anais da emergência climática

AS TEMPESTADES NÃO PRECISAM MATAR

Encontro no Uruguai debate sobre o que as cidades devem fazer diante do aquecimento global
Imagem As tempestades não precisam matar

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Nas cidades brasileiras, as grandes tempestades, seguidas de enormes inundações, são incontornáveis, e não há como evitar que produzam mortes, certo? Errado. 

Em reportagem feita em Punta del Este, no litoral do Uruguai, onde se realizou um encontro promovido pelo Escritório das Nações Unidas para Redução do Risco de Desastres (UNDRR, na sigla em inglês), o jornalista Bernardo Esteves mostra na edição de abril da piauí que as chuvas são, de fato, um evento natural inevitável, mas as mortes não.

Há três cidades brasileiras reconhecidas pela ONU pelas providências elogiáveis que vêm adotando para enfrentar a nova era de catástrofes que o aquecimento global vai trazer. São elas: Salvador, Campinas e Recife. Salvador, por exemplo, salvou vidas em outubro de 2019, quando desabou uma chuva de dois dias sobre a cidade, ao adotar precauções que estão ao alcance de todos. (Outras duas cidades brasileiras são candidatas ao reconhecimento internacional: Porto Alegre e Barcarena, na região metropolitana de Belém.)

Os assinantes da piauí podem ler a íntegra da reportagem aqui.


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