O maior mérito de “Nine”, dirigido por Rob Marshall, é motivar a revisão de “8 ½”, de Federico Fellini. Fora isso, haveria pouco a comentar. O filme demonstra o modo de funcionamento de uma certa imaginação norte-americana: “deseja a coisa verdadeira e para atingi-la deve realizar o falso absoluto” (Umberto Eco, “Viagem na irrealidade cotidiana”, 1984, p.14).
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