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Correspondência ativa e passiva

| Edição 148, Janeiro 2019

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OS FILHOS DO CAPITÃO
Faltou na reportagem de Fabio Victor (“O vice a cavalo”, piauí_147, dezembro) comentários do general do capitão sobre o “Trio Parada Dura” (Carlos, Flávio e Eduardo, filhos de Bolsonaro).
JOSÉ LUIZ FELIX DA CUNHA_BELO HORIZONTE/MG

 

CANHOTOS
Sou leitor da piauí desde o primeiro número e tenho que admitir que houve uma drástica mudança no periódico desde então.

A leitura do recente número de dezembro – assim como a capa – reforça o que eu já vinha constatando: a Redação virou um antro de ressentidos esquerdistas que preconizam tempos sombrios com o advento de um estado ditatorial e repressivo, destruição das instituições etc. etc., blá-blá-blá.

 

Os senhores Marcos Nobre (nobre?) e Fabio Victor são flagrantemente integrantes desse grupo de escrevinhadores. Pouco jornalismo e muita inclinação tendenciosa. Pudera… esses dois passaram pela escolinha da Folha de S.Paulo, assim como muitos colaboradores que frequentam essas páginas.

Senhores editores: cuidado, pois a piauí parece estar se transformando na sucursal da Folha de S.Paulo!

Ainda é tempo de corrigir o rumo.

 

P.S.: Aos mais precipitados, não sou bolsonarista.
ARTUR APPOLINÁRIO_SÃO BERNARDO DO CAMPO/SP 

NOTA PERPLEXA DA REDAÇÃO: Como assim, sucursal da Folha de S.Paulo? Imprensa burguesa, nosotros? Não está claro que fazemos parte do mesmo grupo editorial do Granma e do Pyongyang People’s Star?

 

HUMOR?
O genial Chico Anysio tinha uma definição simples, clara e objetiva sobre humor: “Há dois tipos de humor: o engraçado e o sem graça.”

 

As tirinhas da piauí_147, de autoria de um tal de Andrício de Souza, não podiam ser mais infelizes. Desrespeito religioso gratuito, politicamente engajado e muito, muito bobo, sem a menor sombra de graça. Inclusive a capa, lamentável.

Quem é que escolhe e decide o que publicar nessa revista?

Aproveito para desejar à equipe da piauí um ótimo Natal e um Ano-Novo divertido e cheio de sacadas melhores que as do último número do ano.
LÚCIO MAZZA_GUARULHOS/SP

NOTA SINCERA DA REDAÇÃO: O pior, Lúcio, é que quem decide o que publicar nessa revista é a pessoa mais capaz da Redação. Você pode bem imaginar o nível do resto… É duro, amigo, é duro.

 

Sou brasileiro e tenho orgulho de ler uma revista formada por uma equipe do mais alto nível jornalístico. Mas tenho críticas um tanto quanto controversas em relação àquelas reportagens que têm muito mais a ver com humor do que com a realidade dos fatos.

Admiro, sim, a inteligência da criação. Mas a vejo muitas vezes agressiva e com uma insatisfação descontrolada, de quem perdeu a mamadeira. Claro que não é o caso desta revista. Espero que não. Até parece que o sucesso da piauí é exatamente esse tipo de conteúdo, com muita criatividade e humor na política brasileira.

Sugiro uma reportagem colocando mais esperança a esse povo tão sofrido do Brasil. Quem sabe, dá certo. Por que ser do contra, nos deixando mais apreensivos e sofridos? Basta de pessimismo. Defeitos, quem não os têm? E se esse governo que se forma agora der certo?

Amigos, desculpem. Sou apenas mais um que acredita. Não dá mais para suportar tanta corrupção, violência e deseducação.

DAVI CAMPOS_Crato/CE

 

CONJUNTO DA OBRA

Há pouco mais de meio século aprendi a ler. Morava então em Santo Amaro, um lugarejo com não mais de quinhentas almas – situado às margens da estrada que liga Vitória a Belo Horizonte –, com muitos cachorros, gatos, galinhas, cavalos e passarinhos em suas ruas empoeiradas. Um dos momentos mais esperados por mim era o sábado à tarde, quando meu irmão mais velho, que morava em Manhuaçu, trazia para mim a revista InTerValo. Quando via a revista, ficava desorientado, extasiado, alucinado. Corria com ela para um lugar bem escondido de todos. Fechava-me no meu mundo e ele se abria. Tudo nela me fascinava: seu formato pequeno, seu cheiro, suas imagens, seus textos. Vem daquela época minha paixão por revistas. Sempre tive uma por perto e sempre fui grande frequentador das bancas de revistas.

Por causa desse hábito, em outubro de 2006, vi a piauí em sua primeira edição. Foi amor à primeira vista. Tal qual aquele menino em 1967, fui com ela para um lugar onde ficasse sozinho. De forma mais comedida, mas também desorientado, extasiado, alucinado. Tudo nela me fascinou: seu formato grande, seu cheiro, suas imagens, seus textos.

Hoje, 147 edições depois, a piauí continua exercendo em mim o mesmo fascínio. Nunca quis assiná-la. Sei que ela chega em minha cidade por volta do dia 10. Então, saio de casa como se não quisesse nada e vou ao seu encontro na banca. Quando a vejo, “alguma coisa acontece no meu coração”. Pego, pago e saio de lá querendo passar a impressão de que estou levando somente uma revista. Não sei se alguém percebe, mas estou levando um sonho, uma das coisas mais prazerosas que tenho na vida.

AGUINALDO DUTRA BRANDÃO_MANHUAÇU/MG

 

CORRESPONDÊNCIA ATIVA E PASSIVA

Não sei se o João Gabriel (Cartas, piauí_145) e o João Moreia Salles são românticos, como afirmou o leitor Herberth Lima dos Santos (Cartas, piauí_146), mas posso afiançar que são almas genuinamente sensíveis e delicadas.

O primeiro, de sua carta ressume a nostalgia das primeiras descobertas e do caudal de emoções experimentadas por então. Quando li seu texto me vi adolescente em puro êxtase do explorador que acaba, depois de uma vida inteira, por descobrir seu Eldorado apresentando aos amigos as mais recentes edições de Cadernos do Terceiro Mundo, Chiclete com Banana, Planeta Diário e depois Casseta & Planeta e Mad, entre outras, que deixaram tantas saudades – saibam que algumas revistas têm alma e quando desaparecem seus leitores ficam enlutados como se fosse a perda de um grande amigo, às vezes de uma vida inteira.

Talvez tenha sido essa descoberta que o João Gabriel quis compartilhar quando compara a leitura da piauí a um encontro familiar. E quero crer que a alma desta revista é a sua equipe de redatores que “bernardshawnianamente” se dedica a responder seus leitores; esse é o plus dessa publicação. A eles dedico o título deste texto, que roubei descaradamente de uma das obras de um titã da literatura brasileira, Afonso Henriques de Lima Barreto (Correspondência Ativa e Passiva, Editora Brasiliense, 1956), que bandarilhou por diversas revistas em sua época, fosse como redator ou colaborador – e tendo uma vida de atribulações quando sua enfermidade já fazia a soma dos seus dias, ele dedicava seu breve tempo a responder as cartas que seus admiradores enviavam com manuscritos pedindo conselhos sobre literatura, como se tornar escritor etc.

E o João Moreira Salles? Ora, ele lê os muros da cidade. O que mais eu posso dizer em sua causa?

WALDEMAR TAVARES_NITERÓI/RJ

 


Por questões de clareza e espaço, piauí se reserva o direito de editar as cartas selecionadas para publicação. Somente serão consideradas as cartas que informarem o nome e o endereço completo do remetente.

Cartas para a redação:
redacaopiaui@revistapiaui.com.br

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