“O risco-cinema”, matéria publicada no Segundo Caderno do “Globo”, em 17 de janeiro, apresenta números eloquentes. Assinada por André Miranda, indica tendência de queda acentuada na captação de recursos, entre 2008 e 2009, e resultados de bilheteria deficitários de alguns filmes; comprova, desse modo, que a renúncia fiscal, permitida por lei desde 1993, não está propiciando um processo de acumulação que permita à atividade cinematográfica tornar-se, um dia, autossustentável no Brasil.
Digite o endereço de e-mail do presenteado e enviaremos uma mensagem com o link para abrir o artigo
O link do artigo foi copiado para sua área de transferência
Assine nossa newsletter
toda semana uma seleção de conteúdos em destaque na piauí
A revista piauí garante a privacidade dos seus dados, que não serão compartilhados em nenhuma hipótese. Você poderá cancelar a inscrição a qualquer momento.
Eduardo Escorel é cineasta. Dirigiu os documentários Antonio Candido, anotações finais, Imagens do Estado Novo 1937-45 e 1968 – Um ano na Vida, entre outros filmes