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O PAÍS DAS FALSIFICAÇÕES

O Brasil ainda engatinha na captura de obras de arte fraudadas
Imagem O país das falsificações

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No Espaço Clever Casado, em Bálsamo, no interior de São Paulo, há cerca de duzentas telas de pintores brasileiros renomados, entre elas um autorretrato de Candido Portinari. O proprietário tem o valor na ponta da língua: 1,5 milhões de reais. Também discorre sobre o preço dos quadros do pintor primitivista José Antônio da Silva (variam entre 5 mil e 20 mil reais) e dos quadros de Tarsila do Amaral (vão de 150 mil e 850 mil).

Casado não permite que as telas sejam fotografadas, nem as exibe na internet, como fazem as galerias com seus artistas. Também não se preocupa com a segurança das obras ou com a correta climatização exigida para preservá-las. A falta de zelo tem uma explicação simples, como explica o jornalista Allan de Abreu em reportagem publicada na edição de novembro da piauí: boa parte dos quadros que ele vende a peso de ouro são falsificações, entre eles o de Portinari.

Na reportagem, Abreu mergulha no mercado de arte falsificada no Brasil que, apesar da pandemia, se desenvolveu nos últimos anos. 

Os assinantes podem ler a íntegra da reportagem aqui.


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