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Um jovem leitor em lua de mel com a revista

| Edição 171, Dezembro 2020

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CAPA

Demais essa página da Gaveta de Notícias (Capa, piauí_170, novembro). Sarcástica, irreverente, mas sobretudo inteligente.

Sou assinante desde sempre de vocês, que já maltrataram muito  seus leitores, tietes e fãs de carteirinha (no caso, assinantes como eu) com capas de um mau gosto repugnante. Parabéns pela riqueza de detalhes desde a aparência do papel até a impressão e os borrões ao final da página. Uma obra de arte. Dá pra rir muito com as manchetes e com as notícias. Adorei.

 

VERA DAVIDSON_SÃO PAULO/SP

NOTA PERPLEXA DA REDAÇÃO: Mau gosto a gente até compreende. O pessoal aqui é mesmo meio chucro, palita dente, visita pouco museu. Alguns chegam até a comprar reprodução do Romero Britto pra pendurar na parede de casa. Mas repugnante? Desde que a carta chegou, o Departamento de Arte chora convulsivamente. Cadê o espírito cristão? Estamos no período de festas, pombas.

 

Meus parabéns! A edição de novembro merece aplausos especiais, pela quantidade e qualidade das matérias, a começar pelo trabalho notável sobre a Amazônia.

 

Mas escrevo para comentar a capa. Quem fez? Procurei no expediente e no “Quem é quem”, não achei. A capa é em si só um artigo extra, deve também ser lida (apesar de gerar uma certa dificuldade, devido ao tamanho e ao tipo das fontes usadas). Genial, muito, muito, muito bem bolada!

A sobrevivência da piauí é um alento, uma esperança, uma obrigação. Grande abraço a todos.

MILENA PIRACCINI DUCHIADE_RIO DE JANEIRO/RJ

 

NOTA DESOLADA DA REDAÇÃO: Quem fez está moralmente arrasado(a) por causa da carta anterior. Não houve consolo que resolvesse. A vergonha é tanta que o autor (autora/ autorxs) pediu para que seu(s) nome(s) não seja(m) divulgado(s)-/divulgada(s)/divulgadx(s).

 

ODEBRECHT

Malu Gaspar atiça ainda mais a vontade de tê-la em minha estante, e, enquanto não sai o livro sobre a família Odebrecht, ficamos com doces trechos (A guerra dos tronos, piauí_170, novembro). Seu único defeito, porém, é ser antipetista inveterada.

Nessa linha dos subterrâneos da política brasileira somos conduzidos também pela inusitada e original pesquisa de Bruno Carazza (Governando do além-túmulo, piauí_170, novembro). Os resultados explicam a ascensão e derrocada do bolsonarismo, considerando os pífios resultados dos candidatos apoiados pelo presidente no pleito municipal deste ano. Talvez pudesse repetir a pergunta aos agora prefeitos eleitos para ver se o padrão Enéas se manteve ou se seguiu a migração para o centro (ou Centrão). Mas informo que “a ficha cair” continua a ser expressão corrente, ainda que orelhões tenham sido substituídos por orelhas quentes resultantes das reclamações para as operadoras de telefonia.

Por fim, virando algumas páginas à frente, no dossiê sobre a Amazônia, chamou atenção a propaganda, no meio da matéria, de uma das empresas responsáveis pelas tragédias de Mariana e Brumadinho. Tudo bem que é artigo do chefe, mas vamos lembrar a capa da edição piauí_111, dezembro de 2015. O Papai Noel soterrado serviu até de desculpa para não enviarem pinguins de presente, conforme a seção de cartas da edição seguinte (piauí_112, janeiro de 2016). Sabemos que, tal como o bom velhinho, jornalismo isento nunca existiu, mas não haveria aí um explícito conflito de interesses?

P.S.: Em resposta à Nota Junguiana da Redação, pode ter sido simplesmente o transmimento de pensação, pois minha familiaridade com autores alemães parece se restringir ao tal de Alzheimer.

ADILSON ROBERTO GONÇALVES_CAMPINAS/SP

 

AMAZÔNIA

Quero parabenizar o João Moreira Salles pela excelente reportagem sobre a Amazônia (Arrabalde, Parte I_A floresta difícil, piauí_170, novembro). Sem sombra de dúvida, a preservação do que ainda resta da floresta é a questão fundamental e de sobrevivência neste planeta. O alerta sobre as mudanças climáticas é o que deveria movimentar todos os setores da sociedade.

VALÉRIA BORDIN_FLORIANÓPOLIS/SC

 

Quero cumprimentar o autor da matéria O elefante negro (piauí_169, outubro), em depoimento de quem efetivamente foi a campo viver o contexto. A reportagem mostra ao cidadão comum os tremendos riscos sanitários ligados ao manejo da Floresta Amazônica. Em tempos de pandemia, faz leitura muito oportuna.

XIKITO AFFONSO FERREIRA_ITACIMIRIM/BA

 

PATOLOGISTA

Eu gostaria de parabenizar a revista pela informativa e emocionante reportagem O corpo fala (piauí_170, novembro). A jornalista Angélica Santa Cruz nos mostrou não só a história das autópsias, mas a vida e o relato vívido do patologista e pesquisador Paulo Saldiva em meio à pandemia. É um texto que se tornará fonte histórica no futuro e que mostrará a importância dos cientistas e das universidades brasileiras frente ao caos.

DÁRIO MILECH NETO_PELOTAS/RS

 

BODAS DE MARFIM 

O ano de 2020 tem sido difícil para se aniversariar. Ao finalizar a leitura da edição dos 14 anos da piauí, pude notar a aniversariante notoriamente desanimada. Pudera, o contexto não contribui. Ouso dizer que nem mesmo Chantecler poderia prever os trânsitos astrológicos que culminaram neste ano distópico. No entanto, ao iniciar a leitura da piauí_170, novembro, por onde sempre o faço, pela seção Cartas, espantei-me com nenhuma congratulação à revista por seu aniversário! Se a redação e os demais leitores não estavam em clima de festa, eu constatei um fato que me deixou vibrante: as bodas de marfim do meu relacionamento com a piauí.

Explico: tornei-me leitor da revista há exatos catorze anos, quando eu mesmo havia completado 14 anos. Ou seja, aos 28 anos, acumulo a mesma porção de anos de vida com e sem piauí me acompanhando. Digno de uma lua de mel em Phaic Tӑn ou Molvânia, não acham?

Reportagens científicas e ambientalistas escritas por Bernardo Esteves, Roberto Kaz, João Moreira Salles e outros contribuíram para a minha formação como ecólogo e ativista. Atualmente, tenho o prazer de utilizar a revista como material didático das aulas de biologia que ministro em uma escola particular aqui do Rio. Tenho convicção de que a leitura de textos como O elefante negro (piauí_169, outubro) e 1% (piauí_170, novembro) despertarão em meus alunos de 14 anos o prazer pela leitura e pela importância da causa socioambiental. Parabéns pelo aniversário, grato pelo papel da piauí na minha vida e que venham as bodas de hematita!

ONALDO BRANCANTE_RIO DE JANEIRO/RJ

NOTA GEMOLÓGICA DA REDAÇÃO: Que hematita que nada, Onaldo! Que venham as bodas de diamante! (Não é múltipla de 14 como a de hematita, mas não importa!)

 

ESTADO LAICO?

De todos os bons textos da edição de outubro, fiquei abismado ao constatar que os fatos descritos na excelente reportagem de Luigi Mazza (No reino do poder, piauí_169, outubro) continuam em expansão, a saber, a derrocada da laicidade estatal e dos valores republicanos sob os desmandos do governo Jair Bolsonaro. Veja-se o caso da Advocacia-Geral da União (AGU), que recorreu, agora em 2020, da decisão do Supremo Tribunal Federal quando, no ano passado, equiparou crime de homofobia ao de racismo. A alegação da AGU é, similarmente ao que aparece na matéria de Mazza, uma estratégia de distorção do dispositivo legal que garante a liberdade de crença, de culto e proteção às igrejas. Querem uma definição do que seja crime de incitação ao ódio para poderem blasfemar contra gays e transexuais sem o risco de serem processados. Não sei se chamo isso de má-fé ou mau-caratismo.

Ademais, o jornalista Luigi Mazza faz uma constatação bem acertada de que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil perdeu espaço público e relevância para os evangélicos no que se refere ao pragmatismo político da atuante bancada evangélica.

HAROLDO SOUZA DE ARRUDA_SÃO PAULO/SP

 

CLOROQUINA

Em relação à matéria Jalecos em guerra (piauí_169, outubro), a situação é bizarra, a associação médica pugna pela cloroquina, sob o argumento de que é a solução para a pandemia. Médicos são obrigados a usar todo seu arsenal para salvar vidas, assim sendo com sua influência eles têm a obrigação de assumir o Ministério da Saúde e baixar a portaria recomendando o uso do medicamento em caráter preventivo, como fala o presidente, e assumir a responsabilidade. Não é ético ficar defendendo a cloroquina em lives, páginas da internet e reuniões sociais.

DJALMA ROSA_SÃO SIMÃO/SP

 

ALÍVIO PASSAGEIRO

Meus queridos, sou assinante da revista desde o número 1 e escrevo para parabenizá-los pela edição deste mês de novembro. Realmente vocês acertaram a mão e fizeram uma “piauí de antigamente”, como no início, com reportagens e assuntos diferentes, abordagens bem sacadas, temas não óbvios… Me lembrei, com sinceridade, das primeiras edições, quando ficava esperando pela chegada da revista, ansioso para ver quais seriam as reportagens que viriam.

Mesmo tratando de temas atuais, como a relação entre Marcelo e Emílio Odebrecht, vocês conseguiram dar uma abordagem bacana, quase literária, romancesca.

Que bom, que boa surpresa que vocês pelo menos este mês fugiram daquela obviedade e encheção de linguiça de ficar metendo o pau no Bolsonaro. Com sinceridade, aquilo já estava enchendo o saco. Não que faltem motivos pra meter o pau nele, mas vamos combinar que, na falta de assunto e preguiça de procurá-los, é a coisa mais fácil do mundo a se fazer. Já estava dando nos nervos. Não sei se foi por influência de reclamação de leitores que vocês deixaram isso de lado, mas, por favor continuem assim! Que seja um renascimento ou, pelo menos, uma reentrada nos trilhos.

FÁBIO CERMESI DE CASTRO_SÃO PAULO/SP

NOTA JUBILOSA DA REDAÇÃO: Finalmente alguém deu ouvidos ao Onaldo! Recebemos parabéns!

 

LIBERAIS NERVOSOS

Lendo o texto de João Gabriel de Lima (As direitas em choque, piauí_169, outubro), somos convidados a fazer um árduo exercício cognitivo de abertura hermenêutica de conceitos políticos. Explico–me. Compreender que existem direitas – no plural – é, em si, um ganho para o debate de ideias. Colocar liberais e conservadores no mesmo balaio, mais do que equivocado dos progressistas (também no plural), é uma estratégia ineficaz para a reconstrução de consensos, mesmo sabendo que estes são fruto de circunstâncias. Neste momento, se parcela dos liberais se dá conta de que o festejador da tortura deveria estar preso e não na Presidência da República, isso deve ser comemorado – vide as posições defendidas hoje por críticos do governo petista, como a economista Monica de Bolle, os jornalistas Reinaldo Azevedo e Carlos Andreazza, também o historiador Marco Antonio Villa. Fazer política é um trabalho pedagógico, requer conhecimento histórico e uma boa dose de escuta daqueles que serviram de idiotas úteis no passado recente. É utópica essa proposta? Pode ser, mas é o que resta para persuadir alguns que, não sendo fascistas convictos, continuam inebriados pela vigarice de Sergio Moro e a narrativa de que o PT era um partido comunista.

HAROLDO SOUZA DE ARRUDA_SÃO PAULO/SP

 

CULTURA DO CANCELAMENTO

Não entendi os conflitos conflituosos do Tiago Marin (Cartas, piauí_170, novembro), mas resolvi mandar minha opinião que ninguém pediu em prol da consolidação da Seção de Debates Bizantinos. Fala sério, a seção literária foi bem fraquinha. Vamos ver se os leitores da piauí são melhores na dissertação argumentativa que na narrativa!

No geral, o texto do Miguel Lago (Derrubem as estátuas, piauí_168, setembro) é muito bom pelos parágrafos e parágrafos de minuciosa descrição da complexidade de vários fenômenos contemporâneos. Mas quando ele vai para a questão central, a cultura do cancelamento, de repente, toda a complexidade desaparece. Ele cria uma divisão muito conveniente de que o cancelamento só ataca mitos, não pessoas (sendo que, na verdade, a tendência é que os ataques sejam extremamente pessoais) e de que todos os danos gerados pelos ataques não são parte, nem responsabilidade, do cancelamento. Na argumentação dele, só as empresas têm responsabilidade de apurar fatos antes de demitir alguém, como se as acusações levianas não fossem também crimes. Acusar um inocente na internet também é crime. Enfim, considerando que ele demonstra capacidade intelectual para compreender a complexidade, a organização em rede, de tantos outros fenômenos, só podemos concluir que ele simplifica e isenta a cultura do cancelamento por desonestidade intelectual mesmo.

IURI BAPTISTA_CAMPINAS/SP

NOTA PROCLAMATÓRIA DA REDAÇÃO: Considere-se aberta a Seção de Debates Bizantinos.

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