenômeno.

Tenho me divertido sempre nas últimas edições com The BolsozApp e com o Concurso Literário, lenitivo para este macróbio cidadão, órfão de tia Zulmira [do Stanislaw Ponte Preta], nesses tempos de Covid.

Me sensibilizou especialmente, no exemplar de maio, o diário do Sandro Aurélio, jornalista de farmácia que mereceria mais jornalismo e menos farmácia (“Tem cloroquina?”).

Cogitem com carinho. Saravá.
FÁBIO LEMMI_SÃO PAULO/ SP

NOTA PREOCUPADA DA REDAÇÃO: Esse tipo de manifestação sempre nos alegra, mas estaríamos mentindo se não disséssemos que também nos traz certa dose de ansiedade. O receio é de que a leitura completa da revista vire obrigação, um pouco como comer brócolis ou ter de traçar A Montanha Mágica até o fim. Por isso avisamos: ler a piauí de forma irresponsável e pouco metódica também funciona. É como a maioria de nós faz a revista! Quanto ao Sandro Aurélio, o clamor popular é ensurdecedor e merecido. Os leitores voltarão a encontrá-lo em nossas páginas.

 

ERRO FATAL
Povo piauiense!

É hora de estourar a revolução! E que seja pelas páginas impressas e digitais da piauí – antes que seja tarde…

Aqui e ali, o inimigo já espreitava. Na edição 164, contudo, ele mostrou suas armas no sagrado território piauiense, intimidando quem quer que com ele mantivesse contato visual – o que ocorreu ostensiva e devastadoramente nas páginas 32 (“O medo nos trilhos”), 66 (“Isolamento à beira-mar”) e 77 (“Volta ao mundo – O presidente sumiu”).

Com seu atômico potencial destrutivo até do mais sofisticado estilo, a “vítima fatal” segue tombando manchetes, artigos, notas, comentários, o que quer que lhe cruze a frente.

É hora de dar fim à opressão semântica que se espraia em letra e voz, e decretar a morte redacional da “vítima fatal”.

Senão por outra razão, é porque fatal é o que mata, não o que morre. Assim, quando muito, uma “vítima fatal” habitaria o mundo do mais puro paradoxo, o papel do suicida (“só que não”) ou simplesmente aquele que parece ser de fato o inimigo a ser dizimado: o puro vício de escrita.

!Adelante, compas! Iniciemos, pois, a batalha contra esse inimigo do bom texto jornalístico, em geral tão bem cultuado nas linhas da piauí, as quais acompanho assiduamente há pelo menos dez anos – inclusive mais recentemente iniciando minha esposa nesse viciante hábito informativo.

Salve!
DIEGO AIROSO DA MOTTA_PORTO ALEGRE/RS

NOTA FÚNEBRE DA REDAÇÃO: Pesarosos, anunciamos que o até então ilibado Departamento de Revisão, Gramática, Estilo e Sintaxe da revista (sim, tínhamos um!), de tantos serviços prestados à nação, foi vitimado pela carta do Airoso leitor. Era fatal que isso acontecesse.

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