questões cinematográficas

OZU E OS CARIOCAS

Cinéfilo devotado, Juliano Gomes mandou email em defesa dos cariocas, corrigindo afirmação que fiz sobre a retrospectiva Ozu no post de 2 de agosto, “Retrospectiva Ozu – sobriedade e contenção”. 
Imagem Ozu e os cariocas

2 min de leitura

Presentear este artigo

Digite o endereço de e-mail do presenteado e enviaremos uma mensagem com o link para abrir o artigo

Cinéfilo devotado, Juliano Gomes mandou email em defesa dos cariocas, corrigindo afirmação que fiz sobre a retrospectiva Ozu no post de 2 de agosto, “Retrospectiva Ozu – sobriedade e contenção”.

Conferi a informação sobre o público nos primeiros dias e, de fato, ao contrário do que escrevi, “a baixa frequência não confere”, como observou Juliano. Erro meu, pelo qual me desculpo junto aos organizadores e promotores da retrospectiva.

Juliano diz que ficou “muito surpreso ao ver, numa terça e numa quarta, às 12:30, uma sala quase cheia para ver Ozu. Ainda mais na quarta, quando o público acompanhou com muita atenção e silêncio (que é cada vez mais raro em sessões de cinema) um filme de 1932, sem banda sonora, o grande "Eu nasci, mas…”.

Nestes mesmos 2 dias, tentei ver os 4 filmes, e não consegui senha para o último, por conta da grande procura por ingressos.

Tenho a impressão de que a mostra está sendo um sucesso, muito justo por sinal.

Por outro lado, a ausência de profissionais de cinema nesse tipo de mostra e mesmo no circuito comercial é algo que também observo. Os estudantes de cinema têm sido bem mais presentes. No caso do Ozu, está sendo realizado um curso paralelo à mostra que inclui as 2 primeiras exibições do dia, isso talvez explique em parte a lotação atípica nessas diurnas no meio da semana.
Abraço
Juliano”

Salva a honra dos cariocas, só resta tentarem ver os filmes de Ozu ainda em exibição até dia 22.


Ícone newsletter Piauí

A revista piauí garante a privacidade dos seus dados, que não serão compartilhados em nenhuma hipótese. Você poderá cancelar a inscrição a qualquer momento.