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Drummond, Proust e Dirceu

| Edição 143, Agosto 2018

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DRUMMOND E O ABISMO

O diálogo entre os artigos da piauí é frequente e foi sobre essa rocha, literalmente, que a edição de julho foi alicerçada. De um lado, José Miguel Wisnik nos apresenta um excerto de seu livro que faz uma releitura da obra poética de Drummond (“O poeta e a pedra”) e explica como ele tirou leite de pedra para compor seus versos biográficos, forjados a ferro e fogo, da mesma forma que sua Itabira se transformou de cidade natal em cidade metal. A pedra no meio do caminho do poeta é uma alegoria do ambiente explorado e exportado do Brasil.

De outro lado, Claudio Angelo apresenta outra questão mineralógica (“O segredo do abismo”) no leito do oceano, e os conflitos entre o poder conhecer e o conhecimento para o poder, envolvendo o entendimento da origem metalúrgica do assoalho atlântico e o interesse pelas terras raras ali contidas para suprir as necessidades de uma sociedade dita do conhecimento. De novo, é o ambiente nacional envolvido, cuja defesa deveria ser cláusula pétrea, com o perdão do trocadilho.

 

Interligando as matérias, nos deparamos com a despedida das ararinhas-azuis (“A revoada”, de Roberto Kaz), nativas nossas, mas criadas e estudadas alhures, outro ambiente exportado. Isso me lembra que um dos principais centros de investigação de doenças tropicais fica na fria e cinzenta Hamburgo, na Alemanha. Aliás, um tema interessante para Bernardo Esteves abordar – o porquê de situações tipicamente tropicais serem estudadas fortemente em países que convivem com o frio, sejam doenças, sejam bichos.

Essa nossa perda do ambiente, por razões científicas ou econômicas, está relacionada a outras perdas sociais e culturais, como a volta do Brasil ao mapa da fome, os surtos de sarampo e o aumento da mortalidade infantil. Não é à toa que até a plástica do futebol nacional foi substituída pela dramaturgia e o culto à imagem de um dos supostos protagonistas, destacado na capa e não na Copa.

ADILSON ROBERTO GONÇALVES_CAMPINAS/SP

 

 

DRUMMOND E PROUST

A piauí_142, julho, presenteia seus leitores com um texto brilhante desse intelectual múltiplo – José Miguel Wisnik –, uma amostra saborosa do livro que está para ser lançado sobre nosso poeta maior (Maquinação do Mundo: Drummond e a Mineração). É sempre uma enorme alegria quando nos deparamos com um texto de tal qualidade, dedicado a penetrar fundo e esclarecer certos aspectos da poética drummondiana, focando o lado recôndito extraído de sua origem itabirana. Preciosa a análise da durée bergsoniana e sua aproximação com outro artista genial, Marcel Proust, que explorou o recurso da memória involuntária à exaustão para construir esse monumento que foi À la Recherche du Temps Perdu. Aliás, Drummond foi o tradutor de um dos sete volumes, A Fugitiva, o que demonstra sua profunda intimidade com os mergulhos da memória involuntária do gênio francês, o qual, utilizando tal recurso, construiu um enorme mosaico representando toda uma época, o que certamente teve forte influência na poética do mineiro.

DIRCEU LUIZ NATAL_RIO DE JANEIRO/RJ

 

 

AS DELÍCIAS DE BOURDAIN

Só fui saber da existência de Bourdain quando de sua morte, e mesmo assim acabei não me interessando por ele. Deixei a matéria da piauí_142, julho, por último (“Anthony Bourdain é uma festa”), para, quem sabe, chegar a próxima revista e eu não precisar ler. Mas como sou metódico demais para abandonar qualquer parte não lida, acabei tendo o prazer de me deliciar com uma reportagem tão interessante e bem escrita como essa. Parabéns à curadoria da piauí por selecionar uma matéria para celebrar a vida, e não a morte, desse personagem tão verdadeiro da culinária e do entretenimento mundial. Virei fã.

DANIEL MOLINA RECCO_SÃO PAULO/SP

 

NOTA LIBERTÁRIA DA REDAÇÃO: Ficamos felizes que, por nosso intermédio, você tenha conhecido um tipo tão vital quanto o Bourdain. No entanto, essa disciplina de ler a revista de capa a capa nos preocupa. Deve haver por aí algum opúsculo escrito por um alemão inteligente discorrendo sobre as prisões do método. Como desabafa o teu vizinho do andar de baixo – dá uma espiada, é a próxima carta –, a piauí é oceânica e não foi feita para ser navegada de costa a costa. Estamos mais para navegação de cabotagem. Se as pessoas pararem apenas nos portos que lhes parecerem interessantes, exóticos ou intrigantes, já estará bom demais. Do contrário vira obrigação, como quando a gente era criança e tinha que comer brócolis.

 

DESABAFO

Gostaria de desabafar. Gosto dos temas e das abordagens da piauí. Inteligência, profundidade e criatividade que abrem perspectivas novas para mim. Contudo, é insuportável a forma como isso é feito. Explico.

As matérias são muito longas, e boa parte do que é dito parece estar ali para encher a linguiça já bem temperada que não precisaria de tantas caudalosas linhas.

Além de longas, QUASE TODAS iniciam com a narração de um episódio do cotidiano de um personagem da matéria, porém depois o estilo da escrita muda. O que me parece é que um bom jornalista ou convidado a escrever se senta e faz um bom texto e se vê obrigado a colocar esse episódio antes para a redação da revista dar o o.k., já que seria o formato querido. São geralmente três ou quatro parágrafos cumprindo essa exigência (é uma exigência mesmo?) e depois o estilo da escrita muda. Não seria possível ter mais matérias com mais objetividade e mudar o formato obrigatório (é obrigatório?) de colocar no início do texto de todos os articulistas esse alienígena (a narração do cotidiano)?

Frustrante isso!!!!

MATEUS OLIVEIRA_BELO HORIZONTE/MG

 

NOTA DA REDAÇÃO: Numa tarde fria de inverno, Mateus Oliveira sentou-se na biblioteca e, após refletir um instante, abriu seu laptop. Sorvendo uma xícara de kombucha, organizou seus pensamentos e digitou estas linhas.

 

PORRA, PIAUÍ

Para uma revista que sempre se orgulhou de ser editada e reeditada com rigor e à exaustão, a piauí de julho traz alguns desagradáveis descuidos cacofônicos:

* Texto de Gian Amato para a seção Esquina (“Pardal, ó pá”), p. 14, última linha: “…não foi testada na praia, por razões óbvias”;

* Texto de Bruno Carvalho (“Não foi você”), p. 18, penúltimo parágrafo: “…bem menos exploradas na política eleitoral, por razões óbvias: além de recebermos…”;

* Texto de Carol Bensimon (“Meus avós em ruínas”), p. 26, penúltimo parágrafo: “Por razões que desconheço, meus avós não estavam interessados…”;

* Texto de Adriana Negreiros (“A soberana do sertão”), p. 32, quinto parágrafo: “Por razões óbvias, nenhum cangaceiro jogava charme…”

Eu já havia dado um fim a minhas preocupações com os cacófatos na querida piauí, mesmo porque nunca ganhei refregas semelhantes junto a outros meios de comunicação impressos. Além disso, um cacofatozinho por cada texto publicado é aceitável. A qualidade dos conteúdos compensa, uma mão lava a outra. (O artigo “Não foi você”, de Bruno Carvalho, é muito bom, o de Mori Ponsowy, “No rastro de Boubacar”, é um primor.) Mas – porra, piauí – está faltando capricho. Dito isto, vou-me já, para não mais aborrecer a redação e os leitores.

JORGE MURTINHO_SÃO PAULO/SP

 

NOTA PENITENTE DA REDAÇÃO: Se morassem todos na mesma cidade, editores e revisores de piauí se imolariam em praça pública. Contudo, como atos isolados de contrição não têm apelo midiático e passariam despercebidos, só nos resta pedir desculpas ao Jorge, velho colaborador da revista, que há tempos vem nos alertando sobre o nosso ouvido de lata (Cartas piauí_135, dezembro). “Derrapei mesmo”, admitiu uma de nossas melhores profissionais, não sem invocar, no melhor espírito até-os-gênios-erram, o verso camoniano “Alma minha gentil, que te partiste”.  É bem verdade que, em defesa do poeta, alguém poderia argumentar que no século XVI a maminha ainda não era um corte de carne popular.

 

O FUTURO QUE NÃO VEIO

Sou psicanalista e nunca havia lido um texto com tamanho valor de amplificação sobre o conceito de “lugar” e, consequentemente, a diferença de “espaço” – termos muito utilizados quando se estuda Lacan e Winnicott. Carol Bensimon (“Meus avós em ruínas”, piauí_142, julho) estimulou-me a ler os autores citados, seu artigo ofereceu um espaço para encontrarmos lugares.

CRISTIANO ALMEIDA_SÃO PAULO/SP

 

PIAUÍ_142

Parabenizo mais um número da revista piauí. Artigos de destaque intelectual como “A soberana do sertão”, de Adriana Negreiros, no qual já desperta o desejo de ler o livro, antecipando a linha do tempo, ou “O segredo do abismo”, de Claudio Angelo, levando a nossa mente para as profundezas do Atlântico Sul.

No entanto, “Não foi você”, de Bruno Carvalho (34 homônimos na Plataforma Lattes – quem é o ilustre desconhecido?), incomoda pela superficialidade da análise e non sequitur de suas premissas e conclusões, muito mais se aproximando de uma interpretação panfletária do que propriamente uma imparcial avaliação do quadro político brasileiro, no caso específico, Jair Bolsonaro.

Tá certo que o autor é mais um BB (backward brazilianist) radicado em Harvard, talvez da mesma tchurma de Mangabeira Unger, que há muito até esqueceu o idioma português, e que se dedica a planos mirabolantes que nunca saíram do papel, para agradar aos donos do poder (primeiro da turma do PT, e agora com o Cirão do Sertão).

Fica a sugestão, pela exiguidade de espaço: que, no mesmo volume editorial, vocês permitam o contrapeso para essa manifestação parcial e tendenciosa, e garanto que haverá dezenas de interessados capacitados para participar desse desnudamento de tolices e ranço ideológico. Eu tô na fila…

MÁRCIO BAMBIRRA SANTOS_NOVA LIMA/MG

 

Grata surpresa em ver na mesma edição os cartuns do Allan Sieber e o inacreditável Andrício de Souza (“Peréio continua com acento”). No caso do Allan, destaco a sua coragem em tocar no tema feminismo de forma que poucos ousariam numa mesa de bar. Além disso, ainda o excelente perfil do Anthony Bourdain (“Anthony Bourdain é uma festa”). Cada vez melhor a revista.

DANIEL DUARTE BORGES_NOVA LIMA/MG

 

A piauí_142 está excepcional. A começar (por onde quase todos nós começamos) pela seção Cartas. Todas as desta edição continham críticas à revista, que corajosamente as publicou. Parabéns, piauí. Sim, com a única exceção do “ectoplasma” Dirceu, que é no mais das vezes elogiosa. Parece-me que eu já disse isso ou outro leitor escreveu: a piauí precisa de um leitor para chamar Dirceu. A gente entende.

No entanto, a carta mais agressiva foi de Fabrício C. Tavares, de Santa Maria (RS), que não deixou barato e mereceu a resposta, na qual são formuladas várias perguntas. Perguntas estas que estão no ar e não querem se calar: “Leitor fã de revista inteligente é leitor inteligente? Leitor fã de revista fútil é leitor fútil? Leitor fã de revista esquisita é leitor esquisito?”

Assim, atrevo-me a acrescentar a pergunta que muitos de nós (leitores da piauí) por certo formulamos em nossas cabeças: Leitor fã de revista de merda é leitor de merda? Perdoem-me pelo termo chulo que a piauí, educada e habilmente, evitou.

E para encerrar, devo dizer que a edição de julho está impecável. Li de cabo a rabo e ficou difícil dizer qual artigo é melhor que o outro. Todos excelentes. E como gosto de aves – sou observador –, desejo expressar muita sorte à ararinha-azul. Que ela volte e possa encantar com seu voo e beleza os céus do sofrido Brasil.

LUCAS COTRIM_CAMPINAS/SP

 

VARIEGADOS

Terminei de ler recentemente o livro do Scott Adams sobre Donald Trump, Ganhar de Lavada: Persuasão em um Mundo Onde os Fatos Não Importam. Não dá para explicar tudo aqui, mas basta dizer que Adams foi um dos poucos a prever a vitória de Trump enquanto a imprensa toda se debatia (outro que previu foi o excêntrico Edward Luttwak – na piauí_115, abril 2016, tem um ótimo perfil dele, “O Maquiavel de Maryland”, para quem se interessar). Nem precisamos ir muito longe para entender o estado da imprensa norte-americana: indico a reportagem de Daniela Pinheiro na piauí_123, dezembro 2016, “O jornalismo pós-Trump”. Está tudo lá: jornalistas engomadinhos, sem queimar a sola do sapato e sem entender nada.

Lembrei do livro ao ler a seção de cartas da edição 142, porque Adams fala sobre os filtros que usamos para “entender” a realidade. Ao ver leitores reclamando de uma sátira sobre a esquerda, só pude pensar que Adams tem razão, os fatos não importam e usamos nossos próprios filtros. Talvez eu também esteja usando algum filtro, mas vejamos: a revista praticamente todo mês publica alguma matéria ou artigo com viés esquerdista e não possui um jornalista/repórter que seja de direita. Foi muito divertido ler, no site, o diretor de redação da piauí falando sobre a nova seção de colunas sobre as eleições: “Os colunistas têm diferentes orientações políticas.” Marcos Nobre, o próprio Fernando de Barros e Silva, Ana Carolina Evangelista… muita diferença mesmo. Até os estagiários da piauí são de esquerda (na verdade, deve ser pré-requisito para trabalhar numa redação de jornal ou revista no Brasil).

Mas o que dá para perceber em uma carta como a da leitora Sheila Saad é que ela não quer que a piauí faça graça com a esquerda, ainda que na mesma edição que critica (piauí_140, maio) haja textos sobre Guilherme Boulos (“O herdeiro”), mais um texto a-culpa-é-dos-outros do André Singer (“Do sonho rooseveltiano ao pesadelo golpista”), Armando Antenore (“A revanche da babá”) e Flora Thomson-DeVeaux (“Nota sobre o Calabouço”) falando sobre o racismo nosso de cada dia etc. E se a gente for analisar todas as edições da piauí, sai de baixo: ou é racismo, ou é feminismo, ou gênero, ou ambientalismo. Aguento isso todo mês e não saio dizendo que vou parar de comprar a revista. Não deve ser legal para a piauí perder uma leitora nesses tempos bicudos, afinal dinheiro é dinheiro, mas eu digo: já vai tarde.

No mais, adorei o perfil sobre o Anthony Bourdain (“Anthony Bourdain é uma festa”, piauí_142). Com esse perfil vocês meio que compensam o fato de não publicar nada sobre David Milch, David Lynch ou Terrence Malick (mas algo do Charles Siebert eu ainda quero). E, além de tudo, ainda digo (achei que escrever isso na outra carta ficaria exagerado, não gosto de me gabar) que compro, há uns dois anos, todo mês, duas edições da piauí, uma para mim e uma para uma amiga.

CARPEGIANNY FERREIRA LAURENTINO_BRASÍLIA/DF 

 

NOTA GABOLA DA REDAÇÃO: Defendemos a tese de que quem compra duas piauís por mês tem todo o direito de se gabar. A manter esse hábito, não nos espantará se o leitor receber um chamado de Oslo anunciando a outorga daquele prêmio prematuramente concedido a Obama. E já que estamos falando de feitos excepcionais, permita-nos darmos uns tapinhas nas nossas próprias costas: nós também previmos a eleição de Trump, duas vezes até: em junho de 2016, num artigo de Andrew Sullivan, e no mês seguinte, na capa.

 

CAPAS

por favor, as capas agora só mostram
políticos
eu fico deprimida e não consigo abrir
a revista
eles não são assim tão importantes
um poema é mais importante que
temer a vida

FABIANA REIS SANTOS_SÃO PAULO/SP

 

NOTA PROFILÁTICA DA REDAÇÃO: Concordamos e aquiescemos. Como atesta a Anvisa, a capa corrente é político-free e não faz mal à saúde.

 


Por questões de clareza e espaço, piauí se reserva o direito de editar as cartas selecionadas para publicação. Somente serão consideradas as cartas que informarem o nome e o endereço completo do remetente.

Cartas para a redação:
redacaopiaui@revistapiaui.com.br

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