A Revista Newsletters Reportagens em áudio piauí recomenda piauí jogos
Podcasts
  • Foro de Teresina
  • ALEXANDRE
  • Desiguais
  • A Terra é redonda (mesmo)
  • Sequestro da Amarelinha
  • Maria vai com as outras
  • Retrato narrado
  • Luz no fim da quarentena
  • TOQVNQENPSSC
Vídeos
Eventos
  • Festival piauí 2025
  • piauí na Flip 2025
  • Encontros piauí 2025
  • Encontros piauí 2024
  • Festival piauí 2023
  • Encontros piauí 2023
Herald
Minha Conta
  • Meus dados
  • Artigos salvos
  • Logout
Faça seu login Assine
  • A Revista
  • Newsletters
  • Reportagens em áudio
  • piauí recomenda
  • piauí jogos
  • Podcasts
    • Foro de Teresina
    • ALEXANDRE
    • Desiguais
    • A Terra é redonda (mesmo)
    • Sequestro da Amarelinha
    • Maria vai com as outras
    • Retrato narrado
    • Luz no fim da quarentena
    • TOQVNQENPSSC
  • Vídeos
  • Eventos
    • Festival piauí 2025
    • piauí na Flip 2025
    • Encontros piauí 2025
    • Encontros piauí 2024
    • Festival piauí 2023
    • Encontros piauí 2023
  • Herald
  • Meus dados
  • Artigos salvos
  • Logout
  • Faça seu login
minha conta a revista fazer logout faça seu login assinaturas a revista
Jogos
piauí jogos
cartas

Imprensa e racismo em debate

| Edição 158, Novembro 2019

A+ A- A

CAPA
É por essas belas capas que continuo assinando (piauí_157, outubro). Os artigos são maravilhosos, mas por eles bastaria a versão virtual.
}SAMUEL LUNA_VIA INSTAGRAM

Essa é para quem tem um parafuso a mais. Eu não tenho!
CESAR AUGUSTO_VIA FACEBOOK

NOTA PSIQUIÁTRICA DA REDAÇÃO: Parafuso a menos também serve.

 

IMPRENSA E RACISMO
Acabo de terminar o excelente texto da Yasmin Santos  (“Letra preta”, piauí_157, outubro). A vivência dela é o ponto inicial para uma investigação sobre os números e as experiências de pessoas negras nas redações da imprensa brasileira. Brancos também precisam ler, aprender sobre racismo e, principalmente, reconhecer que branco é uma cor. Parece óbvio, mas não é. Só me dei conta de que a cor branca, por ser tão dominante, é considerada uma não cor, quando vi o tuíte de um professor negro que comemorava o fato de, pela primeira vez na vida, encontrar um band-aid marrom, que desaparecia em sua pele. Eu NUNCA tinha pensado sobre isso.

Vejo que eu e mais pessoas brancas também precisamos ver e nos incomodar. Branca que sou, parei muito pouco na vida para ler sobre racismo, e esse é o problema.
ISABEL SETA_VIA TWITTER

Parabéns à piauí por ter incorporado ao seu excelente corpo de repórteres essa jovem promissora, Yasmin Santos, que comprova por meio de seu texto brilhante as qualidades e a pegada de uma profissional tarimbada. O relato comovente de sua autêntica saga: negra, de origem humilde, que vivia no subúrbio de Paciência, entre Campo Grande e Santa Cruz, mostra a sua garra e mérito ao aproveitar as oportunidades e, finalmente, conquistar a graduação na Escola de Comunicação Social na universidade de seus sonhos, a UFRJ.

 

Sua sensação de estranheza ao frequentar a Zona Sul carioca é comum a todo suburbano, principalmente aqueles que amam sua aldeia original. Também nasci num subúrbio longínquo da Central do Brasil, então denominado Moça Bonita, que depois mudou de nome para Padre Miguel. Minha família materna era de Bangu, então uma comunidade que vivia em torno da famosa fábrica de tecidos. Eu não trocava Bangu por nenhum lugar do mundo numa primeira fase da minha vida, Copacabana então, eu evitava, pois não sentia nenhuma identificação com o lugar. Ironia, hoje, já velho, vivo feliz em Copacabana há mais de quarenta anos, que considero meu paraíso. E Bangu, assim como a Itabira do poeta Drummond, é apenas uma fotografia na parede, mas como dói. Principalmente porque ainda sou torcedor do Bangu Atlético Clube.
DIRCEU LUIZ NATAL_RIO DE JANEIRO/RJ

Lembro-me bem da matéria escrita por Yasmin Santos, na ocasião estagiária recém-contratada da piauí, após o assassinato da Marielle (“Do lado de cá”, piauí_139, abril de 2018). Apesar da tristeza daquele momento, suas palavras foram excelentes.

Voltei a deparar-me com seu nome no ótimo texto, “Pancadão da Turbininha” (piauí_156, setembro), e fiquei feliz ao constatar, no campo dos colaboradores, que Yasmin agora é repórter da revista.

 

Ao ler este mês a matéria “Letra preta”, autobiográfica, antes mesmo de chegar na parte em que a própria autora comenta o fato, pensei que ela estava sendo escalada para cobrir assuntos relacionados à negritude. É importante termos essas matérias, com seu olhar, mas espero chegar logo ao dia em que possa ler também reportagens suas sobre quaisquer outros assuntos, sem relação direta com sua cor de pele.
MARIANA DOTTORI_RIO DE JANEIRO/RJ

Caraca! Ela resumiu a angústia que vivo no meu cotidiano. A mobilidade social te desloca do teu ponto de origem sem, contudo, te aterrissar em outro ponto.
GEORGE DA GUIA_VIA INSTAGRAM

Amei esse texto da Yasmin. Mesmo sabendo que nunca vou poder entender totalmente o que é ser negra na sociedade brasileira, pois sou branca, cis e de classe média, poder ler esses relatos me fazem enxergar muito melhor. Parabenizo a revista e a autora e torço, como leitora assídua, para que se tenham mais negros na chefia em um futuro próximo.
MARCELA_VIA INSTAGRAM

Mais do que um artigo, esse texto da Yasmin Santos é um tratado, um compêndio. De vez em quando recomendo coisas da piauí. Essa é sem dúvida uma das mais relevantes que a revista publicou em seus treze anos.
FERNANDO GALLO_VIA TWITTER

Ontem, no cursinho onde leciono literatura, fizemos um café filosófico pautado em Carolina Maria de Jesus e Racionais MC’s. Essa matéria da Yasmin Santos é tão significativa quanto as obras da Unicamp. Precariedade da universidade, lugar de fala, racismo estrutural. Está tudo ali. Necessário.

Aliás, ela cita o Tiago Coelho, que sempre escreve sobre pessoas que não aparecem na novela das nove. Esse artigo feito por ele (Esquina, “Nasce uma atriz”,  piauí_157, outubro) sobre Tânia Medeiros, atriz tardia que atua em Bacurau, é um bom exemplo dessas excelentes e invisíveis histórias.
MURILO REIS_VIA TWITTER

PIAUÍ_157
Nada mais apropriado do que comemorar os treze anos da revista com as reportagens de alto teor pessimista da piauí_157. Fiquei pensando se, no final da revista, haveria a criação deliberada de uma persona como um jornalista negro, morando na Argentina e pessimista quanto ao fim do mundo para representar o humor atual. Mas qual não foi minha surpresa, à luz das recentes brigas políticas e desarticulações do atual governo, que essa figura apocalíptica já estava muito bem representada pela Joice Hasselmann, mas como todo bom thriller de suspense, isso só foi ficando mais claro ao longo do mês… Parabéns, gênios visionários! Vida longa a vocês!
DANILO WEINER_SÃO PAULO/SP

NOTA PROFÉTICA DA REDAÇÃO: Nos próximos meses, instados por sua enfática recomendação, toda a parentela de Danilo Weiner assinará a revista (inclui os cunhados, aquela tia meio chata, o primo gordinho, a sogra que não se dá com ninguém e agregados vários).

O bolsonarismo é um caos. Mesmo com o consolidado trabalho profissional, piauí não dá conta de avaliar a dimensão da podridão do laranjal presidencial, implodido agora com as lutas intestinas desses desatinados. Na Chegada “Aulas de bolsonarismo” (piauí_157, outubro), Luigi Mazza invoca o caráter ainda bolsonarista do PSL que quer ampliar suas chances na eleição futura, mas a pornografia partidária não se limita ao Alexandre Frota, como vimos nessa quase revolução de outubro. Mais significativa ainda foi a profunda reportagem de Thais Bilenky sobre Joice Hasselmann (“Fala grossa e salto fino”, piauí_157, outubro), uma das protagonistas da autotraição no laranjal, “desliderada” agora. O artigo revela a construção de uma personagem usada para alavancar a direita reacionária sem escrúpulos e que faz água por todos os seus furos. As mais estabelecidas certezas políticas devem vir com aviso de prazo de validade. Assim, não assustaria Joice ser mais uma a pedir “Lula Livre” ao lado de João Doria, outro ex-bolsonarista.
ADILSON ROBERTO GONÇALVES_CAMPINAS-SP

Perfil brilhantemente redigido por Thais Bilenky, talento que se percebe junto de Fernando de Barros e Silva, Malu Gaspar e José Roberto de Toledo no Foro de Teresina quando temos a satisfação de tê-la como participante. Há de se ter muita coragem para escrever o perfil de uma pessoa que é desafeta de todos e todas com quem trabalha, independentemente se na política ou no “jornalismo”. Só senti falta de uma menção ao vídeo em que Joice chama Paulo Guedes para dançar em seu programa JHN Show, num dos muitos episódios de completa vergonha alheia que testemunhamos apenas este ano.

Por falar em coragem, Yasmin Santos assina um texto absolutamente necessário ao jornalismo atual e sobretudo ao jornalismo brasileiro (“Letra preta”, piauí_157, outubro). A repórter já chamara minha atenção no texto “Pancadão da Turbininha” (piauí_156, setembro). Diante da persistência na desigualdade de oportunidades no Brasil para negros, fiquei com o título do texto de Jonathan Franzen na cabeça: “E se parássemos de fingir?” (piauí_157, outubro).
LEONARDO CADIÑANOS_PORTO ALEGRE

POLÍTICA DA SAPATADA
Não entendo porque os perfilados da piauí, há muito tempo, são políticos de direita ou extrema direita. Não sei se é questão de facilidade no contato ou opção editorial, mas a política brasileira é (bem) mais do que o núcleo do governo ou a base de apoio. Há mais coisas acontecendo, figuras populares sobre as quais há muito interesse dos leitores da revista. A figura mais ponderada que saiu ultimamente foi o Rodrigo Maia, veja só.

O simples fato de o governo federal ser de extrema direita não justifica a preferência. Há outras esferas de poder no país; muitas têm figuras de relevância nacional. Perfis de Paulo Guedes e do general Hamilton Mourão são compreensíveis, porém a piauí deixa de perfilar gente relevante no cenário político atual, de centro-esquerda ou de esquerda, para descer à segunda e à terceira divisão da política. Há probabilidade considerável de a sucessão do Bolsonaro ser um governo de centro, esquerda ou centro-esquerda. A revista deixa de dar foco a outros polos para descer em minúcias do bolsonarismo que, sabe-se lá, são relevantes.
LUCAS DALOIA_VIA INSTAGRAM

NOTA TÉCNICA DA REDAÇÃO: As coisas são como são. O poder é o poder. De resto, não é muito fácil fazer jornalismo relevante com quem parece jogar na segunda ou na terceira divisão da política nacional.  Estamos sempre prontos para perfilar algum representante capaz de jogar na primeira divisão.

Entendo quem reclama da reportagem sobre essa plagiadora e charlatã. Mas até para chamá-la disso, precisamos conhecer sua história. O espaço para o contraditório deve sempre estar aberto, senão incorremos no mesmo erro de quem criticamos: o ponto de vista único e totalizante. Parabéns à piauí por dar espaço a ela, para nos ajudar a ter ainda mais razão quanto às críticas a Joice.
NINA PUGLIA_VIA INSTAGRAM

A história da Joice Hasselmann é um clássico. Não rolou punição/responsabilização na primeira falcatrua e a parada virou uma bola de neve. Boa parte dos que estão no poder hoje vivenciaram isso.

Jamais vou entender o porquê do Bolsonaro não ter sido preso ao fazer apologia ao torturador Ustra.
VALERIE TOMSIC_VIA INSTAGRAM

No futuro, a história dessa mulher será um bom exemplo de como o momento atual produz ídolos com os pés de barro.
WASHINGTON FAZOLATO BARBOSA_VIA FACEBOOK

MEIO AMBIENTE
A sustentabilidade ambiental conjugada com a produção de alimentos talvez seja o maior desafio que a humanidade terá de enfrentar em um futuro próximo. Até 2050, já existem cálculos indicando que a demanda mundial por alimentos irá requerer um aumento de 70% da produção atual. Ao mesmo tempo que o aquecimento da atmosfera do planeta crescerá em ritmo preocupante. Duas questões intrinsicamente ligadas. A piauí_156, setembro aborda esses assuntos sob os vários ângulos relevantes (“E se parássemos de fingir?”; Despedida, Angeli; Esquina, “Corujas sem fronteira”), de maneira racional e objetiva. Coisa rara na imprensa que prefere o lado sensacionalista, passional e partidário.
LUÍS ROBERTO NUNES FERREIRA_SANTOS/SP

CHEGADA
Essa ideia de se combater ideologia com ideologia (“Aulas de bolsonarismo”, piauí_157, outubro) só pode terminar em confusão. Com a mão direita, políticos oferecem chaves de libertação; com a esquerda, te colocam novas algemas.
ALYSSON FERNANDO_VIA INSTAGRAM

A “funesta ideologia de gênero”. É muito obscurantismo, conservadorismo. Talvez, mais ainda, machismo e misoginia. Mulheres livres, com autonomia e opinião, “ameaçam” o poder patriarcal, incomodam. Querem ter o controle de tudo, inclusive do papel e lugar das mulheres.
LELIA LIS_VIA INSTAGRAM

“Por que as feministas que dizem lutar pelo empoderamento nunca mencionam a mulher mais poderosa do século XX?” Daí a piauí mete uma imagem da mulher mais poderosa do século XX [Margaret Thatcher] passando roupa. Respondido. Hasta lo deboche, siempre.
MARIA CINTHIA CAMPOS_VIA INSTAGRAM

NOTA POLIGLOTA Y REVOLUCIONARIA DE LA OFICINA: Siempre y por toda la eternidad, pero sin perder la ternura jamás.


A VITÓRIA DE LULA
FHC e sua bílis de sempre… Nunca entendeu (ou finge não entender, o que é pior) que ele era apenas mais um originário da elite a chegar à Presidência. Já a eleição de Lula representou a chegada de um homem do povo, algo inédito no país dos trezentos anos de escravidão. Lamentável, pois a cada manifestação de inveja o ex-presidente diminui (“Uma certa civilidade”, piauí_157, outubro).
RICARDO PEREIRA_VIA INSTAGRAM

Dá uma saudade ler essa matéria. Saudade da civilidade, especialmente.
HENRIQUE MOHR_VIA INSTAGRAM

De tanta sacralização deu no que deu, o cara (Lula) inflou e acha que está acima de tudo e de todos.
MARCIA MOURA_VIA INSTAGRAM


Por questões de clareza e espaço, piauí se reserva o direito de editar as cartas selecionadas para publicação. Somente serão consideradas as cartas que informarem o nome e o endereço completo do remetente.

Cartas para a redação: redacaopiaui@revistapiaui.com.br

Leia Mais

cartas

Uma nota de desagravo e a força do espírito corporativista

30 mar 2026_19h57
cartas

Estará o Prêmio Pulitzer à altura de Consuelo Dieguez?

02 mar 2026_19h58
cartas

As reações sobre a inadmissível chacina do Complexo do Alemão

03 fev 2026_15h05
  • NA REVISTA
  • Edição do Mês
  • RÁDIO PIAUÍ
  • Foro de Teresina
  • ALEXANDRE
  • Desiguais
  • A Terra é redonda (mesmo)
  • Sequestro da Amarelinha
  • Maria vai com as outras
  • Retrato narrado
  • Luz no fim da quarentena
  • TOQVNQENPSSC
  • DOSSIÊ
  • O complexo_SUS
  • Marco Temporal
  • má alimentação à brasileira
  • Pandora Papers
  • Arrabalde
  • Igualdades
  • Open Lux
  • Luanda Leaks
  • Debate piauí
  • Retrato Narrado – Extras
  • Implant Files
  • Anais das redes
  • Minhas casas, minha vida
  • Diz aí, mestre
  • Aqui mando eu
  • HERALD
  • QUESTÕES CINEMATOGRÁFICAS
  • EVENTOS
  • AGÊNCIA LUPA
  • EXPEDIENTE
  • QUEM FAZ
  • MANUAL DE REDAÇÃO
  • CÓDIGO DE CONDUTA
  • TERMOS DE USO
  • POLÍTICA DE PRIVACIDADE
  • In English

    En Español
  • Login
  • Anuncie
  • Fale conosco
  • Assine
Siga-nos

WhatsApp – SAC: [11] 3584 9200
Renovação: 0800 775 2112
Segunda a sexta, 9h às 17h30