diz aí, mestre
vultos da Copa
Da várzea à taça
Em série de vídeos da piauí, grandes jogadores recuperam histórias de seus mundiais e iluminam a maior paixão coletiva do Brasil
amor e ódio
Do inferno ao céu, de chuteiras
Os campeões mundiais Nilton Santos e Tostão e o técnico do time de 82 e 86, Telê Santana, investigam a relação do torcedor brasileiro com a sua seleção
os craques
O craque segundo Tostão
Uma das estrelas da Copa, o português Cristiano Ronaldo é um gênio ou um bom jogador? Tostão, titular da seleção do tri em 70, explica a diferença
Didi ensina a arte do meia-armador, aquele que Tite não tem
A definição de um meia-armador clássico pelo gênio do Botafogo e da seleção bicampeã mundial em 58 e 62
Garrincha treinava, mas não ouvia o professor
Nilton Santos, Zezé e Aymoré Moreira recuperam as histórias do mais habilidoso – e o que menos se levava a sério – ponta-direita que o Brasil já viu
Dario, o órfão, ex-ladrão e ex-grosso que virou Dadá
O campeão mundial em 70 relembra o seu começo no futebol, do primeiro chute aos 19 anos ao técnico que percebeu nele, apesar dos tropeções, um goleador
vultos da Copa
Fora de campo, o protagonista
Dois dos maiores técnicos do Brasil, Flávio Costa, da seleção de 50, e Telê Santana, de 82 e 86, explicam o papel do “professor” dentro e fora de um Mundial
os erros
45 anos de pena por um palpite errado
Titular da seleção de 50, Barbosa lembra o quanto custa o erro de um goleiro numa Copa do Mundo; De Gea é candidato a descobrir
momentos históricos
O jogo da virada
Didi, Joel e Bellini reconstituem a arrancada para o primeiro título mundial do Brasil
Outro 1 a 2 em Copa, 68 anos atrás
Zizinho, Barbosa, Nilton Santos e o técnico Flávio Costa reconstituem as horas seguintes ao Maracanaço, a tragédia do Mundial de 1950
a tensão
Bellini ensina a disfarçar o nervosismo em jogo de Copa
Zizinho, Nilton Santos, Telê Santana e o capitão de 58 medem a tonelagem da pressão sobre o jogador do Brasil em um Mundial
Jogador malandro e sem cabeleireiro
Zizinho, eleito o melhor do Mundial de 50, e Dadá Maravilha, da seleção de 70, relembram as manhas para infernizar a vida dos zagueiros numa Copa, sem precisar de laquê
a tristeza
Quando a Copa termina antes da hora
Nilton Santos e Zezé Moreira lembram a pancadaria na eliminação do Brasil em 54 e a desolação de deixar um Mundial no meio do caminho
Uma finta na idade
Zizinho e Ademir da Guia falam da dor de deixar os gramados e das artimanhas do craque para adiar o fim da carreira
Últimas
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G.R.E.S. Acadêmicos do Tayayá, de Vito Quintans
