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    Desobediência: no recreio, a turma se juntou num canto e explodiu num frenesi de risos de satisfação porque Marillac tinha trazido um punhado de hóstias, tanto assim que as meninas se refestelaram, deliciando-se com as bolachinhas suaves CRÉDITO: CÂNDIDO_2024

ficção

Riso imotivado

Tanta tristeza naquela vida, e tanta alegria na outra

Marilene Felinto | Edição 219, Dezembro 2024

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Desobediência, em primeiro lugar, porque sim, pelo fato em segundo lugar de não se compreender, de não haver explicação que fizesse sentido. Impossível segurar o riso ante o nome de Mikizuki Meire, o qual provocava peculiar inveja.

Naquela escola católica e só de meninas, fundada e comandada pelas Filhas da Caridade, havia muita repreensão, incluindo aquela – contra o riso.

– Em primeiro lugar, tirem esse riso imotivado da cara! – repreendia irmã Irene, a madre superiora, na hora da chamada, quando era pronunciado o nome da aluna novata.

 

– Mikizuki Meire! – E imediatamente um ligeiro rebuliço percorria a classe do quarto ano primário, desequilibrando o ambiente. Nunca se viam japoneses naquele lugar tropical quente, mas como a mãe da caloura admirava o jeito e a fala do povo oriental, e tendo aprendido a dizer arigatō e sayonara, inventou o nome extraordinário, invejado por outras garotas, até mesmo porque não havia nomes que contivessem a inusitada e estrangeira letra “k” naquela escola.

Anunciado o nome na lista de chamada, a sala enchia-se de risadas abafadas das Fátimas, Franciscas e Marias, as alunas que, desde a chegada de Mikizuki, passaram a considerar seus próprios nomes comuns e feios demais.

– Em segundo lugar, tire esse riso imotivado da sua cara, fulaninha! – irmã Irene tornava a advertir, severa, quase num grito, a cara avermelhada de irritação.

 

Coisa de louca a brabeza da freira. Entre todas as proibições, havia essa, como se rir fosse blasfêmia. Ora, que justificativa havia para aquilo, em terceiro lugar? Então não se podia nem rir? A madre é que lhes parecia uma doida, sempre classificando tudo em primeiro, segundo e terceiro lugar. Coisa estranha, a mulher afogueada pelo calor infernal que devia sentir debaixo de seus compridos trajes de freira e de seu chapelão branco e pontudo nas laterais, em forma de asas, como se fosse voar a qualquer momento. Ia voar? Para onde? Para o céu do Paraíso?

Naquele dia mesmo, entretanto, e em quarto lugar, mal sabia a madre superiora, um certo motim de desobediência haveria de se desencadear, concebido pela meia dúzia de meninas não católicas da sala, com apoio de outras de religião normal apostólica romana.

No colégio das Filhas da Caridade, a regra era que, tanto das aulas semanais de religião quanto das missas mensais celebradas pelo padre na capela da instituição, estudantes de famílias crentes, geralmente bolsistas e pobres, estavam proibidas de participar.

 

As seis alunas crentes, da doutrina batista ou da Assembleia de Deus, eram obrigadas a aguardar em outro ambiente o término da aula de religião ou da celebração eucarística, sempre vigiadas pela irmã Auxiliadora, que as mantinha ocupadas. Mikizuki Meire era a sétima garota que compunha o grupo das excluídas, mas por outro motivo, por ser de família xangozeira, embora isso não se mencionasse com todas as letras entre a beataria da caridade, e só circulasse à boca pequena entre as estudantes.

Naquele dia, na sala onde esperavam o fim da missa, Rute, a mais curiosa das seis protestantes, lançou a pergunta:

– Por que a gente não pode fazer a comunhão?

– Quem mandou ser crente? – debochou a irmã Auxiliadora.

Coisa de louca, aquela freira. Em segundo lugar, porque o nome dela, Auxiliadora, era horrível, as meninas achavam. A resposta um tanto humilhante da freira não abalaria, porém, a intenção subversiva da pergunta das crentes, preparatória da conspiração que haveria de se dar naquele dia.

Para as alunas não católicas, o segundo ritual de maior interesse no universo religioso do colégio era o da confissão, o mistério guardado naquela cabine do confessionário, com o padre escondido por trás de uma janelinha de cortina de pano preto.

Em determinadas ocasiões, todas as estudantes passavam ao lado do confessionário, na entrada da capela, nos treinamentos de marchas preparatórias para os desfiles cívicos, por exemplo, quando as filas de crianças percorriam toda a escola, dos corredores internos até o pátio, ensaiando a comemoração do Dia da Pátria.

Era então que Rute e sua melhor amiga, Luisa de Marillac, soltavam risadinhas ao se aproximarem do confessionário. Marillac, de família católica rica, costumava contar às amigas que levantava falsos testemunhos na hora da confissão, inventando pecados, porque não tinha o que dizer, e porque se sentia constrangida, ajoelhada no tabladinho de madeira ante a janela de cortina cerrada, e o padre lá, esperando que ela abrisse a boca.

Desconcentrada da marcha em que também treinavam o Hino Nacional, Rute virava a cabeça toda vez na direção do confessionário, cutucava Marillac, e elas riam, ao que eram advertidas de imediato pela madre:

– Vamos parar com a risada imotivada idiota! Olhem para a frente! Para a frente, marchem!

Mas o riso das garotas era justificado por vários motivos, que elas, Rute e Marillac, eram vizinhas, brincavam juntas nos quintais das casas contíguas, na rua acanhada onde moravam, e tinham vivido ali situação inédita e marcante, guardando sobre isso um pesado segredo: de um vizinho tarado, um homem que certo dia expôs suas partes íntimas para o grupo de meninas brincantes naquele fundo de terreiro, escondido por trás de uma árvore.

– Se eu fosse você, contava para o padre! – Rute dizia, incentivando a amiga e imaginando como seria aquela fala em sussurros, Marillac na confissão, denunciando ao padre o homem depravado. Mas Luisa de Marillac tinha vergonha de tocar naquele assunto, como se o pecado fosse dela, e como se quisesse evitar a punição por vir, tão penosa quanto as dezenas de padre-nossos, ave-­marias e salve-rainhas que o padre costumava prescrever como castigo.

No clima tropical úmido da rua onde Marillac era considerada a menina mais rica, o mormaço da tarde, ao voltarem da escola, era tão excessivo às vezes que todas as mães, pobres ou não, crentes ou não, xangozeiras ou não permitiam que as meninas infantis andassem nuas da cintura para cima, vestindo apenas calcinhas de algodão branco enquanto montavam suas casinhas de brincadeira, rodopiavam no corrupio e suavam no pega-pega.

Nesse cenário é que o vizinho desavergonhado, já conhecido por ser ovelha negra da família de crentes da casa também contígua, cujo quintal se comunicava nos fundos com os das demais casas, agachou-se ao lado da jaqueira, abriu a braguilha e botou para fora sua genitália intumescida, chamando as meninas: “Vem cá, olha, vem pegar aqui”, disse, manuseando o membro encostado na árvore e que, aos olhos de Rute, se assemelhava ao material do próprio tronco, cheio de veios que pareciam ásperos, como se fosse uma protuberância do caule da jaqueira, um toco, um galho malformado. As meninas riram, entre o deboche e o nervosismo do ultraje, até que a mais velha da turma reagiu:

– Vou contar pro meu pai, você vai ver!

De modo que o homem fugiu quintal afora. E foi bem ali que aquelas meninas chegaram a uma conclusão surpreendente: que homens pensam carregar um troféu entre as pernas, um prêmio que oferecem até mesmo a quem nunca lhes pediu aquilo.

Desde aquele dia, Marillac e Rute têm também esse motivo para rir, especialmente quando Rute adentra o ambiente angelical da capela e pode experimentar a rara oportunidade de observar, além do móvel austero, de madeira escura, que serve de confessionário, a maravilhosa nave do teto, decorada com anjinhos de bochechas rosadas, batendo suas asinhas contra o céu azul, cheio de nuvens brancas.

– Por que você não conta para o padre na confissão? – Rute insistia, aos cochichos com Marillac, e toda vez ambas caíam na gargalhada aparentemente imotivada, para indignação da irmã Irene.

 

No asseio de seus uniformes de soldadinhas, de sapatos pretos brilhantes, meias três-quartos brancas, saias plissadas azul-escuras, blusa branca e pequena gravata do mesmo tom azul dependurada do pescoço, as alunas marchavam ao som do Hino Nacional, que já sabiam cantar de cor e salteado, contendo o riso e nunca compreendendo o sentido daquela censura.

– À frente, marchem! Um, dois, um, dois, um, dois! – a madre superiora comandava, o chapelão balançando na cabeça a ponto de levantar voo.

As alunas de famílias crentes nutriam naturalmente uma antipatia pelas freiras, por quem eram tratadas como estranhas àquele ninho cristão católico – e as madres, de fato, acabavam se tornando a personificação de todas as censuras a que estava submetida dentro e fora da escola aquela meia dúzia de garotas.

Nada lhes era permitido: do riso à comunhão e o confessionário até a recomendação de, determinantemente, não se aproximarem do acampamento cigano ao fim da rua, bem como a regra de passarem com larga distância pelo terreiro de xangô na vizinhança. E tinha mais: como crentes, jamais poderiam participar da encenação do profano Pastoril que tanto admiravam, na festa de Natal e Ano-Bom, muito menos ainda dos folguedos de Carnaval, embora as fogueiras e as comidas de São João fossem mais ou menos toleradas.

Entretanto, as mães das bolsistas crentes eram muito gratas à congregação das Filhas da Caridade, as boas freiras “que tinham misericórdia e se compadeciam dos pobres”, permitindo que suas filhas “frequentassem de graça a escola de ricos”, diziam as genitoras, ordenando a suas filhas que respeitassem e obedecessem as monjas católicas, a despeito de estas venerarem, escandalosamente, imagens de gesso às quais atribuíam nomes de santos e santas milagrosas, prática apostólica a mais ofensiva de todas à sobriedade estoica da doutrina evangélica dos crentes.

Em verdade, para Rute, até certo ponto a mãe tinha razão ao criticar como disparate o culto a imagens, já que ela mesma, Rute, achava que havia algo de casa de bonecas nos afrescos de anjos expostos na nave da capela – as mães crentes asseguravam que anjos não existiam, que o caminho para o Céu se dava pelo estrito cumprimento dos ensinamentos bíblicos, pela inerrância aos preceitos, pela única devoção a Deus Pai e Jesus etc.

Desobediência porque sim, porque, em primeiro lugar, era de todo incompreensível não poder comungar e experimentar uma hóstia, o mais desejado dos rituais proibidos. Havia tempos Rute manifestava a Marillac essa vontade incontornável, curiosíssima para botar na boca o alimento tido como sagrado e consagrado Corpo de Cristo.

– Tem gosto de quê? – perguntava à amiga rica, que já explicara que a hóstia era uma bolachinha branca.

Desse modo é que o animado e risonho convescote de meninas do quarto ano primário tinha combinado que, naquele exato dia de missa, Luisa de Marillac pegaria escondido seis hóstias da missa para as crentes comerem na hora do recreio.

– Eu sei onde fica a cesta de hóstias, naquela sala antes da capela – Marillac revelou, armando a trama. – Vou pedir pra ir ao banheiro quando a missa começar, entro na sala que não tem ninguém até a hora da comunhão e pego as hóstias.

Na preparação daquele ato de pequena loucura, sob muitas risadas e sussurros, arranjaram um lenço para Marillac abrigar as hóstias, amarrar em forma de pequena trouxa e esconder dentro da calcinha até a hora do recreio. Só não incluíram no complô Mikizuki Meire, porque não tiveram confiança suficiente que a novata guardaria a sete chaves o segredo de tão grave pecado – o furto da cobiçada hóstia.

Chegada a hora do recreio, a turma se juntou num canto do pátio e explodiu num frisson, num frenesi de risos e empurrõezinhos de satisfação nunca vistos – é que Marillac tinha trazido um bom punhado de hóstias, muito mais do que seis, tanto assim que as meninas se refestelaram, deliciando-se com as bolachinhas tão suaves, da brancura e da leveza das coisas sagradas.

– Podem tirar da cara esse riso de atoleimadas! – a irmã Auxiliadora ralhou, interrompendo por instantes o disse me disse ruidoso, pleno de sorrisos e segredo.

Pronto! E elas voltaram a rir imediatamente depois da passagem da freira bedel pela turma. Pronto! E as meninas tinham desafrouxado um tanto as gravatas dos uniformes que às vezes apertavam no pescoço: afinal, era hora do recreio, e a vida podia ser tão boa quanto aquela sensação de desejo realizado, de espírito coletivo, de alguma desobediência à moral e cívica, à ordem, ao conjunto de mandamentos e vetos de difícil entendimento para elas. Pronto! E o cheiro adocicado, de pura pubescência, das jaqueiras em flor que rodeavam o pátio, prometia ainda mais realizações felizes para breve.

Ora, como não cobiçar a felicidade alheia? Como não querer o nome de Mikizuki Meire ou a riqueza de Luisa de Marillac? Que sentido havia em não poder corresponder ao sorriso todo de ouro na boca da cigana que vinha bater ao portão da casa oferecendo sua cartomancia, sua leitura de mãos? Era proibido sorrir de volta, proibido dar trela ao “povo trapaceiro”, alertavam pai e mãe. Coisa de louco. Pois como não cair na tentação de chegar perto do estardalhaço das caravanas ciganas que adentravam a rua todo ano? As carroças barulhentas daqueles andarilhos, puxadas por cavalos, iam parar no fim da rua, onde eles armavam suas enigmáticas barracas, bem como, às vezes, circos e parques de diversões!

Ademais, era evidente o contraste entre o colorido alegre das saias das ciganas, largas e cheias de flores, e o branco monótono do traje das freiras, ou os entristecidos tons pastel da vestimenta das mulheres crentes em seu comedimento, seu recato e discrição. Tanta tristeza naquela vida. E tanta alegria na outra, dos forasteiros, do desfile das pastoras no Pastoril, da anarquia do Carnaval!

Todo o universo de adereços, colares, e lenços das ciganas, bem como os cabelos compridos dos ciganos ou seus cinturões cheios de enfeites brilhantes, tudo os tornava indesejáveis aos olhos da comunidade, tanto quanto indesejáveis as meninas crentes e xangozeiras sentiam-se de certo modo no colégio das beatas imaculadas. Às crianças pequenas, contava-se que seriam raptadas pelos ciganos, homens maus, enfiadas num saco e levadas para longe, mundo afora, sem pouso como era a vida deles.

Mas as meninas do quarto ano já não acreditavam em nada disso. Estavam crescidas e procuravam respostas à curiosidade, à vontade de saber cada vez mais sobre a vida que se apresentava como desafio diverso e delirante – ainda que às vezes essa busca implicasse um tanto de culpa, de medo dos infernos, de ameaça ao que chamavam de “a salvação” de suas pequenas almas.

Tinham crescido! Pronto. E já sabiam distinguir, entre as libertinagens, qual era a mais gravosa: o tarado de fundo de quintal, em sua licenciosidade não autorizada, isso, muito mais do que os dentes de ouro da cigana que adivinhava destinos ou do que a ligeira delinquência do furto da hóstia.

Por isso mesmo, as meninas não viam nenhuma desonra a pai e mãe ao desejarem subir no tablado do Pastoril, cantar e dançar, vestidas na beleza e no luxo da Mestra ou da Contramestra, ao som dos bombos, maracás e pandeiros, torcendo para que ganhasse o cordão encarnado ou o azul.

Pois, se era tão bom rir com os palhaços que animavam demais o espetáculo, improvisando pilhérias e chistes de todo tipo! Ademais, e afinal, a coreografia do Pastoril não representava o drama do nascimento do mesmo menino, que chamavam de Jesus, os católicos e os crentes? Não estava nos ensinamentos bíblicos dos protestantes a mesma Belém do coro do Pastoril? Pois bem, as meninas, as crentes e as não crentes, queriam ir pela vida como as pastorinhas, cantando em coro: Boa noite, meus senhores todos/e minhas senhoras também;/somos pastoras/pastorinhas belas/que alegremente/Vamos a Belém./Eu peço palmas/peço riso e flores…

Pois bem, e em sexto e último lugar, as pessoas não diziam que rir era o melhor remédio? Por isso mesmo, naquela puberdade engraçadíssima, as garotas não viam blasfêmia nenhuma em já não se reconhecer como soldadinhas. As alunas do quarto ano tinham crescido, e queriam mesmo era rir e dançar no tablado alegre do Pastoril, por todos os motivos do mundo.


Para Cris Vicentin e Ciça Galletti, que, ao me apresentarem o conceito de “riso imotivado” segundo a psicologia e a ciência médica atual, me lembraram e inspiraram esta história de tão antigamente.

Marilene Felinto

É escritora e tradutora. Publicou, entre outros, As Mulheres de Tijucopapo e Contos Reunidos (ambos edição da autora).

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