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A pessoa errada, no lugar errado e no momento errado

| Edição 175, Abril 2021

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Graças à LSN

DEBATE ENTRE PROFESSORES

A revista continua muito boa, no entanto a piauí_174 (março) traz uma matéria que me chamou a atenção pelo lado negativo, intitulada Uma visão nebulosa e conservadora, réplica ao texto Parece revolução, mas é só neoliberalismo, publicado na edição de janeiro.

O texto dos professores Demétrio Toledo, Regimeire Maciel, Maria Carlotto e Flávio Francisco é que merece ser chamado de nebuloso. Fiquei impressionado com o volume de inferências e especulações que não se encontravam no texto criticado. Para ser educado e não chamar de aloprados, o texto dessas pessoas é um amontoado de digressões sem qualquer conexão, a ponto de citarem texto xenófobo do início do século XX acerca de imigrantes na Escola de Medicina de São Paulo. Aliás, nem deveria me surpreender, afinal são acadêmicos alheios à realidade brasileira, precisando de “duplos twists” epistemológicos para defender uma posição que não estava contemplada no texto criticado. Uma infelicidade.

 

LEONARDO GANDARA_BELO HORIZONTE/MG

 

Me parece que o professor Benamê (codinome do autor de Parece revolução, mas é só neoliberalismo, piauí_172, janeiro) não quer mudar seus métodos de ensino, pois ele mesmo afirmou com todas as letras: “A mim um aluno sugeriu que eu modificasse o programa de um curso porque ele achava parte da bibliografia ‘maçante’” – mas o mundo mudou. E como não sabemos se ele ainda usa bibliografias de dez anos atrás, não temos como saber se é isso que tem incomodado os alunos que reclamam. Se ele dialogasse mais com os alunos, poderia se beneficiar das críticas, melhorar o aprendizado de suas turmas, além de aprimorar seus métodos de ensino.

Os estudos pedagógicos da década dizem que a escola massifica o ensino e não sabe dialogar com a diversidade. Como sua função só tem sido colocada como um meio para melhorar a empregabilidade, fica nesse jogo de “vou entrar e sair o mais rápido que puder”. E quanto mais jovem for o aluno, mais ele terá ânsia pelo ensino mais imediato e rápido. O problema, a meu ver, é que ninguém quer abrir mão do sistema arcaico de lousa e giz, que dá mais segurança aos gerenciadores e professores. Já um professor que ama ensinar, domina bem um assunto e sempre que pode não se atém às regras é um forte candidato a seduzir seus alunos. Esse é um dom que poucos têm no grau máximo, mas esses revolucionam os métodos, como fez Paulo Freire, que teve a coragem de mostrar a incongruência da velha cartilha. O duro é que mudanças assustam. 

 

MARIA LOPES_SÃO PAULO/SP

 

Gostaria de elogiar a matéria Parece revolução, mas é só neoliberalismo. Ela traz uma reflexão muito pertinente aos tempos atuais e a como estamos educando as novas gerações (em casa e na escola). Só fiquei na dúvida: foi usado o termo “primeiramente” no texto e aprendi com meu professor na faculdade que isso não existe. E agora? 🙂

GUSTAVO RIGONATO_AMERICANA/ SP

 

NOTA (SEMI)ERUDITA DA REDAÇÃO: “Na admissão de uma opinião ou doutrina, os homens consultam primeiramente o seu interesse, e depois a razão ou a justiça, se lhes sobeja tempo.” Assim disse o saudoso Marquês de Maricá (o grifo é nosso, não do marquês). Prova mais do que eloquente de que a palavra existe sim, e há muito, muito tempo. Desconfiamos que o teu professor de faculdade foi um homem de vanguarda: precursor da cultura do cancelamento, em vez de cancelar pessoas, cancelava advérbios. 

 

LEI DO ABORTO

Já estarrecido pelo que a menina de 10 anos foi obrigada a passar nas mãos de Damares, Giromini e asseclas, depois da violência dentro de sua própria casa, vemos o fundo do poço a que chegamos com os detalhes e as situações anteriores protagonizadas pelo obstetra Olímpio Barbosa de Moraes Filho, um herói nesse deserto de direito da mulher sobre seu próprio corpo (A gente acolhe, piauí_174, março). Querem a estatização do útero, que o órgão feminino passe à tutela do Estado. O amparo psicológico, legal, institucional e até financeiro à mulher que decide abortar deixa de existir, substituído pela culpa religiosa e pelo acolhimento mediante submissão e arrependimento. É isso que significa ser liberal na economia e conservador nos costumes? Por outro lado, resta a dúvida se a descriminalização do aborto deve seguir pressupostos óbvios – a mulher é dona de seu corpo –, ou, se tiver alguma base científica, melhora a condição das que decidem interromper a gravidez. Imagino que a grande maioria dos procedimentos ocorra dentro das doze semanas, o que torna essa tese mais defensável, já que o óbvio é raridade na Justiça brasileira. Fica como sugestão para Angélica Santa Cruz aprofundar o embate Direito versus Ciência em uma nova reportagem.

ADILSON ROBERTO GONÇALVES_CAMPINAS/SP

 

DISPARIDADE 

Curioso como uma mesma edição da revista, a piauí_174 (março), traz dois artigos com um fio condutor em comum (a apropriação de certos discursos pela extrema direita) redigidos de formas bastante diferentes. 

Por um lado, o texto de Rodrigo Nunes (O presente de uma ilusão) é denso, mas claro e bem escrito, levantando questões que, concorde-se ou não, nos fazem refletir. Há uma preocupação em explicitar as bases do raciocínio, até mesmo com o uso correto e frequente das notas de rodapé. 

Por outro lado, o texto de Fernando de Barros e Silva (Boca de esponja) é pobre, panfletário e dogmático, com escasso embasamento conceitual. Expressões como “impeachment mandrake”, e “prisão arranjada de Lula” são jogadas como se fossem verdades indiscutíveis que não merecessem outras considerações. E peca até no mais óbvio, ao não abordar as ações dos seus ídolos petistas como criadoras do contexto no qual nosso presidente miliciano foi eleito. 

MÁRIO LUIS TERENZI_BELO HORIZONTE/MG

 

FILHO DE PEIXE 

Parabenizo a piauí pela excelente matéria O dia em que eles caíram do céu (piauí_173, fevereiro), de João Batista Jr. A propósito, lembrei que o pai do personagem Abdalla Filho, que parece se esquivar da responsabilidade na tragédia, José João Abdalla, conhecido na vida pública como J. J. Abdalla, foi um político ligado a Adhemar de Barros, que exerceu diversos mandatos como deputado federal desde 1946 e foi cassado pelo AI–1 em 1964. Tornou-se milionário, dono de diferentes empresas industriais e financeiras, respondeu a mais de quinhentos processos e foi preso várias vezes, acusado de inúmeros crimes financeiros, apropriação indébita, sonegação fiscal etc. O filho certamente herdou o patrimônio do pai.

A biografia de J. J. Abdalla pode ser consultada no Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro, do CPDOC da FGV, cuja edição original tive a honra de coordenar.

ISRAEL BELOCH_RIO DE JANEIRO/RJ 

 

CHEGADA

Fernando de Barros e Silva, autor do texto Há algo no ar (piauí_173, fevereiro) faz um exercício de futurologia com forte possibilidade de acerto. Após a obtenção pelo Centrão das duas Casas do Congresso, com o absurdo apoio de setores da esquerda, estará instalada de vez a velha política do toma lá, dá cá. A aparente vitória de Bolsonaro significará tornar-se refém da pior espécie de políticos que compõem nosso Legislativo, o que representará um enorme retrocesso. Voltaremos aos tempos de Sarney, que foi obrigado a fazer amplas concessões para se manter no governo, o que resultou num desastre na nossa economia, que só foi encontrar equilíbrio após a implantação do Plano Real. Infelizmente estamos descendo celeremente a ladeira, que resultará numa enorme crise fiscal, com a predominância de um populismo irresponsável, com enorme risco para a nossa frágil democracia.

DIRCEU LUIZ NATAL_RIO DE JANEIRO/RJ

 

SAUDADES DO ZAP

Venho aqui manifestar a minha tristeza com o fim do The BolsozApp Herald. Era um ritual aqui em casa: quando chegava a piauí, eu fazia um cafezinho e ia direto ler primeiro a saudosa coluna. Como já diria MC Livinho, vai fazer falta. 

BEATRIZ MOURA_SÃO PAULO/SP

NOTA ALVISSAREIRA DO DIPLOMATA ARAÚJO: “Mas então não acontece nada?”, perguntou-me a voz de Yegúi. “Acontece onde não estás olhando”, respondi. Os literatos decerto terão reconhecido esta passagem notável de A Porta de Mogar, editora Alfa Ômega, 23 reais (eles parcelam). Cito-a aqui para aquietar o espírito desassossegado da leitora, cujo desamparo é fruto de quem olha para onde nada acontece. Esqueça a lacuna criada pela censura intempestiva e autoritária do BolsozApp. A prosa mais sublime daquelas páginas continua viva e coruscante em Xarab Fica e no já citado A Porta de Mogar. É lá que as coisas acontecem! Vai bem com cafezinho! Ou porto! Cherry! Absinto! E eles parcelam!

 

TRIPLO ERRO

Quando o comandante Chesley Sullenberger (Sully) pousou o Airbus A320 nas águas geladas do Rio Hudson, em 15 de janeiro de 2009, salvando 150 passageiros e os 5 tripulantes a bordo, tivemos a feliz coincidência de um triplo acerto. Ter a pessoa certa, na hora e no local certos, representou a diferença entre a vida e a morte para as 155 pessoas a bordo daquele avião. Seria uma obra do acaso, fortuita por assim dizer, ou o resultado de anos de treinamento e experiência na função de piloto, que logo percebeu o dano nas turbinas e rapidamente optou pela mudança de rumo com pouso de emergência no rio, em pleno inverno? Dois minutos após a decolagem, aves se aproximaram e colidiram com o para-brisa, foram sugadas pelas turbinas e determinaram a perda de força dos motores. Nesse momento, o comandante Sully assumiu o controle da aeronave, e mesmo tendo autorização para retorno ao Aeroporto LaGuardia, comunicou aos controladores que isso não seria possível e avisou que pousaria no Rio Hudson, menos de seis minutos após a decolagem. O resto é história, e até virou filme. Em poucos minutos, Sully tomou uma decisão arriscada, comunicou aos tripulantes e passageiros o choque iminente, e pousou na água gélida sem afundar a aeronave, próximo a embarcações que rapidamente auxiliaram no resgate de todos. Ele foi o último a deixar a aeronave. É um caso típico de sorte, na acepção de Tiger Woods, pois “quanto mais eu treino, mais sorte eu tenho” – ou seria outro golfista, Arnold Palmer, o autor da frase? 

A mesma sorte não teve o Brasil. O piloto eleito em 2018 – um capitão reformado do Exército –, com formação na Academia Militar das Agulhas Negras e cerca de trinta anos de experiência política como vereador e deputado federal pelo Rio de Janeiro, o nosso comandante “Sully”, durante a pandemia de Covid-19, segue fiel ao seu plano de voo (tudo pela reeleição). Desceu de paraquedas no Comando, com o aval do mercado e sem saber nada de nada, exceto pedir informações ao Posto Ipiranga. Nomeou um time de luminares na Educação, Meio Ambiente, Cultura, Relações Exteriores e Direitos Humanos, todos orgulhosos da própria ignorância e, por via das dúvidas, cercados de militares por todos os lados. Após dois anos decorridos deste voo, sendo mais de um ano em meio à turbulência da pandemia, nosso Airbus B17 já perdeu mais de 300 mil passageiros, por dificuldades respiratórias agudas graves, muitos literalmente sem oxigênio, e tampouco paraquedas para pular da aeronave. O comandante navega sem instrumentos, já demitiu três copilotos na Saúde e abandonou à própria sorte inúmeros correligionários na jornada, sem qualquer remorso ou comiseração. Fomenta conflitos entre os 27 comissários da Federação, não segue as normas do próprio Ministério da Saúde, e incita apoiadores a invadir as unidades de atendimento aos feridos. 

Esse mau exemplo e essa liderança destrutiva contribuíram para a disseminação da Covid-19 e da P.1 pela aeronave, e após um ano de turbulência ininterrupta, ele continua transmitindo falsas informações de voo aos passageiros. Erra não apenas uma ou duas vezes, mas insiste no erro por três ou mais vezes, sem corrigir a rota. Durante um temporal, não recomendaria o uso de capas ou guarda-chuvas, visto que não protegem 100% da chuva. Nesta pandemia, tampouco fez uso do bom senso, do juízo e do benefício da dúvida, os coletes salva-vidas disponíveis para proteger sua tripulação, por meio do uso coletivo de máscaras, vacinação, e das medidas de distanciamento social. Preferiu trabalhar nos bastidores, pela sua família, pela sua Pátria e pelo seu Exército, liberando ao cidadão armas e munições, para defesa da nossa liberdade e, ao que parece, para combater a tiros de cloroquina o vírus do comunismo chinês. Manobra para tornar-se inimputável e “ininpichável”, jogando a culpa pelas consequências da pandemia no colo dos governadores, tentando isentar a si e aos militares pelas centenas de milhares de vítimas de sua condução irresponsável e desastrada deste Airbus, rumo ao maior desastre de sua história. É a pessoa errada, no lugar errado, no momento errado. 

CÉSAR GRAEFF SANTOS_CANELA/RS

 

ARRABALDE

Parabéns pela série de reportagens Arrabalde, que nos permite renovar nosso olhar sobre a Amazônia (região, bioma), o que não é pouca coisa. A série é de uma qualidade excepcional, graças à percepção fina de documentarista (atenta aos detalhes significativos), à escolha dos personagens e ao acerto nas análises. 

Nesta última reportagem (piauí_174, março), o repórter se refere, por um lado, à descoberta, pela ciência, da existência de matas e solos “antropogênicos” na Amazônia (“quem olhasse para aquele trecho de floresta na imensidão do Jari, por exemplo, não estaria enxergando apenas um patrimônio natural”), e, por outro, à invenção dos sistemas agroflorestais. Confesso que fiquei esperando, no final, algo que estabelecesse uma relação entre os dois fenômenos (floresta como plantação/plantação como floresta). Talvez pudesse ir mais longe e também lembrar a relação ancestral (e filosófica/cultural, eu diria) que existe entre “o índio e o japonês”. Uma relação de parentesco, íntima, genética. Afinal, não aprendemos que os humanos que povoaram as Américas, há mais de 12 mil anos, eram asiáticos, oriundos do Oriente? Ao inventar ou descobrir o sistema agroflorestal (SAF), o engenheiro agrônomo Noboru Sakaguchi talvez estivesse refazendo, inconscientemente, os sábios gestos dos seus longínquos antepassados: os povos originários da Amazônia, se espelhando neles, “plantando floresta”, encarando a Floresta Amazônica face a face, como agente e sujeito!

PATRICK PARDINI_BELÉM/PA

 

PIAUÍ_171

Não sei se era o objetivo da redação por ser a edição de dezembro, mas terminei a leitura da edição 171 com esperança e um sorriso no rosto. Destaque para as matérias Trabalhadores, uni-vos, O brasileiro cordial e Arrabalde Parte ii: Sete bois em linha. O rigor científico, jornalístico e da escrita se sobressaíram nesses textos. Obrigada e parabéns! Só faltava banir propaganda de banco e mineradora que são responsáveis pela destruição do meio ambiente. Ao ver que até a economia se abriu para novas perspectivas, quem sabe a piauí entra na vanguarda de exigir padrões mínimos pra seus anunciantes no Ano-Novo?

TAÍS FREIRE GALVÃO_CAMPINAS/SP

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